Day 35 / 365
Levítico 13–15
Levítico 13–15
1E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
2Quando o homem tiver na pele de sua carne inchaço, ou pústula, ou mancha branca, e houver na pele de sua carne como chaga de lepra, será trazido a Arão o sacerdote, ou a um dos sacerdotes seus filhos:
3E o sacerdote olhará a chaga na pele da carne: se o pelo na chaga se tornou branco, e parecer a chaga mais profunda que a pele da carne, chaga de lepra é; e o sacerdote lhe reconhecerá, e lhe dará por impuro.
4E se na pele de sua carne houver mancha branca, mas não parecer mais profunda que a pele, nem seu pelo se houver tornado branco, então o sacerdote encerrará ao que tem chagas por sete dias;
5E ao sétimo dia o sacerdote o olhará; e se a chaga a seu parecer se houver parado, não havendo-se estendido na pele, então o sacerdote lhe voltará a encerrar por outros sete dias.
6E ao sétimo dia o sacerdote lhe reconhecerá de novo; e se parece haver-se escurecido a chaga, e que não estendeu na pele, então o sacerdote o dará por limpo: era pústula; e lavará suas roupas, e será limpo.
7Mas se houver ido crescendo a pústula na pele, depois que foi mostrado ao sacerdote para ser limpo, será visto outra vez pelo sacerdote:
8E se reconhecendo-o o sacerdote, vê que a pústula cresceu na pele, o sacerdote o dará por impuro: é lepra.
9Quando houver chaga de lepra no homem, será trazido ao sacerdote;
10E o sacerdote olhará, e se parecer inchaço branco na pele, o qual tenha mudado a cor do pelo, e se descobre também a carne viva,
11Lepra é envelhecida na pele de sua carne; e lhe dará por impuro o sacerdote, e não lhe encerrará, porque é impuro.
12Mas se brotar a lepra estendendo pela pele, e ela cobrir toda a pele do que tem chagas desde sua cabeça até seus pés, a toda vista de olhos do sacerdote;
13Então o sacerdote lhe reconhecerá; e se a lepra houver coberto toda sua carne, dará por limpo ao que tem chagas: tornou-se toda ela branca; e ele é limpo.
14Mas o dia que parecer nele a carne viva, será impuro.
15E o sacerdote olhará a carne viva, e o dará por impuro. É impura a carne viva: é lepra.
16Mas quando a carne viva se mudar e tornar branca, então virá ao sacerdote;
17E o sacerdote olhará, e se a chaga se houver tornado branca, o sacerdote dará por limpo ao que tinha a chaga, e será limpo.
18E quando na carne, em sua pele, houver úlcera, e se sarar,
19E suceder no lugar da úlcera inchaço branco, ou mancha branca avermelhada, será mostrado ao sacerdote:
20E o sacerdote olhará; e se parecer estar mais baixa que sua pele, e seu pelo se houver tornado branco, o dará o sacerdote por impuro: é chaga de lepra que se originou na úlcera.
21E se o sacerdote a considerar, e não parecer nela pelo branco, nem estiver mais baixa que a pele, mas sim escura, então o sacerdote o encerrará por sete dias:
22E se se for estendendo pela pele, então o sacerdote o dará por impuro: é chaga.
23Porém se a mancha branca estiver em seu lugar, que não tenha estendido, é a cicatriz da úlcera; e o sacerdote o dará por limpo.
24Assim quando a carne tiver em sua pele queimadura de fogo, e houver no sarado do fogo mancha esbranquiçada, avermelhada ou branca,
25O sacerdote a olhará; e se o pelo se houver tornado branco na mancha, e parecer estar mais profunda que a pele, é lepra que saiu na queimadura; e o sacerdote declarará ao sujeito impuro, por ser chaga de lepra.
26Mas se o sacerdote a olhar, e não parecer na mancha pelo branco, nem estiver mais baixa que a pele, mas sim que está escura, lhe encerrará o sacerdote por sete dias;
27E ao sétimo dia o sacerdote a reconhecerá: se se houver ido estendendo pela pele, o sacerdote o dará por impuro: é chaga de lepra.
28Porém se a mancha estiver em seu lugar, e não se houver estendido na pele, a não ser que está escura, inchaço é da queimadura: o dará o sacerdote por limpo; que sinal da queimadura é.
