Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 97 / 365

2 Samuel 22–24

2 Samuel 22–24

1E falou Davi ao SENHOR as palavras deste cântico, o dia que o SENHOR o livrou da mão de todos os seus inimigos e da mão de Saul.

2E disse: O SENHOR é minha rocha, e minha fortaleza, e meu libertador;

3Deus de minha rocha, nele confiarei: Meu escudo, e o poder de minha salvação, minha fortaleza, e meu refúgio; Meu salvador, que me livrarás de violência.

4Invocarei ao SENHOR, digno de ser louvado. E serei salvo de meus inimigos.

5Quando me cercaram ondas de morte, E ribeiros de iniquidade me assombraram,

6As cordas do Xeol me rodearam, e laços de morte me tomaram desprevenido.

7Tive angústia, invoquei ao SENHOR, E clamei a meu Deus: E ele ouviu minha voz desde seu templo; Chegou meu clamor a seus ouvidos.

8A terra se moveu, e tremeu; Os fundamentos dos céus foram movidos, E se estremeceram, porque ele se irou.

9Subiu fumaça de suas narinas, E de sua boca fogo consumidor, Pelo qual se acenderam carvões.

10E abaixo os céus, e desceu: Uma escuridão debaixo de seus pés.

11Subiu sobre o querubim, e voou: Apareceu-se sobre as asas do vento.

12Armou tendas de escuridão ao redor de si; nuvens negras e espessas, carregadas de águas.

13Do resplendor de sua presença Se acenderam brasas ardentes.

14O SENHOR trovejou desde os céus, E o Altíssimo deu sua voz;

15Lançou flechas, e desbaratou-os; Relampejou, e consumiu-os.

16Então apareceram as profundezas do mar, E os fundamentos do mundo foram descobertos, À repreensão do SENHOR, Ao sopro do vento de seu nariz.

17Estendeu sua mão do alto, e arrebatou-me, E tirou-me de copiosas águas.

18Livrou-me de fortes inimigos, De aqueles que me aborreciam, os quais eram mais fortes que eu.

19Atacaram-me no dia de minha calamidade; Mas o SENHOR foi meu apoio.

20Tirou-me para um lugar amplo; Livrou-me, porque se agradou de mim.

21Remunerou-me o SENHOR conforme minha justiça: E conforme a limpeza de minhas mãos ele me pagou.

22Porque eu guardei os caminhos do SENHOR; E não me apartei impiamente de meu Deus.

23Porque diante de mim tenho todas suas ordenanças; E atento a seus estatutos, não me retirarei deles.

24E fui íntegro para com ele, E guardei-me de minha iniquidade.

25Remunerou-me, portanto, o SENHOR conforme minha justiça, E conforme minha limpeza diante de seus olhos.

26Com o bom és benigno, E com o íntegro te mostras íntegro;

27Limpo és para com o limpo, Mas com o perverso és rígido.

28E tu salvas ao povo humilde; Mas teus olhos sobre os altivos, para abatê-los.

29Porque tu és minha lâmpada, ó SENHOR; o SENHOR dá luz às minhas trevas.

30Pois contigo avançarei contra uma tropa, e com o meu Deus saltarei uma muralha.

31O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é purificada, é escudo é de todos os que nele confiam.

32Porque que Deus há a não ser o SENHOR? Ou quem é forte a não ser nosso Deus?

33Deus é o que com virtude me corrobora, e o que tira os obstáculos do meu caminho;

34O que faz meus pés como de cervas, E o que me assenta em minhas alturas;

35O que ensina minhas mãos para a luta, e proporciona que com meus braços quebre o arco de bronze.

36Tu me deste também o escudo de tua salvação, E tua benignidade me acrescentou.

37Tu alargaste meus desfiladeiros debaixo de mim, Para que não titubeassem meus joelhos.

38Perseguirei a meus inimigos, e os quebrantarei; E não me voltarei até que os acabe.

39Os consumirei, e os ferirei, e não se levantarão; E cairão debaixo de meus pés.

40Cingiste-me de força para a batalha, E fizeste prostrar debaixo de mim os que contra mim se levantaram.

41Tu me deste o pescoço de meus inimigos, De meus aborrecedores, que eu os destruísse.

42Olharam, e não houve quem os livrasse; Ao SENHOR, mas não lhes respondeu.

43Eu os esmiuçarei como pó da terra; Eu os pisarei como à lama das ruas, e os dissiparei.

44Tu me livraste das brigas dos povos; Tu me guardaste para eu que fosse cabeça de nações: Povos que eu não conhecia me serviram.

45Os estrangeiros se sujeitaram a mim; ao ouvirem, me obedeciam.

46Os estrangeiros desfaleciam, E tremiam em seus esconderijos.

