Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 362 / 365

Apocalipse 9–12

Apocalipse 9–12

1E o quinto anjo tocou sua trombeta; e eu vi uma estrela que caiu do céu sobre a terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo.

2E o poço do abismo foi aberto; e subiu fumaça do poço, como a fumaça de uma grande fornalha; e o sol e o ar se escureceram por causa da fumaça do poço.

3E da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra; e foi dado a eles poder como o poder que os escorpiões da terra têm.

4E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a nenhuma planta verde, nem a nenhuma árvore; mas sim somente aos homens que não têm o sinal de Deus em suas testas.

5E foi-lhes concedido que não os matassem, mas sim que os atormentassem por cinco meses; e o tormento deles era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere ao homem.

6E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles.

7E a aparência dos gafanhotos era semelhante à de cavalos preparados para a batalha; e sobre as cabeças deles havia como coroas, semelhantes ao ouro; e seus rostos eram como rostos de homens.

8E tinham cabelos como cabelos de mulheres; e seus dentes eram como os de leões.

9E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído de suas asas era como o ruído de carruagens de muitos cavalos correndo para a batalha.

10E tinham caudas semelhantes às de escorpiões; e ferrões em suas caudas; e seu poder era de por cinco meses causarem dano aos homens.

11E tinham como rei sobre eles ao anjo do abismo; o nome dele em hebraico é “Abadom”, e em grego tem por nome “Apoliom”.

12Um ai já passou; eis que depois disto ainda vêm dois ais.

13E o sexto anjo tocou sua trombeta; e eu ouvi uma voz dos quatro chifres do altar de ouro, que estava diante de Deus.

14A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: “Solta os quatro anjos que estão presos junto ao grande rio Eufrates.”

15E foram soltos os quatro anjos, que tinham sido preparados para a hora, dia, mês e ano, para matarem a terça parte da humanidade.

16E o número dos exércitos de cavaleiros era duzentos milhões; e eu ouvi o número deles.

17E assim eu vi os cavalos n esta visão; e os que cavalgavam sobre eles tinham couraças de fogo, de jacinto e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo, fumaça e enxofre.

18Por estes três a terça parte dos homens foi morta, pela fogo, pela fumaça e pelo enxofre que saía de suas bocas.

19Porque o poder deles está em sua boca, e em suas caudas; porque suas caudas são semelhantes a serpentes tendo cabeças, e com elas causam dano.

20E o resto da humanidade, que não foi morta por estas pragas, não se arrependeu das obras de suas mãos, para não adorar os demônios, e ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar;

21E não se arrependeu de seus homicídios, nem de suas feitiçarias, nem de seu pecado sexual, nem de seus roubos.

1E eu vi outro forte anjo descendo do céu, vestido com uma nuvem; e por cima de sua cabeça estava o arco colorido celeste; e o rosto dele era como o sol, e os pés dele como coluna de fogo.

2E na mão dele tinha um livrinho aberto; e pôs seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra.

3E clamou em alta voz, como quando o leão ruge; e quando ele clamou, os sete trovões falaram suas vozes.

4E quando os sete trovões falaram suas vozes, eu estava a pondo de escrevê -las ; mas eu ouvi uma voz do céu me dizer: “Sela as coisas que os sete trovões falaram, e não as escrevas.”

5E o anjo que eu vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou sua mão ao céu,

6E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e as coisas que nele há, e a terra e as coisas que nela há, e o mar e as coisas que nele há, que não haverá mais tempo;

7Mas que nos dias da voz do sétimo anjo, quando sua trombeta estiver a ponto de tocar, o mistério de Deus se cumprirá, assim como ele bem anunciou aos seus servos e profetas.

8E a voz que eu tinha ouvido do céu voltou a falar comigo, e disse: “Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está sobre o mar e sobre a terra.”

9E eu fui até o anjo, dizendo-lhe: “Dá-me o livrinho.” E ele me disse: “Toma-o, e come-o; e fará amargo o teu ventre, mas em tua boca será doce como mel.”

10E eu tomei o livrinho da mão do anjo, e comi; e ele era em minha boca doce como o mel; mas quando eu o comi, meu ventre ficou amargo.

11E ele me disse: “É necessário que profetizes outra vez a muitos povos, nações, línguas e reis.”

1E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara de medir ; e o anjo ficou de pé , dizendo: “Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.

2Mas deixa fora ao pátio, que está fora do templo, e não o meças; porque ele foi dado às nações; e pisarão a santa cidade por quarenta e dois meses.

3E eu darei autoridade às minhas duas testemunhas, e elas profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de sacos.”

4Estas são as duas oliveiras, e os dois castiçais, que estão diante do Deus da terra.

