Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 73 / 365

Juízes 6–8

Juízes 6–8

1Mas os filhos de Israel fizeram o mal aos olhos do SENHOR; e o SENHOR os entregou nas mãos de Midiã por sete anos.

2E a mão de Midiã prevaleceu contra Israel. E os filhos de Israel, por causa dos midianitas, se fizeram covas nos montes, e cavernas, e lugares fortes.

3Pois quando os de Israel haviam semeado, subiam os midianitas, e amalequitas, e os orientais: subiam contra eles;

4E assentando acampamento contra eles destruíam os frutos da terra, até chegar a Gaza; e não deixavam o que comer em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem asnos.

5Porque subiam eles e seus gados, e vinham com suas tendas em grande multidão como gafanhotos, que não havia número neles nem em seus camelos: assim vinham à terra para devastá-la.

6Era, pois, Israel em grande maneira empobrecido pelos midianitas; e os filhos de Israel clamaram ao SENHOR.

7E quando os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, por causa dos midianitas,

8O SENHOR enviou um homem profeta aos filhos de Israel, o qual lhes disse: Assim disse o SENHOR Deus de Israel: Eu vos fiz sair do Egito, e vos tirei da casa de servidão:

9Eu vos livrei da mão dos egípcios, e da mão de todos os que vos afligiram, aos quais expulsei de diante de vós, e vos dei sua terra;

10E disse-vos: Eu sou o SENHOR vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; mas não obedecestes à minha voz.

11E veio o anjo do SENHOR, e sentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, o qual era de Joás abiezrita; e seu filho Gideão estava malhando o trigo na prensa de uvas, para fazê-lo esconder dos midianitas.

12E o anjo do SENHOR se lhe apareceu, e disse-lhe: O SENHOR é contigo, homem esforçado.

13E Gideão lhe respondeu: Ah, Senhor meu, se o SENHOR é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E onde estão todas suas maravilhas, que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos tirou o SENHOR do Egito? E agora o SENHOR nos desamparou, e nos entregou nas mãos dos midianitas.

14E olhando-lhe o SENHOR, disse-lhe: Vai com esta tua força, e salvarás a Israel da mão dos midianitas. Não te envio eu?

15Então lhe respondeu: Ah, Senhor meu, com que tenho de salvar a Israel? Eis que minha família é pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai.

16E o SENHOR lhe disse: Porque eu serei contigo, e ferirás aos midianitas como a um só homem.

17E ele respondeu: Eu te rogo que, se achei favor diante de ti, me dês sinal de que tu falaste comigo.

18Rogo-te que não te vás daqui, até que eu volte a ti, e traga a minha oferta, e a ponha diante de ti. E ele respondeu: Eu esperarei até que voltes.

19E entrando-se Gideão preparou um cabrito, e pães sem levedura de um efa de farinha; e pôs a carne em um cesto, e o caldo em uma caçarola, e tirando-o apresentou-lhe debaixo daquele carvalho.

20E o anjo de Deus lhe disse: Toma a carne, e os pães sem levedura, e põe-o sobre esta penha, e derrama o caldo. E ele o fez assim.

21E estendendo o anjo do SENHOR o bordão que tinha em sua mão, tocou com a ponta na carne e nos pães sem levedura; e subiu fogo da penha, o qual consumiu a carne e os pães sem levedura. E o anjo do SENHOR desapareceu de diante dele.

22E vendo Gideão que era o anjo do SENHOR, disse: Ah, Senhor DEUS, que vi o anjo do SENHOR face a face.

23E o SENHOR lhe disse: Paz seja contigo; não tenhas medo, não morrerás.

24E edificou ali Gideão altar ao SENHOR, ao que chamou O SENHOR é paz: está até hoje em Ofra dos abiezritas.

25E aconteceu que a mesma noite lhe disse o SENHOR: Toma um touro do rebanho de teu pai, e outro touro de sete anos, e derruba o altar de Baal que teu pai tem, e corta também o bosque que está junto a ele:

26E edifica altar ao SENHOR teu Deus no cume deste penhasco em lugar conveniente; e tomando o segundo touro, sacrifica-o em holocausto sobre a lenha do bosque que haverás cortado.

27Então Gideão tomou dez homens de seus servos, e fez como o SENHOR lhe disse. Mas temendo fazê-lo de dia, pela família de seu pai e pelos homens da cidade, o fez de noite.