47Viva o SENHOR, e seja bendita minha rocha; Seja exaltado o Deus, a rocha de meu salvamento:

48O Deus que me vingou, E sujeita os povos debaixo de mim:

49E que me tira dentre meus inimigos: Tu me tiraste em alto dentre os que se levantaram contra mim: Livraste-me do homem de iniquidades.

50Portanto eu te confessarei entre as nações, ó SENHOR, E cantarei a teu nome.

51Ele que engrandece as saúdes de seu rei, E faz misericórdia a seu ungido, A Davi, e à sua semente, para sempre.

1Estas são as últimas palavras de Davi. Disse Davi filho de Jessé, Disse aquele homem que foi levantado alto, O ungido do Deus de Jacó, O suave em cânticos de Israel:

2O espírito do SENHOR falou por mim, E sua palavra foi em minha língua.

3O Deus de Israel disse, Falou-me o Forte de Israel: O dominador dos homens será justo. Dominador em temor de Deus.

4Será como a luz da manhã quando sai o sol, Da manhã sem nuvens; Quando a erva da terra brota Por meio do resplendor depois da chuva.

5Não está minha casa com Deus? Pois ele fez comigo um pacto perpétuo, Ordenado em todas as coisas, e será guardado; pois não é dele que brotará toda a minha salvação e todo o meu desejo?

6Mas os malignos serão todos eles como espinhos arrancados, os quais ninguém toma com a mão;

7Em vez disso o que quer tocar neles, Arma-se de ferro e de haste de lança, e são queimados em seu lugar.

8Estes são os nomes dos valentes que teve Davi: Josebe-Bassebete, o taquemonita, principal dos capitães: era este Adino o eznita, que matou em uma ocasião sobre oitocentos homens.

9Depois deste, Eleazar, filho de Dodô de Aoí, foi dos três valentes que estavam com Davi, quando desafiaram aos filisteus que se haviam juntado ali à batalha, e subiram os de Israel.

10Este, levantando-se, feriu aos filisteus, até que sua mão se cansou, e ficou grudada em sua espada. Aquele dia o SENHOR fez grande salvação; e voltou-se o povo depois dele somente para tomar o despojo.

11Depois deste foi Samá, filho de Agé araíta: que havendo os filisteus se juntado em uma aldeia, havia ali um terreno cheio de lentilhas, e o povo havia fugido diante dos filisteus:

12Ele então se parou em meio do terreno e defendeu-o, e feriu aos filisteus; e o SENHOR fez uma grande salvação.

13E três dos trinta principais desceram e vieram em tempo da colheita a Davi à cova de Adulão: e o acampamento dos filisteus estava no vale de Refaim.

14Davi então estava na fortaleza, e a guarnição dos filisteus estava em Belém.

15E Davi teve desejo, e disse: Quem me dera a beber da água da cisterna de Belém, que está à porta!

16Então os três valentes irromperam pelo acampamento dos filisteus, e tiraram água da cisterna de Belém, que estava à porta; e tomaram, e trouxeram-na a Davi: mas ele não a quis beber, mas derramou-a ao SENHOR, dizendo:

17Longe seja de mim, ó SENHOR, que eu faça isto. Eis de beber eu o sangue dos homens que foram com perigo de sua vida? E não quis bebê-la. Os três valentes fizeram isto.

18E Abisai irmão de Joabe, filho de Zeruia, foi o principal dos três; o qual levantou sua lança contra trezentos, que matou; e teve nome entre os três.

19Ele era o mais preeminente dos três, e o primeiro deles; mas não chegou aos três primeiros.

20Depois, Benaia filho de Joiada, filho de um homem esforçado, grande em feitos, de Cabzeel. Este feriu dois leões de Moabe: e ele mesmo desceu, e feriu um leão em meio de um fosso no tempo da neve:

21Também feriu ele a um egípcio, homem de grande estatura; e tinha o egípcio uma lança em sua mão; mas desceu a ele com um cajado, e arrebatou ao egípcio a lança da mão, e o matou com sua própria lança.

22Isto fez Benaia filho de Joiada, e teve nome entre os três valentes.

23Dos trinta foi o mais preeminente; mas não chegou aos três primeiros. E Davi o pôs em seu conselho.

24Asael irmão de Joabe foi dos trinta; Elanã filho de Dodô de Belém;

25Samá harodita, Elica harodita;

26Heles paltita, Ira, filho de Iques, de Tecoa;

27Abiezer de Anatote, Mebunai husatita;

28Zalmom aoíta, Maarai de Netofate;

29Helebe filho de Baaná de Netofate, Itai filho de Ribai de Gibeá dos filhos de Benjamim;

30Benaia piratonita, Hidai do ribeiro de Gaás;

31Abi-Albom de Arbate, Azmavete barumita;

32Eleaba de Saalbom, Jônatas dos filhos de Jásen;

33Samá de Harar, Aião filho de Sarar de Harar.

