Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 72 / 365

Juízes 3–5

Juízes 3–5

1Estas, pois, são as nações que o SENHOR deixou para provar com elas a Israel, a todos aqueles que não haviam conhecido todas as guerras de Canaã;

2Somente para que a linhagem dos filhos de Israel conhecesse, para ensiná-los na guerra, pelo menos aos que antes não a conheciam:

3Cinco príncipes dos filisteus, e todos os cananeus, e os sidônios, e os heveus que habitavam no monte Líbano: desde o monte de Baal-Hermom até chegar a Hamate.

4Estes, pois, foram para provar por eles a Israel, para saber se obedeceriam aos mandamentos do SENHOR, que ele havia prescrito a seus pais por meio de Moisés.

5Assim os filhos de Israel habitavam entre os cananeus, heteus, amorreus, perizeus, heveus, e jebuseus:

6E tomaram de suas filhas por mulheres, e deram suas filhas aos filhos deles, e serviram a seus deuses.

7Fizeram, pois, os filhos de Israel o mal aos olhos do SENHOR: e esquecidos do SENHOR seu Deus, serviram aos baalins, e aos ídolos dos bosques.

8E a ira do SENHOR se acendeu contra Israel, e vendeu-os em mãos de Cusã-Risataim rei da Mesopotâmia; e serviram os filhos de Israel a Cusã-Risataim oito anos.

9E clamaram os filhos de Israel ao SENHOR; e o SENHOR suscitou salvador aos filhos de Israel e livrou-os; é, a saber, a Otniel filho de Quenaz, irmão menor de Calebe.

10E o espírito do SENHOR foi sobre ele, e julgou a Israel, e saiu à batalha, e o SENHOR entregou em sua mão a Cusã-Risataim, rei da Síria, e prevaleceu sua mão contra Cusã-Risataim.

11E repousou a terra quarenta anos; e morreu Otniel, filho de Quenaz.

12E voltaram os filhos de Israel a fazer o mal ante os olhos do SENHOR; e o SENHOR esforçou a Eglom rei de Moabe contra Israel, porquanto fizeram o mal ante os olhos do SENHOR.

13E Juntou consigo aos filhos de Amom e de Amaleque, e foi, e feriu a Israel, e tomou a cidade das palmeiras.

14E serviram os filhos de Israel a Eglom rei dos moabitas dezoito anos.

15E clamaram os filhos de Israel ao SENHOR; e o SENHOR lhes suscitou salvador, a Eúde, filho de Gera, benjamita, o qual era canhoto. E os filhos de Israel enviaram com ele um presente a Eglom rei de Moabe.

16E Eúde se havia feito um punhal de dois fios, de um côvado de comprimento; e cingiu-se com ele debaixo de suas roupas à seu lado direito.

17E apresentou o presente a Eglom rei de Moabe; e era Eglom homem muito gordo.

18E logo que apresentou o presente, despediu à gente que o havia trazido.

19Mas ele se virou desde os ídolos que estão em Gilgal, e disse: Rei, uma palavra secreta tenho que dizer-te. Ele então disse: Cala. E sairam-se de com ele todos os que diante dele estavam.

20E chegou-se Eúde a ele, o qual estava sentado sozinho em uma sala de verão. E Eúde disse: Tenho palavra de Deus para ti. Ele então se levantou da cadeira.

21Mas Eúde meteu sua mão esquerda, e tomou o punhal de seu lado direito, e meteu-o pelo ventre;

22De tal maneira que a empunhadura entrou também atrás a lâmina, e a gordura encerrou a lâmina, que ele não tirou o punhal de seu ventre: e saiu dele fezes.

23E saindo Eúde ao pátio, fechou atrás si as portas da sala.

24E saído ele, vieram seus servos, os quais vendo as portas da sala fechadas, disseram: Sem dúvida ele está fazendo suas necessidades na sala de verão.

25E havendo esperado até estar confusos, pois que ele não abria as portas da sala, tomaram a chave e abriram: e eis que seu senhor caído em terra morto.

26Mas enquanto que eles se demoravam, Eúde se escapou, e passando os ídolos, salvou-se em Seirá.

27E quando entrou, tocou a trombeta no monte de Efraim, e os filhos de Israel desceram com ele do monte, e ele ia adiante deles.

28Então ele lhes disse: Segui-me, porque o SENHOR entregou vossos inimigos os moabitas em vossas mãos. E desceram atrás dele, e tomaram os vaus do Jordão a Moabe, e não deixaram passar a ninguém.