28E à manhã, quando os da cidade se levantaram, eis que o altar de Baal estava derrubado, e cortado o bosque que junto a ele estava, e sacrificado aquele segundo touro em holocausto sobre o altar edificado.

29E diziam-se uns aos outros: Quem fez isto? E buscando e investigando, disseram-lhes: Gideão filho de Joás o fez. Então os homens da cidade disseram a Joás:

30Tira fora teu filho para que morra, porquanto derrubou o altar de Baal e cortou o bosque que junto a ele estava.

31E Joás respondeu a todos os que estavam junto a ele: Tomareis vós a demanda por Baal? Vós o salvareis? Qualquer um que tomar a demanda por ele, que morra amanhã. Se é Deus, contenda por si mesmo com o que derrubou seu altar.

32E aquele dia ele chamou a Gideão Jerubaal; porque disse: Pleiteie Baal contra o que derrubou seu altar.

33E todos os midianitas, e amalequitas, e orientais, se juntaram de uma vez, e passando assentaram acampamento no vale de Jezreel.

34E o espírito do SENHOR se investiu em Gideão, e quando este tocou a a trombeta, Abiezer se juntou com ele.

35E enviou mensageiros por todo Manassés, o qual também se juntou com ele: também enviou mensageiros a Aser, e a Zebulom, e a Naftali, os quais saíram a encontrar-lhes.

36E Gideão disse a Deus: Se hás de salvar a Israel por minha mão, como disseste,

37Eis que eu porei um velo de lã na era; e se o orvalho estiver no velo somente, restando seca toda a outra terra, então entenderei que hás de salvar a Israel por minha mão, como o disseste.

38E aconteceu assim: porque quando se levantou de manhã, espremendo o velo tirou dele o orvalho, um vaso cheio de água.

39Mas Gideão disse a Deus: Não se acenda tua ira contra mim, se ainda falar esta vez: somente provarei agora outra vez com o velo. Rogo-te que a secura seja somente no velo, e o orvalho sobre a terra.

40E aquela noite o fez Deus assim: porque a secura foi somente no velo, e em toda a terra esteve o orvalho.

1Levantando-se, pois, de manhã Jerubaal, o qual é Gideão, e todo aquele povo que estava com ele, assentaram o acampamento junto à fonte de Harode: e tinha o acampamento dos midianitas ao norte, da outra parte do morro de Moré, no vale.

2E o SENHOR disse a Gideão: O povo que está contigo é muito para que eu dê aos midianitas em sua mão: para que não se glorie Israel contra mim, dizendo: Minha mão me salvou.

3Agora, pois, proclama aos ouvidos do povo, dizendo: Aquele que teme e se estremece, volte e retire-se do monte de Gileade. E do povo voltaram vinte e dois mil; e restaram dez mil.

4E o SENHOR disse a Gideão: Ainda é muito o povo; leva-os às águas, e ali eu te os provarei; e do que eu te disser: Vá este contigo, vá contigo: mas de qualquer um que eu te disser: Este não vá contigo, o tal não vá.

5Então levou o povo às águas: e o SENHOR disse a Gideão: Qualquer um que lamber as águas com sua língua como lambe o cão, aquele porás à parte; também qualquer um que se dobrar sobre seus joelhos para beber.

6E foi o número dos que lamberam as águas, achegando-a com a mão à boca, trezentos homens: e todo aquele resto do povo se dobrou sobre seus joelhos para beber as águas.

7Então o SENHOR disse a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam o água vos salvarei, e entregarei aos midianitas em tuas mãos; e vá-se todo o resto do povo cada um a seu lugar.

8Depois de tomarem a provisão do povo e suas trombetas, ele enviou todos os israelitas cada um a sua tenda, mas manteve aqueles trezentos homens; e o campo de Midiã estava no vale abaixo dele.

9E aconteceu que aquela noite o SENHOR lhe disse: Levanta-te, e desce ao acampamento; porque eu o entreguei em tuas mãos.

10E se temes descer para atacar, desce apenas tu e o teu servo Pura ao acampamento,

11e ouvirás o que falam; e então tuas mãos se fortalecerão, e descerás para atacar o acampamento. E ele desceu com o seu servo Pura à extremidade dos homens armados que estavam no acampamento.