34Elifelete filho de Aasbai filho do maacatita; Eliã filho de Aitofel gilonita;

35Hezrai do Carmelo, Paarai arbita;

36Igal filho de Natã de Zobá, Bani gadita;

37Zeleque de Amom, Naarai de Beerote, escudeiro de Joabe filho de Zeruia;

38Ira itrita, Garebe itrita;

39Urias, o heteu. Entre todos, trinta e sete.

1E voltou o furor do SENHOR a acender-se contra Israel, e incitou a Davi contra eles a que dissesse: Vai, conta a Israel e a Judá.

2E disse o rei a Joabe, general do exército que tinha consigo: Rodeia todas as tribos de Israel, desde Dã até Berseba, e contai o povo, para que eu saiba o número da gente.

3E Joabe respondeu ao rei: Acrescente o SENHOR teu Deus ao povo cem vezes tanto quanto são, e que o veja meu senhor ao rei; mas para que quer isto meu senhor o rei?

4Porém a palavra do rei pôde mais que Joabe, e que os capitães do exército. Saiu, pois, Joabe, com os capitães do exército, de diante do rei, para contar o povo de Israel.

5E passando o Jordão assentaram em Aroer, à direita da cidade que está em meio do ribeiro de Gade e junto a Jazer.

6Depois vieram a Gileade, e à terra baixa de Hodsi: e dali vieram a Dã-Jaã e ao redor de Sídon.

7E vieram logo à fortaleza de Tiro, e a todas as cidades dos heveus e dos cananeus; e saíram ao sul de Judá, a Berseba.

8E depois que andaram toda a terra, voltaram a Jerusalém ao fim de nove meses e vinte dias.

9E Joabe deu a conta do número do povo ao rei; e foram os de Israel oitocentos mil homens fortes que tiravam espada; e dos de Judá quinhentos mil homens.

10E depois que Davi contou o povo, sentiu-se atormentado em seu coração; e disse Davi ao SENHOR: Eu pequei gravemente por haver feito isto; mas agora, ó SENHOR, rogo-te que tires o pecado de teu servo, porque eu agi muito loucamente.

11E pela manhã, quando Davi se levantou, veio a palavra do SENHOR a Gade profeta, vidente de Davi, dizendo:

12Vai, e dize a Davi: Assim disse o SENHOR: Três coisas te ofereço: tu te escolherás uma delas, a qual eu faça.

13Veio, pois, Gade a Davi, e notificou-lhe, e disse-lhe: Queres que te venham sete anos de fome em tua terra? Ou que fujas três meses diante de teus inimigos, e que eles te persigam? Ou que três dias haja pestilência em tua terra? Pensa agora, e olha o que responderei ao que me enviou.

14Então Davi disse a Gade: Em grande angústia estou: rogo que caia na mão do SENHOR, porque suas misericórdias são muitas, e que não caia eu em mãos de homens.

15E enviou o SENHOR pestilência a Israel desde a manhã até o tempo assinalado: e morreram do povo, desde Dã até Berseba, setenta mil homens.

16E quando o anjo estendeu sua mão sobre Jerusalém para destruí-la, o SENHOR se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo que destruía o povo: Basta agora; detém tua mão. Então o anjo do SENHOR estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.

17E Davi disse ao SENHOR, quando viu ao anjo que feria ao povo: Eu pequei, eu fiz a maldade: que fizeram estas ovelhas? Rogo-te que tua mão se torne contra mim, e contra a casa de meu pai.

18E Gade veio a Davi aquele dia, e disse-lhe: Sobe, e faze um altar ao SENHOR na era de Araúna jebuseu.

19E subiu Davi, conforme ao dito de Gade, que o SENHOR lhe havia mandado.

20E olhando Araúna, viu ao rei e a seus servos que passavam a ele. Saindo então Araúna, inclinou-se diante do rei até terra.

21E Araúna disse: Por que vem meu senhor o rei a seu servo? E Davi respondeu: Para comprar de ti a eira, para edificar altar ao SENHOR, a fim de que a mortandade cesse do povo.

22E Araúna disse a Davi: Tome e sacrifique meu senhor o rei o que bem lhe parecer; eis aqui bois para o holocausto; e trilhos e outros equipamentos de bois para lenha:

23Tudo isto, ó rei, Araúna dá ao rei. Logo disse Araúna ao rei: o SENHOR teu Deus se agrade de ti.

24E o rei disse a Araúna: Não, mas por preço o comprarei de ti; porque não oferecerei ao SENHOR meu Deus holocaustos gastando nada. Então Davi comprou a eira e os bois por cinquenta siclos de prata.

25E ali Davi edificou um altar ao SENHOR, e sacrificou holocaustos e ofertas pacíficas; e o SENHOR se aplacou com a terra, e cessou a praga de Israel.

"O que vem à nossa mente quando pensamos em Deus é o mais importante a nosso respeito."

A. W. Tozer

Read today's reflection