29E ao homem ou mulher que lhe sair chaga na cabeça, ou no queixo,
30O sacerdote olhará a chaga; e se parecer estar mais profunda que a pele, e o pelo nela fora ruivo e fino, então o sacerdote o dará por impuro: é tinha, é lepra da cabeça ou do queixo.
31Mas quando o sacerdote houver olhado a chaga da tinha, e não parecer estar mais profunda que a pele, nem for nela pelo negro, o sacerdote encerrará ao que tem chagas da tinha por sete dias:
32E ao sétimo dia o sacerdote olhará a chaga: e se a tinha não parecer haver-se estendido, nem houver nela pelo ruivo, nem parecer a tinha mais profunda que a pele,
33Então o raparão, mas não raparão o lugar da tinha: e encerrará o sacerdote ao que tem a tinha por outros sete dias.
34E ao sétimo dia olhará o sacerdote a tinha; e se a tinha não houver estendido na pele, nem parecer estar mais profunda que a pele, o sacerdote o dará por limpo; e lavará suas roupas, e será limpo.
35Porém se a tinha se houver ido estendendo na pele depois de sua purificação,
36Então o sacerdote a olhará; e se a tinha houver estendido na pele, não busque o sacerdote o pelo ruivo, é impuro.
37Mas se lhe parecer que a tinha está detida, e que saiu nela o pelo negro, a tinha está sarada; ele está limpo, e por limpo o dará o sacerdote.
38Também o homem ou mulher, quando na pele de sua carne tiver machas, machas brancas,
39O sacerdote olhará: e se na pele de sua carne parecerem machas brancas algo escurecidas, é impigem que brotou na pele, está limpa a pessoa.
40E o homem, quando se lhe cair os cabelos da cabeça, é calvo, mas limpo.
41E se à parte de seu rosto se lhe cair os cabelos da cabeça, é calvo pela frente, mas limpo.
42Mas quando na calva ou na calva da frente houver chaga branca avermelhada, lepra é que brota em sua calva ou em sua calva da frente.
43Então o sacerdote o olhará, e se parecer a inchaço da chaga branca avermelhada em sua calva ou em sua calva da frente, como o parecer da lepra da pele da carne,
44Leproso é, é impuro; o sacerdote o dará logo por impuro; em sua cabeça tem sua chaga.
45E o leproso em quem houver chaga, suas roupas serão derrotados e sua cabeça descoberta, e com o lábio superior coberto proclamará: -Imundo! -Imundo!
46Durante todo o tempo que a chaga estiver nele será imundo; estará impuro: habitará sozinho; fora do acampamento será sua morada.
47E quando na roupa houver praga de lepra, em vestido de lã, ou em vestido de linho;
48Ou na urdidura ou em trama, de linho ou de lã, ou em pele, ou em qualquer obra de pele;
49E que a praga seja verde, ou vermelha, em roupa ou em pele, ou na urdidura, ou em trama, ou em qualquer obra de pele; praga é de lepra, e se há de mostrar ao sacerdote.
50E o sacerdote olhará a praga, e encerrará a coisa que tem praga por sete dias.
51E ao sétimo dia olhará a praga: e se houver estendido a praga na roupa, ou urdidura, ou na trama, ou em pele, ou em qualquer obra que se faz de peles, lepra roedora é a praga; impura será.
52Será queimada a roupa, ou urdidura ou trama, de lã ou de linho, ou qualquer obra de peles em que houver tal praga; porque lepra roedora é; ao fogo será queimada.
53E se o sacerdote olhar, e não parecer que a praga se tenha estendido na roupa, ou urdidura, ou na trama, ou em qualquer obra de peles;
54Então o sacerdote mandará que lavem onde está a praga, e o encerrará outra vez por sete dias.
55E o sacerdote olhará depois que a praga for lavada; e se parecer que a praga não mudou seu aspecto, ainda que não tenha estendido a praga, impura é; a queimarás ao fogo; corrosão é penetrante, esteja o estragado na face ou no verso daquela coisa.
56Mas se o sacerdote a vir, e parecer que a praga se escureceu depois que foi lavada, a cortará da roupa, ou da pele, ou da urdidura, ou da trama.
57E se parecer mais no vestido, ou urdidura, ou trama, ou em qualquer coisa de peles, esverdeando nela, queimarás ao fogo aquilo onde estiver a praga.
