Day 44 / 365
Números 13–15
Números 13–15
1E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:
2“Envia homens que reconheçam a terra de Canaã, a qual eu dou aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, cada um líder entre eles.”
3E Moisés os enviou desde o deserto de Parã, conforme a palavra do SENHOR; e todos aqueles homens eram líderes dos filhos de Israel.
4Os nomes dos quais são estes: da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur.
5Da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori.
6Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné.
7Da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José.
8Da tribo de Efraim, Oseias, filho de Num.
9Da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu.
10Da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi.
11Da tribo de José: pela tribo de Manassés, Gadi, filho de Susi.
12Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali.
13Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael.
14Da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi.
15Da tribo de Gade, Guel, filho de Maqui.
16Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou para reconhecer a terra; e a Oseias, filho de Num, Moisés lhe pôs o nome de Josué.
17Então Moisés os enviou para reconhecer a terra de Canaã, dizendo-lhes: “Subi por aqui, pelo sul, e subi ao monte:
18e observai a terra que tal é; e o povo que a habita, se é forte ou débil, se pouco ou numeroso;
19qual é a terra habitada, se é boa ou má; e quais são as cidades habitadas, se de tendas ou de fortalezas;
20e qual é o terreno, se é fértil ou fraco, se nele há ou não árvores; esforçai-vos, e colhei do fruto daquela terra.” E o tempo era o tempo das primeiras uvas.
21E eles subiram, e reconheceram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, entrando em Hamate.
22E subiram pelo sul, e vieram até Hebrom: e ali estavam Aimã, e Sesai, e Talmai, filhos de Anaque. Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã, a do Egito.
23E chegaram até o ribeiro de Escol, e dali cortaram um ramo com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois em uma vara, e das romãs e dos figos.
24E chamou-se aquele lugar vale de Escol pelo cacho que cortaram dali os filhos de Israel.
25E voltaram de reconhecer a terra ao fim de quarenta dias.
26E andaram e vieram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel, no deserto de Parã, em Cades, e deram-lhes a resposta, e a toda a congregação, e lhes mostraram o fruto da terra.
27E lhe contaram, e disseram: Nós chegamos à terra à qual nos enviaste, a que certamente flui leite e mel; e este é o fruto dela.
28Mas o povo que habita aquela terra é forte, e as cidades muito grandes e fortes; e também vimos ali os filhos de Anaque.
29Amaleque habita a terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus, habitam no monte; e os cananeus habitam junto ao mar, e à beira do Jordão.
30Então Calebe fez calar o povo diante de Moisés, e disse: Subamos logo, e passemos a ela; que mais poderemos que ela.
31Mas os homens que subiram com ele, disseram: Não poderemos subir contra aquele povo; porque é mais forte que nós.
32E falaram mal entre os filhos de Israel da terra que haviam reconhecido, dizendo: A terra por de onde passamos para reconhecê-la, é terra que consome a seus moradores; e todo o povo que vimos em meio dela, são homens de grande estatura.
33Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, raça dos gigantes: e éramos nós, à nossa aparência, como gafanhotos; e assim lhes parecíamos a eles.
1Então toda a congregação levantaram grito, e deram vozes: e o povo chorou aquela noite.
2E queixaram-se contra Moisés e contra Arão todos os filhos de Israel; e disse-lhes toda a multidão: Melhor seria se tivéssemos morrido na terra do Egito; ou melhor seria se tivéssemos morrido neste deserto!
3E por que nos traze o SENHOR a esta terra para cair à espada e que nossas mulheres e nossos meninos sejam por presa? não nos seria melhor voltarmos ao Egito?
4E diziam um ao outro: Façamos um capitão, e voltemos ao Egito.
5Então Moisés e Arão caíram sobre seus rostos diante de toda a multidão da congregação dos filhos de Israel.
6E Josué filho de Num, e Calebe filho de Jefoné, que eram dos que haviam reconhecido a terra, rasgaram suas roupas;
7E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra por de onde passamos para reconhecê-la, é terra em grande maneira boa.
8Se o SENHOR se agradar de nós, ele nos porá nesta terra, e a entregará a nós; terra que flui leite e mel.
9Portanto, não sejais rebeldes contra o SENHOR, nem temais ao povo desta terra, porque nosso pão são: seu amparo se afastou deles, e conosco está o SENHOR: não os temais.
10Então toda a multidão falou de apedrejá-los com pedras. Mas a glória do SENHOR se mostrou no tabernáculo do testemunho a todos os filhos de Israel.
11E o SENHOR disse a Moisés: Até quando me há de irritar este povo? até quando não me há de crer com todos os sinais que fiz em meio deles?.
12Eu lhe ferirei de mortandade, e o destruirei, e a ti te porei sobre gente grande e mais forte que eles.