29E naquele tempo feriram dos moabitas como dez mil homens, todos valentes e todos homens de guerra; não escapou homem.

30Assim restou Moabe subjugado aquele dia sob a mão de Israel: e repousou a terra oitenta anos.

31Depois deste foi Sangar filho de Anate, o qual feriu seiscentos homens dos filisteus com uma aguilhada de bois; e ele também salvou a Israel.

1Mas os filhos de Israel voltaram a fazer o mal aos olhos do SENHOR, depois da morte de Eúde.

2E o SENHOR os vendeu em mão de Jabim rei de Canaã, o qual reinou em Hazor: e o capitão de seu exército se chamava Sísera, e ele habitava em Harosete das nações.

3E os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, porque aquele tinha novecentos carros de ferro: e havia afligido em grande maneira aos filhos de Israel por vinte anos.

4E governava naquele tempo a Israel uma mulher, Débora, profetisa, mulher de Lapidote:

5A qual se sentava debaixo da palmeira de Débora entre Ramá e Betel, no monte de Efraim: e os filhos de Israel subiam a ela a juízo.

6E ela mandou chamar a Baraque filho de Abinoão, de Quedes de Naftali, e disse-lhe: Não te mandou o SENHOR Deus de Israel, dizendo: Vai, e ajunta gente no monte de Tabor, e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftali, e dos filhos de Zebulom:

7E eu atrairei a ti ao ribeiro de Quisom a Sísera, capitão do exército de Jabim, com seus carros e seu exército, e o entregarei em tuas mãos?

8E Baraque lhe respondeu: Se tu fores comigo, eu irei: mas se não fores comigo, não irei.

9E ela disse: Irei contigo; mas não será tua honra no caminho que vais; porque por mão de mulher venderá o SENHOR a Sísera. E levantando-se Débora foi com Baraque a Quedes.

10E juntou Baraque a Zebulom e a Naftali em Quedes, e subiu com dez mil homens a seu mando, e Débora subiu com ele.

11E Héber queneu, dos filhos de Hobabe sogro de Moisés, havia se afastado dos queneus, e posto sua tenda até o vale de Zaanim, que está junto a Quedes.

12Vieram, pois, as notícias a Sísera como Baraque filho de Abinoão havia subido ao monte de Tabor.

13E reuniu Sísera todos os seus carros, novecentos carros de ferro, com todo o povo que com ele estava, desde Harosete das Nações até o ribeiro de Quisom.

14Então Débora disse a Baraque: Levanta-te; porque este é o dia em que o SENHOR entregou a Sísera em tuas mãos: Não saiu o SENHOR diante de ti? E Baraque desceu do monte de Tabor, e dez mil homens atrás dele.

15E o SENHOR derrotou a Sísera, e a todos os seus carros e a todo seu exército, a fio de espada diante de Baraque: e Sísera desceu do carro, e fugiu a pé.

16Mas Baraque seguiu os carros e o exército até Harosete das Nações, e todo aquele exército de Sísera caiu a fio de espada até não restar nenhum.

17E Sísera se refugiou a pé à tenda de Jael mulher de Héber queneu; porque havia paz entre Jabim rei de Hazor e a casa de Héber queneu.

18E saindo Jael a receber a Sísera, disse-lhe: Vem, senhor meu, vem a mim, não tenhas medo. E ele veio a ela à tenda, e ela lhe cobriu com uma manta.

19E ele lhe disse: Rogo-te me dês a beber um pouco de água, que tenho sede. E ela abriu um odre de leite e deu-lhe de beber, e voltou-lhe a cobrir.

20E ele lhe disse: Fica-te à porta da tenda, e se alguém vier, e te perguntar, dizendo: Há aqui alguém? Tu responderás que não.

21E Jael, mulher de Héber, tomou uma estaca da tenda, e pondo uma marreta em sua mão, veio a ele caladamente, e meteu-lhe a estaca pela têmpora, e encravou-o na terra, pois ele estava carregado de sonho e cansado; e assim morreu.

22E seguindo Baraque a Sísera, Jael saiu a recebê-lo, e disse-lhe: Vem, e te mostrarei ao homem que tu buscas. E ele entrou de onde ela estava, e eis que Sísera jazia morto com a estaca pela têmpora.

23Assim abateu Deus aquele dia a Jabim, rei de Canaã, diante dos filhos de Israel.

24E a mão dos filhos de Israel começou a crescer e a fortificar-se contra Jabim rei de Canaã, até que o destruíram.