5E se alguém quiser lhes maltratar, fogo sai da sua boca, e devora aos inimigos delas; e se alguém quiser lhes maltratar, é necessário que assim seja morto.

6Estas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para as transformar em sangue, e para ferir a terra com toda praga, tantas vezes quantas quiserem.

7E quando elas terminarem seu testemunho, a besta, que sobe do abismo, fará guerra contra elas, e as vencerá, e as matará.

8E os cadáveres delas jazerão na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde nosso Senhor também foi crucificado.

9E os dos povos, tribos, línguas e nações verão os cadáveres delas por três dias e meio, e não permitirão que os cadáveres delas sejam postos em sepulcros.

10E os que habitam sobre a terra se alegrarão sobre elas, e ficarão contentes, e enviarão presentes uns aos outros, porque estes dois profetas atormentarão aos que habitam sobre a terra.

11E depois daqueles três dias e meio, entrou nelas o espírito de vida de Deus, e se puseram sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que as viram.

12E elas ouviram uma grande voz do céu lhes dizendo: “Subi aqui!” E elas subiram ao céu em uma nuvem; e seus inimigos as viram.

13E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e a décima parte da cidade caiu, e no terremoto foram mortos sete mil nomes humanos; e os restantes ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

14O segundo ai já passou; eis que o terceiro ai logo vem.

15E o sétimo anjo tocou a trombeta, e houve grandes vozes no céu, dizendo: “Os reinos do mundo se tornaram do nosso Senhor, e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.”

16E os vinte e quatro anciãos, que estão sentados diante de Deus em seus tronos, prostraram-se sobre seus rostos, e adoraram a Deus,

17dizendo: “Graças te damos, Senhor Deus, o Todo-Poderoso, o que é, e que era, e que virá; porque tomaste o teu grande poder, e tens reinado;

18E as nações se iraram, porém veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para serem julgados, e para tu dares a recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes; e para destruir os que destroem a terra.”

19E o templo de Deus se abriu no céu, e a arca de seu pacto foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos, e grande queda de granizo.

1E um grande sinal foi visto no céu: uma mulher vestida do sol, e a lua debaixo dos pés dela, e sobre sua cabeça uma coroa de doze estrelas;

2E ela estava grávida, gritando, tendo dores de parto, e sendo atormentada pelo trabalho de parto.

3E foi visto outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre suas cabeças sete coroas.

4E sua cauda levava após si a terça parte das estrelas do céu, e as lançou sobre a terra; e o dragão ficou parado diante da mulher, que estava a ponto de gerar filho ; para que, quando ela desse à luz, o dragão devorasse o filho dela.

5E ela gerou um filho macho, que com vara de ferro ia dominar todas as nações; e o filho dela foi arrebatado para Deus e para o seu trono.

6E a mulher fugiu para o deserto, onde ela tinha lugar preparado por Deus, para que ali a alimentassem por mil duzentos e sessenta dias.

7E houve batalha no céu: Miguel e seus anjos batalhavam contra o dragão; e batalhava também contra eles o dragão e seus anjos.

8Mas eles não prevaleceram, nem mais o lugar deles foi achado nos céus.

9E foi lançado o grande dragão, a serpente antiga, chamada o diabo e Satanás, que engana a todo o mundo; ele foi lançado na terra, e seus anjos foram lançados com ele.

10E eu ouvi uma grande voz no céu, dizendo: “Agora veio a salvação, e a força, e o reino de nosso Deus, e o poder de seu Cristo; porque já foi lançado abaixo o acusador dos nossos irmãos, o qual os acusava diante de nosso Deus dia e noite.

11E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra do testemunho deles; e eles não amaram suas vidas até a morte.

12Por isso alegrai-vos, ó céus, e os que nele habitais! Ai dos que habitam na terra, e no mar! Porque o diabo desceu até vos, tendo grande ira, sabendo que ele tem pouco tempo.”

13E quando o dragão viu que havia sido lançado na terra, ele perseguiu a mulher que tinha dado à luz o menino.

14E foram dadas à mulher duas asas de grande água, para que voasse ao deserto, ao lugar dela, onde ali é alimentada por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo, longe da face da serpente.

15E a serpente lançou de sua boca água como de um rio, atrás da mulher, para fazer com que esta mulher seja levada pela correnteza.

16E a terra ajudou a mulher, e a terra abriu a sua boca, e engoliu o rio que o dragão havia lançado de sua boca.

17E o dragão se irou contra a mulher, e saiu para fazer guerra contra os restantes da descendência dela, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.

"A fé é crer no que não se vê; a recompensa dessa fé é ver aquilo em que se crê."

Augustine of Hippo

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