12E Midiã, e Amaleque, e todos os orientais, estavam estendidos no vale como gafanhotos em multidão, e seus camelos eram inúmeros, como a areia que está à beira do mar em multidão.

13E logo que chegou Gideão, eis que um homem estava contando a seu companheiro um sonho, dizendo: Eis que eu sonhei um sonho: que via um pão de cevada que rodava até o acampamento de Midiã, e chegava às tendas, e as feria de tal maneira que caíam, e as virava de cima abaixo, e as tendas caíam.

14E seu companheiro respondeu, e disse: Isto não é outra coisa a não ser a espada de Gideão filho de Joás, homem de Israel: Deus entregou em suas mãos aos midianitas com todo o acampamento.

15E quando Gideão ouviu a história do sonho e sua interpretação, adorou; e voltado ao acampamento de Israel, disse: Levantai-vos, que o SENHOR entregou o acampamento de Midiã em vossas mãos.

16E repartindo os trezentos homens em três esquadrões, deu a cada um deles trombetas em suas mãos, e cântaros vazios com tochas ardendo dentro dos cântaros.

17E disse-lhes: Olhai a mim, e fazei como eu fizer; eis que quando eu chegar ao princípio do acampamento, como eu fizer, assim fareis vós.

18Eu tocarei a trombeta e todos os que estiverem comigo; e vós tocareis então as trombetas ao redor de todo aquele campo, e direis: Pelo SENHOR e Gideão!

19Chegou, pois, Gideão, e os cem homens que levava consigo, ao princípio do acampamento, à entrada da vigília do meio, quando acabavam de renovar as sentinelas; e tocaram as trombetas, e quebraram os cântaros que levavam em suas mãos:

20E os três esquadrões tocaram as trombetas, e quebrando os cântaros tomaram nas mãos esquerdas as tochas, e nas direitas as trombetas com que tocavam, e deram grito: A espada do SENHOR e de Gideão!

21E estiveram em seus lugares em derredor do acampamento: e todo aquele acampamento foi alvoroçado, e fugiram gritando.

22Mas os trezentos tocavam as trombetas: e o SENHOR pôs a espada de cada um contra seu companheiro em todo aquele acampamento. E o exército fugiu até Bete-Sita, até Zererá, e até o termo de Abel-Meolá em Tabate.

23E juntando-se os de Israel, de Naftali, e de Aser, e de todo Manassés, seguiram aos midianitas.

24Gideão também enviou mensageiros a todo aquele monte de Efraim, dizendo: Descei ao encontro dos midianitas, e tomai-lhes as águas até Bete-Bara e o Jordão. E juntos todos os homens de Efraim, tomaram as águas de Bete-Bara e o Jordão.

25E tomaram dois príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe: e mataram a Orebe na penha de Orebe, e a Zeebe o mataram na prensa de uvas de Zeebe; e depois que seguiram aos midianitas, trouxeram as cabeças de Orebe e de Zeebe a Gideão da outra parte do Jordão.

1E os de Efraim lhe disseram: Que é isto que fizeste conosco, não chamando-nos quando ias à guerra contra Midiã? E reclamaram dele fortemente.

2Aos quais ele respondeu: Que fiz eu agora como vós? Não são as sobras das uvas de Efraim melhor que a vindima de Abiezer?

3Deus entregou em vossas mãos a Orebe e a Zeebe, príncipes de Midiã: e que pude eu fazer como vós? Então a ira deles contra ele se aplacou, logo que ele falou esta palavra.

4E veio Gideão ao Jordão para passar, ele e os trezentos homens que trazia consigo, cansados, mas ainda perseguindo.

5E disse aos de Sucote: Eu vos rogo que deis à gente que me segue alguns bocados de pão; porque estão cansados, e eu persigo a Zeba e a Zalmuna, reis de Midiã.

6E os principais de Sucote responderam: Está já a mão de Zeba e Zalmuna em tua mão, para que havemos nós de dar pão a teu exército?

7E Gideão disse: Pois quando o SENHOR entregar em minha mão a Zeba e a Zalmuna, eu trilharei vossa carne com espinhos e cardos do deserto.

8E dali subiu a Peniel, e falou-lhes as mesmas palavras. E os de Peniel lhe responderam como haviam respondido os de Sucote.