58Porém a roupa, ou urdidura, ou trama, ou qualquer coisa de pele que lavares, e que se lhe tirar a praga, se lavará segunda vez, e então será limpa.
59Esta é a lei da praga da lepra da roupa de lã ou de linho, ou da urdidura, ou da trama, ou de qualquer coisa de pele, para que seja dada por limpa ou por impura.
1E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
2Esta será a lei do leproso quando se limpar: Será trazido ao sacerdote:
3E o sacerdote sairá fora do acampamento; e olhará o sacerdote, e vendo que está sã a praga da lepra do leproso,
4O sacerdote mandará logo que se tomem para o que se purifica duas aves vivas, limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo;
5E mandará o sacerdote matar uma ave em um vaso de barro sobre águas vivas;
6Depois tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmesim, e o hissopo, e o molhará com a ave viva no sangue da ave morta sobre as águas vivas:
7E espargirá sete vezes sobre o que se purifica da lepra, e lhe dará por limpo; e soltará a ave viva sobre a face do campo.
8E o que se purifica lavará suas roupas, e rapará todos os seus pelos, e se há de lavar com água, e será limpo: e depois entrará no acampamento, e morará fora de sua tenda sete dias.
9E será, que ao sétimo dia rapará todos os seus pelos, sua cabeça, e sua barba, e as sobrancelhas de seus olhos; finalmente, rapará todo seu pelo, e lavará suas roupas, e lavará sua carne em águas, e será limpo.
10E no oitavo dia tomará dois cordeiros sem defeito, e uma cordeira de ano sem mácula; e três décimos de efa de boa farinha para oferta amassada com azeite, e um logue de azeite.
11E o sacerdote que lhe purifica apresentará com aquelas coisas ao que se há de limpar diante do SENHOR, à porta do tabernáculo do testemunho:
12E tomará o sacerdote um cordeiro, e o oferecerá pela culpa, com o logue de azeite, e o moverá como oferta movida diante do SENHOR:
13E degolará o cordeiro no lugar onde degolam o sacrifício pelo pecado e o holocausto, no lugar do santuário: porque como o sacrifício pelo pecado, assim também o sacrifício pela culpa é do sacerdote: é coisa muito sagrada.
14E tomará o sacerdote do sangue do animal sacrificado pela culpa, e porá o sacerdote sobre a ponta da orelha direita do que se purifica, e sobre o polegar de sua mão direita, e sobre o polegar de seu pé direito.
15Também tomará o sacerdote do logue de azeite, e lançará sobre a palma de sua mão esquerda:
16E molhará seu dedo direito no azeite que tem em sua mão esquerda, e espargirá do azeite com seu dedo sete vezes diante do SENHOR:
17E do que restar do azeite que tem em sua mão, porá o sacerdote sobre a ponta da orelha direita do que se purifica, e sobre o polegar de sua mão direita, e sobre o polegar de seu pé direito, sobre o sangue da expiação pela culpa:
18E o que restar do azeite que tem em sua mão, porá sobre a cabeça do que se purifica: e fará o sacerdote expiação por ele diante do SENHOR.
19Oferecerá logo o sacerdote o sacrifício pelo pecado, e fará expiação pelo que se há de purificar de sua impureza, e depois degolará o holocausto:
20E fará subir o sacerdote o holocausto e a oferta de cereais sobre o altar. Assim fará o sacerdote expiação por ele, e será limpo.
21Mas se for pobre, que não alcançar sua mão a tanto, então tomará um cordeiro para ser oferecido como oferta movida pela culpa, para reconciliar-se, e um décimo de efa de boa farinha amassada com azeite para oferta de cereais, e um logue de azeite;
22E duas rolinhas, ou dois pombinhos, o que alcançar sua mão: e um será para expiação pelo pecado, e o outro para holocausto;
23As quais coisas trará ao oitavo dia de sua purificação ao sacerdote, à porta do tabernáculo do testemunho diante do SENHOR.
24E o sacerdote tomará o cordeiro da expiação pela culpa, e o logue de azeite, e o moverá o sacerdote como oferta movida diante do SENHOR;
25Logo degolará o cordeiro da culpa, e tomará o sacerdote do sangue da culpa, e porá sobre a ponta da orelha direita do que se purifica, e sobre o polegar de sua mão direita, e sobre o polegar de seu pé direito.