1E aquele dia cantou Débora, com Baraque, filho de Abinoão, dizendo:

2Porque vingou as injúrias de Israel, Porque o povo se ofereceu de sua vontade, Louvai ao SENHOR.

3Ouvi, reis; estai atentos, ó príncipes: Eu cantarei ao SENHOR, Cantarei salmos ao SENHOR Deus de Israel.

4Quando saíste de Seir, ó SENHOR, Quando te apartaste do campo de Edom, A terra tremeu, e os céus destilaram, E as nuvens gotejaram águas.

5Os montes se derreteram diante do SENHOR, Até o Sinai, diante do SENHOR Deus de Israel.

6Em os dias de Sangar filho de Anate, Em os dias de Jael, cessaram os caminhos, E os que andavam pelas sendas apartavam-se por veredas torcidas.

7As aldeias haviam cessado em Israel, haviam decaído; Até que eu Débora me levantei, Me levantei mãe em Israel.

8Em escolhendo novos deuses, A guerra estava às portas: Se via escudo ou lança Entre quarenta mil em Israel?

9Meu coração está pelos líderes de Israel, Os que com boa vontade se ofereceram entre o povo: Louvai ao SENHOR.

10Vós os que cavalgais em asnas brancas, Os que presidis em juízo, E vós os que viajais, falai.

11Longe do ruído dos arqueiros, nos bebedouros, Ali repetirão as justiças do SENHOR, As justiças de suas vilas em Israel; Então o povo do SENHOR desceu às portas.

12Desperta, desperta, Débora; Desperta, desperta, profere um cântico. Levanta-te, Baraque, e leva teus cativos, filho de Abinoão.

13Então fez que o que restou do povo, senhoreie aos poderosos: o SENHOR me fez senhorear sobre os fortes.

14De Efraim saiu sua raiz contra Amaleque, Depois ti, Benjamim, contra teus povos; De Maquir desceram príncipes, E de Zebulom os que costumavam manejar vara de oficial.

15Príncipes também de Issacar foram com Débora; E como Issacar, também Baraque Se pôs a pé no vale. Das divisões de Rúben houve grandes impressões do coração.

16Por que te restaste entre os currais, Para ouvir os balidos dos rebanhos? Das divisões de Rúben Grandes foram os questionamentos do coração.

17Gileade se restou da outra parte do Jordão: E Dã por que se esteve junto aos navios? Manteve-se Aser à beira do mar, E ficou em seus portos.

18O povo de Zebulom expôs sua vida à morte, E Naftali nas alturas do campo.

19Vieram reis e lutaram: Então lutaram os reis de Canaã Em Taanaque, junto às águas de Megido, Mas não levaram despojo algum de dinheiro.

20Dos céus lutaram: As estrelas desde suas órbitas lutaram contra Sísera.

21Varreu-os o ribeiro de Quisom, O antigo ribeiro, o ribeiro de Quisom. Pisaste, ó alma minha, com força.

22Espancaram-se então os cascos dos cavalos pelas arremetidas, pelos galopes de seus fortes cavalos.

23Amaldiçoai a Meroz, disse o anjo do SENHOR: Amaldiçoai severamente a seus moradores, Porque não vieram em socorro ao SENHOR, Em socorro ao SENHOR contra os fortes.

24Bendita seja entre as mulheres Jael, Mulher de Héber queneu; Sobre as mulheres bendita seja na tenda.

25Ele pediu água, e deu-lhe ela leite; Em taça de nobres lhe apresentou manteiga.

26Sua mão estendeu à estaca, E sua direita a marreta de trabalhadores; E golpeou a Sísera, feriu sua cabeça, esmagou e atravessou suas têmporas.

27Caiu encurvado entre seus pés, ficou estendido: Entre seus pés caiu encurvado; Onde se encurvou, ali caiu morto.

28A mãe de Sísera olha à janela, E por entre as grades a vozes disse: Por que se detém seu carro, que não vem? Por que as rodas de seus carros se tardam?

29As mais avisadas de suas damas lhe respondiam; E ainda ela se respondia a si mesma.

30Não acharam despojos, e os estão repartindo? A cada um uma moça, ou duas: Os despojos de cores para Sísera, Os despojos bordados de cores: A roupa de cor bordada de ambos os lados, para os pescoços dos que tomaram os despojos.

31Assim pereçam todos os teus inimigos, ó SENHOR: Mas os que lhe amam, sejam como o sol quando nasce em sua força. E a terra repousou quarenta anos.

"A ansiedade não esvazia o amanhã de suas tristezas; apenas esvazia o hoje de sua força."

Charles H. Spurgeon

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