9E ele falou também aos de Peniel, dizendo: Quando eu voltar em paz, derrubarei esta torre.

10E Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, e com eles seu exército de como quinze mil homens, todos os que haviam restado de todo aquele acampamento dos orientais: e os mortos haviam sido cento vinte mil homens que tiravam espada.

11E subindo Gideão até os que habitavam em tendas, à parte oriental de Noba e de Jogbeá, feriu o acampamento, porque estava o exército desprevenido.

12E fugindo Zeba e Zalmuna, ele os seguiu; e tomados os dois reis de Midiã, Zeba e Zalmuna, espantou a todo aquele exército.

13E Gideão filho de Joás voltou da batalha antes que o sol subisse;

14E tomou um jovem dos de Sucote, e perguntando-lhe, ele lhe deu por escrito os principais de Sucote e seus anciãos, setenta e sete homens.

15E entrando aos de Sucote, disse: Eis aqui a Zeba e a Zalmuna, sobre os quais me escarnecestes, dizendo: Está já a mão de Zeba e de Zalmuna em tua mão, para que demos nós pão a teus homens cansados?

16E tomou aos anciãos da cidade, e espinhos e cardos do deserto, e castigou com eles aos de Sucote.

17Também derrubou a torre de Peniel, e matou aos da cidade.

18Logo disse a Zeba e a Zalmuna: Que maneira de homens tinham aqueles que matastes em Tabor? E eles responderam: Como tu, tais eram aqueles nem mais nem menos, que apareciam filhos de rei.

19E ele disse: Meus irmãos eram, filhos de minha mãe: Vive o SENHOR, que se os tivésseis guardado em vida, eu não vos mataria!

20E disse a Jéter seu primogênito: Levanta-te, e mata-os. Mas o jovem não desembainhou sua espada, porque tinha medo; que ainda era jovem.

21Então disse Zeba e Zalmuna: Levanta-te tu, e mata-nos; porque como é o homem, tal é sua valentia. E Gideão se levantou, e matou a Zeba e a Zalmuna; e tomou os adornos de crescentes que seus camelos traziam ao pescoço.

22E os israelitas disseram a Gideão: Sê nosso senhor, tu, e teu filho, e teu neto; pois que nos livraste da mão de Midiã.

23Mas Gideão respondeu: Não serei senhor sobre vós, nem meu filho vos dominará: o SENHOR será vosso Senhor.

24E disse-lhes Gideão: Desejo fazer-vos uma petição, que cada um me dê os pendentes de seu despojo. (Porque traziam pendentes de ouro, que eram ismaelitas.)

25E eles responderam: De boa vontade os daremos. E segurando uma roupa de vestir, lançou ali cada um os pendentes de seu despojo.

26E foi o peso dos pendentes de ouro que ele pediu mil e setecentos siclos de ouro; sem contar os ornamentos, e as joias, e vestidos de púrpura, que traziam os reis de Midiã, e sem os colares que traziam seus camelos ao pescoço.

27E Gideão fez deles um éfode, o qual fez guardar em sua cidade de Ofra: e todo Israel prostituiu-se atrás desse éfode naquele lugar; e foi por tropeço a Gideão e a sua casa.

28Assim foi humilhado Midiã diante dos filhos de Israel, e nunca mais levantaram sua cabeça. E repousou a terra quarenta anos nos dias de Gideão.

29E Jerubaal filho de Joás foi, e habitou em sua casa.

30E teve Gideão setenta filhos que saíram de sua coxa, porque teve muitas mulheres.

31E sua concubina que estava em Siquém, também lhe deu um filho; e pôs-lhe por nome Abimeleque.

32E morreu Gideão filho de Joás em boa velhice, e foi sepultado no sepulcro de seu pai Joás, em Ofra dos abiezritas.

33E aconteceu que quando morreu Gideão, os filhos de Israel voltaram, e se prostituíram atrás dos baalins, e se puseram por Deus a Baal-Berite.

34E os filhos de Israel não se lembraram do SENHOR seu Deus, que os havia livrado de todos os seus inimigos ao redor;

35Nem fizeram misericórdia com a casa de Jerubaal Gideão conforme todo aquele bem que ele havia feito a Israel.

"Fizeste-nos para ti, Senhor, e o nosso coração está inquieto enquanto não repousa em ti."

Augustine of Hippo

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