26E o sacerdote lançará do azeite sobre a palma de sua mão esquerda;
27E com seu dedo direito espargirá o sacerdote do azeite que tem em sua mão esquerda, sete vezes diante do SENHOR.
28Também porá o sacerdote do azeite que tem em sua mão sobre a ponta da orelha direita do que se purifica, e sobre o polegar de sua mão direita, e sobre o polegar de seu pé direito, no lugar do sangue da culpa.
29E o que sobrar do azeite que o sacerdote tem em sua mão, o porá sobre a cabeça do que se purifica, para reconciliá-lo diante do SENHOR.
30Também oferecerá uma das rolinhas, ou dos pombinhos, o que alcançar sua mão:
31O um do que alcançar sua mão, em expiação pelo pecado, e o outro em holocausto, ademais da oferta: e fará o sacerdote expiação pelo que se há de purificar, diante do SENHOR.
32Esta é a lei do que houver tido praga de lepra, cuja mão não alcançar o prescrito para purificar-se.
33E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
34Quando houveres entrado na terra de Canaã, a qual eu vos dou em possessão, e puser eu praga de lepra em alguma casa da terra de vossa possessão,
35Virá aquele cuja for a casa, e dará aviso ao sacerdote, dizendo: Como praga apareceu em minha casa.
36Então mandará o sacerdote, e despejarão a casa antes que o sacerdote entre a olhar a praga, para que não seja contaminado tudo o que estiver na casa: e depois o sacerdote entrará a reconhecer a casa:
37E olhará a praga: e se se virem machas nas paredes da casa, cavidades esverdeadas ou vermelhas, as quais parecerem mais profundas que a parede,
38O sacerdote sairá da casa à porta dela, e fechará a casa por sete dias.
39E ao sétimo dia voltará o sacerdote, e olhará: e se a praga houver crescido nas paredes da casa,
40Então mandará o sacerdote, e arrancarão as pedras em que estiver a praga, e as lançarão fora da cidade, em lugar impuro:
41E fará raspar a casa por dentro ao redor, e derramarão o pó que rasparem fora da cidade em lugar impuro:
42E tomarão outras pedras, e as porão em lugar das pedras tiradas; e tomarão outro barro, e rebocarão a casa.
43E se a praga voltar a esverdear naquela casa, depois que fez arrancar as pedras, e raspar a casa, e depois que foi rebocada,
44Então o sacerdote entrará e olhará; e se parecer haver-se estendido a praga na casa, lepra roedora está na casa: impura é.
45Derrubará, portanto, a tal casa, suas pedras, e seus madeiros, e toda a mistura da casa; e o tirará fora da cidade a lugar impuro.
46E qualquer um que entrar naquela casa todos os dias que a mandou fechar, será impuro até à tarde.
47E o que dormir naquela casa, lavará suas roupas; também o que comer na casa, lavará suas roupas.
48Mas se entrar o sacerdote e olhar, e vir que a praga não se estendeu na casa depois que foi rebocada, o sacerdote dará a casa por limpa, porque a praga sarou.
49Então tomará para limpar a casa duas aves, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo:
50E degolará uma ave em uma vasilha de barro sobre águas vivas:
51E tomará o pau de cedro, e o hissopo, e o carmesim, e a ave viva, e o molhará no sangue da ave morta e nas águas vivas, e espargirá a casa sete vezes:
52E purificará a casa com o sangue da ave, e com as águas vivas, e com a ave viva, e o pau de cedro, e o hissopo, e o carmesim:
53Logo soltará a ave viva fora da cidade sobre a face do campo: Assim fará expiação pela casa, e será limpa.
54Esta é a lei acerca de toda praga de lepra, e de tinha;
55E da lepra da roupa, e da casa;
56E acerca do inchaço, e da pústula, e da mancha branca:
57Para ensinar quando é impuro, e quando limpo. Esta é a lei tocante à lepra.
1E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:
2Falai aos filhos de Israel, e dizei-lhes: Qualquer homem, quando seu corrimento sair de sua carne, será impuro.
3E esta será sua impureza em seu fluxo; seja que sua carne derramou por causa de seu fluxo, ou que sua carne se obstruiu por causa de seu fluxo, ele será impuro.
4Toda cama em que se deitar o que tiver fluxo, será impura; e toda coisa sobre que se sentar, impura será.