13E Moisés respondeu ao SENHOR: Logo os egípcios o ouvirão, porque do meio deles tiraste a este povo com tua força:
14E o dirão aos habitantes desta terra; os quais ouviram que tu, ó SENHOR, estavas em meio deste povo, que olho a olho aparecias tu, ó SENHOR, e que tua nuvem estava sobre eles, e que de dia ias diante deles em coluna de nuvem, e de noite em coluna de fogo.
15E que fizeste morrer a este povo como a um homem: e as nações que houverem ouvido tua fama falarão, dizendo:
16Porque não pôde o SENHOR meter este povo na terra da qual lhes havia jurado, os matou no deserto.
17Agora, pois, eu te rogo que seja engrandecida a força do Senhor, como o falaste, dizendo:
18O SENHOR, tardio de ira e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a rebelião, e deixa impune o culpado; que visita a maldade dos pais sobre os filhos até a terceira geração e até a quarta.
19Perdoa agora a iniquidade deste povo segundo a grandeza de tua misericórdia, e como perdoaste a este povo desde Egito até aqui.
20Então o SENHOR disse: Eu o perdoei conforme tu dito:
21Mas, certamente vivo eu e minha glória inche toda a terra,
22Que todos os que viram minha glória e meus sinais que fiz no Egito e no deserto, e me tentaram já dez vezes, e não ouviram minha voz,
23Não verão a terra da qual jurei a seus pais: não, nenhum dos que me irritaram a verá.
24Porém meu servo Calebe, porquanto houve nele outro espírito, e cumpriu de ir após mim, eu o porei na terra onde entrou e sua descendência a receberá em herança.
25Agora bem, os amalequitas e os cananeus habitam no vale; voltai-vos amanhã, e parti-vos ao deserto, caminho do mar Vermelho.
26E o SENHOR falou a Moisés e a Arão, dizendo:
27Até quando ouvirei esta depravada multidão que murmura contra mim, as queixas dos filhos de Israel, que de mim se queixam?
28Dize-lhes: Vivo eu, diz o SENHOR, que segundo falastes a meus ouvidos, assim farei eu convosco:
29Neste deserto cairão vossos corpos; todos vossos contados segundo toda vossa contagem, de vinte anos acima, os quais murmurastes contra mim;
30Vós à verdade não entrareis na terra, pela qual levantei minha mão de fazer-vos habitar nela; exceto a Calebe filho de Jefoné, e a Josué filho de Num.
31Mas vossos meninos, dos quais dissestes que seriam por presa, eu os introduzirei, e eles conhecerão a terra que vós desprezastes.
32E quanto a vós, vossos corpos cairão neste deserto.
33E vossos filhos andarão pastoreando no deserto quarenta anos, e eles levarão vossas prostituições, até que vossos corpos sejam consumidos no deserto.
34Conforme o número dos dias, dos quarenta dias em que reconhecestes a terra, levareis vossas iniquidades quarenta anos, ano por cada dia; e conhecereis meu castigo.
35Eu sou o SENHOR falei; assim farei a toda esta multidão perversa que se juntou contra mim; neste deserto serão consumidos, e ali morrerão.
36E os homens que Moisés enviou para reconhecer a terra, e depois de voltarem, fizeram toda a congregação murmurar contra ele, trazendo um mau relato daquela terra,
37aqueles homens que haviam falado mal da terra, morreram de praga diante do SENHOR.
38Mas Josué filho de Num, e Calebe filho de Jefoné, restaram com vida dentre aqueles homens que haviam ido a reconhecer a terra.
39E Moisés disse estas coisas a todos os filhos de Israel, e o povo ficou em muito luto.
40E levantaram-se pela manhã, e subiram ao cume do monte, dizendo: Eis-nos aqui para subir ao lugar do qual falou o SENHOR; porque pecamos.
41E disse Moisés: Por que quebrantais o dito do SENHOR? Isto tampouco vos sucederá bem.
42Não subais, porque o SENHOR não está em meio de vós, não sejais feridos diante de vossos inimigos.
43Porque os amalequitas e os cananeus estão ali diante de vós, e caireis à espada: pois porquanto vos desviastes de seguir ao SENHOR, por isso não será o SENHOR convosco.
44Todavia, se insistiram em subir por cima do monte: mas a arca da aliança do SENHOR, e Moisés, não se apartaram do meio do acampamento.
45E desceram os amalequitas e os cananeus, que habitavam naquele monte, e os feriram e os derrotaram, perseguindo-os até Hormá.
1E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:
2Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra de vossas habitações, que eu vos dou,
3E fizerdes oferta queimada ao SENHOR, holocausto, ou sacrifício, por especial voto, ou de vossa vontade, ou para fazer em vossas solenidades cheiro suave ao SENHOR, de vacas ou de ovelhas;
4Então o que oferecer sua oferta ao SENHOR, trará por oferta de cereais um décimo de um efa de boa farinha, amassada com a quarta parte de um him de azeite;
5E de veio para a libação oferecerás a quarta parte de um him, além do holocausto ou do sacrifício, por cada cordeiro.
6E para cada carneiro farás oferta de cereais de dois décimos de efa de boa farinha, amassada com o terço de um him de azeite.
7e de vinho para a libação oferecerás o terço de um him, em cheiro suave ao SENHOR.
8E quando oferecerdes novilho em holocausto ou sacrifício, por especial voto, ou pacífico ao SENHOR,
9Oferecerás com o novilho uma oferta de cereais de três décimos de efa de boa farinha, amassada com a metade de um him de azeite:
10E de vinho para a libação oferecerás a metade de um him, em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.
11Assim se fará com cada um boi, ou carneiro, ou cordeiro, o mesmo de ovelhas que de cabras.
12Conforme o número assim fareis com cada um segundo o número deles.
13Todo natural fará estas coisas assim, para apresentar oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.
14E quando habitar convosco estrangeiro, ou qualquer um que estiver entre vós nas vossas gerações, se apresentar uma oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR, como vós fizerdes, assim fará ele.
15Um mesmo estatuto tereis, vós da congregação e o estrangeiro que convosco mora; estatuto que será perpétuo por vossas gerações: como vós, assim será o peregrino diante do SENHOR.
16Uma mesma lei e um mesmo regulamento tereis, vós e o peregrino que convosco mora.
17E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
18Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes entrado na terra à qual eu vos levo,
19Será que quando começardes a comer o pão da terra, oferecereis oferta ao SENHOR.
20Da primeira parte que amassardes, oferecereis um bolo como oferta; como a oferta da eira, assim o oferecereis.
21Das primícias de vossas massas dareis ao SENHOR oferta por vossas gerações.
22E quando errardes, e não fizerdes todos estes mandamentos que o SENHOR disse a Moisés,
23Todas as coisas que o SENHOR vos mandou pela mão de Moisés, desde o dia que o SENHOR o mandou, e daí em diante por vossas gerações,
24Será que, se o pecado foi feito involuntariamente por ignorância da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho por holocausto, em cheiro suave ao SENHOR, com sua oferta de cereais e sua libação, conforme a lei; e um bode macho por expiação.
25E o sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel; e lhes será perdoado, porque foi erro por ignorância; eles trarão sua oferta, oferta queimada ao SENHOR, e sua expiação diante do SENHOR, por causa do seu erro;
26E será perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e ao estrangeiro que peregrina entre eles, porque foi erro por ignorância de todo o povo.
27E se uma pessoa pecar por ignorância, oferecerá uma cabra de um ano por expiação.
28E o sacerdote fará expiação pela pessoa que houver pecado, quando pecar por ignorância diante do SENHOR, e a reconciliará, e lhe será perdoado.
29O natural entre os filhos de Israel, e o peregrino que habitar entre eles, uma mesma lei tereis para o que fizer algo por acidente.
30Mas a pessoa que fizer algo com mão soberba, tanto o natural como o estrangeiro, ao SENHOR blasfemou; e a tal pessoa será eliminada do meio de seu povo.
31Porquanto teve em pouco a palavra do SENHOR, e deu por nulo seu mandamento, inteiramente será eliminada a tal pessoa: sua iniquidade será sobre ela.
32E estando os filhos de Israel no deserto, acharam um homem que recolhia lenha em dia de sábado.
33E os que lhe acharam recolhendo lenha trouxeram-lhe a Moisés e a Arão, e a toda a congregação:
34E puseram-no no cárcere, porque não estava declarado que lhe haviam de fazer.
35E o SENHOR disse a Moisés: Invariavelmente morra aquele homem; apedreje-o com pedras toda a congregação fora do acampamento.
36Então o tirou a congregação fora do acampamento, e apedrejaram-no com pedras, e morreu; como o SENHOR mandou a Moisés.
37E o SENHOR falou a Moisés, dizendo:
38Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes que se façam franjas) nos arremates de suas roupas, por suas gerações; e ponham em cada franja dos arremates um cordão de azul:
39E vos servirá de franja, para que quando o virdes, vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR, para praticá-los; e não olheis segundo vosso coração e vossos olhos, atrás dos quais prostituís:
40Para que vos lembreis, e façais todos meus mandamentos, e sejais santos a vosso Deus.
41Eu sou o SENHOR vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus: Eu sou o SENHOR vosso Deus.
"A Bíblia está viva, ela me fala; tem pés, corre atrás de mim; tem mãos, me agarra."
— Martin Luther