5E qualquer um que tocar em sua cama, lavará suas roupas; lavará também a si mesmo com água, e será impuro até à tarde.
6E o que se sentar sobre aquilo em que se houver sentado o que tem fluxo, lavará suas roupas, se lavará também a si mesmo com água, e será impuro até à tarde.
7Também o que tocar a carne do que tem fluxo, lavará suas roupas, e a si mesmo se lavará com água, e será impuro até à tarde.
8E se o que tem fluxo cuspir sobre o limpo, este lavará suas roupas, e depois de haver-se lavado com água, será impuro até à tarde.
9E toda sela sobre que cavalgar o que tiver fluxo, será impura.
10E qualquer um que tocar qualquer coisa que tenha estado debaixo dele, será impuro até à tarde; e o que a levar, lavará suas roupas, e depois de lavar-se com água, será impuro até à tarde.
11E todo aquele a quem tocar o que tem fluxo, e não lavar com água suas mãos, lavará suas roupas, e a si mesmo se lavará com água, e será impuro até à tarde.
12E a vasilha de barro em que tocar o que tem fluxo, será quebrada; e toda vasilha de madeira será lavada com água.
13E quando se houver limpado de seu fluxo o que tem fluxo, se há de contar sete dias desde sua purificação, e lavará suas roupas, e lavará sua carne em águas vivas, e será limpo.
14E no oitavo dia tomará duas rolinhas, ou dois pombinhos, e virá diante do SENHOR à porta do tabernáculo do testemunho, e os dará ao sacerdote:
15E os fará o sacerdote, uma oferta pelo pecado, e o outro holocausto: e lhe purificará o sacerdote de seu fluxo diante do SENHOR.
16E o homem, quando dele sair derramamento seminal, lavará em águas toda sua carne, e será impuro até à tarde.
17E toda vestimenta, ou toda pele sobre a qual houver o derramamento seminal, lavará com água, e será impura até à tarde.
18E a mulher com quem o homem tiver ajuntamento seminal, ambos se lavarão com água, e serão impuros até à tarde.
19E quando a mulher tiver fluxo de sangue, e seu fluxo for em sua carne, sete dias estará separada; e qualquer um que tocar nela, será impuro até à tarde.
20E tudo aquilo sobre que ela se deitar durante sua separação, será impuro: também tudo aquilo sobre que se sentar, será impuro.
21E qualquer um que tocar a sua cama, lavará suas roupas, e depois de lavar-se com água, será impuro até à tarde.
22Também qualquer um que tocar qualquer móvel sobre que ela se houver sentado, lavará suas roupas; lavará logo a si mesmo com água, e será impuro até à tarde.
23E se estiver sobre a cama, ou sobre a cadeira em que ela se houver sentado, o que tocar nela será impuro até à tarde.
24E se alguém dormir com ela, e sua menstruação for sobre ele, será impuro por sete dias; e toda cama sobre que dormir, será impura.
25E a mulher, quando seguir o fluxo de seu sangue por muitos dias fora do tempo de seu costume, ou quando tiver fluxo de sangue mais de seu costume; todo o tempo do fluxo de seu imundícia, será impura como nos dias de seu costume.
26Toda cama em que dormir todo o tempo de seu fluxo, lhe será como a cama de seu costume; e todo móvel sobre que se sentar, será impuro, como a impureza de seu costume.
27Qualquer um que tocar em essas coisas será impuro; e lavará suas roupas, e a si mesmo se lavará com água, e será impuro até à tarde.
28E quando for livre de seu fluxo, se há de contar sete dias, e depois será limpa.
29E o oitavo dia tomará consigo duas rolinhas, ou dois pombinhos, e os trará ao sacerdote, à porta do tabernáculo do testemunho:
30E o sacerdote fará um oferta pelo pecado, e o outro holocausto; e a purificará o sacerdote diante do SENHOR do fluxo de sua impureza.
31Assim separareis os filhos de Israel de suas imundícias, a fim de que não morram por suas imundícias, contaminando meu tabernáculo que está entre eles.
32Esta é a lei do que tem fluxo, e do que sai derramamento seminal, vindo a ser impuro por causa disso;
33E da que padece seu costume, e acerca do que tiver fluxo, seja homem ou fêmea, e do homem que dormir com mulher impura.
"Deus ama você exatamente como você é, mas se recusa a deixá-lo assim."
— Max Lucado