Day 316 / 365
João 18–21
João 18–21
1Havendo Jesus dito estas coisas, saiu com seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim, em que ele entrou ele, e seus discípulos.
2E também Judas, o que o traía, conhecia aquele lugar; porque muitas vezes se juntara ali Jesus com seus discípulos.
3Tendo Judas, pois, tomado a tropa e alguns dos oficiais dos sacerdotes e dos fariseus, veio ali com lanternas, tochas, e armas.
4Sabendo pois Jesus todas as coisas que viriam sobre ele, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais?
5Responderam-lhe: A Jesus Nazareno. Disse-lhes Jesus: Eu sou. E Judas, o que o traía, também estava com eles.
6Quando pois lhes disse: Eu sou, voltaram para trás, e caíram em terra.
7Voltou pois a lhes perguntar: A quem buscais? E eles disseram: A Jesus Nazareno.
8Respondeu Jesus: Já vos disse que eu sou. Portanto se buscais a mim, deixai a estes irem.
9Para que se cumprisse a palavra, que tinha dito: Dos que me deste, a nenhum deles perdi.
10Simão Pedro, pois, que tinha espada, puxou dela, e feriu ao servo do sacerdote, e cortou a sua orelha direita. E era o nome do servo Malco.
11Disse pois Jesus a Pedro: Põe tua espada na bainha; não beberei eu o copo que o Pai tem me dado?
12O grupo de soldados pois, e o comandante, e os oficiais dos judeus juntamente tomaram a Jesus, e o amarraram.
13E o levaram primeiramente a Anás, porque era sogro de Caifás, o qual era o sumo sacerdote daquele ano.
14E era Caifás o que havia aconselhado aos judeus de que convinha que um homem morresse pelo povo.
15E Simão Pedro seguia a Jesus com outro discípulo. E este discípulo era conhecido do sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.
16E Pedro estava fora à porta. Saiu pois o outro discípulo, que era conhecido do sacerdote, e falou à porteira, e pôs dentro a Pedro.
17Disse pois a serva porteira a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem? Disse ele: Não sou.
18E estavam ali os servos, e os oficiais, que haviam feito uma fogueira de brasas, porque fazia frio, e se esquentavam. Estava Pedro com eles, e se esquentava.
19Perguntou pois o sacerdote a Jesus sobre seus discípulos, e sobre sua doutrina.
20Jesus lhe respondeu: Eu abertamente falei ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no Templo, onde os Judeus de todos os lugares se juntam, e nada falei em oculto.
21Por que perguntas a mim? Pergunta aos que o ouviram, que é o que lhes falei. Eis que estes sabem que é o que tenho dito.
22E dizendo ele isto, um dos oficiais, que ali estava, deu a Jesus uma bofetada, dizendo: Assim respondes ao sumo sacerdote?
23Respondeu-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; e se bem, por que me feres?
24(Pois Anás o mandara amarrado ao sumo sacerdote Caifás.)
25E Simão Pedro estava ali, e se esquentava; disseram-lhe pois: Não és tu também de seus discípulos? Ele negou, e disse: Não sou.
26Disse um dos servos do sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha: Eu não te vi no jardim com ele?
27Pedro negou pois outra vez, e logo cantou o galo.
28Levaram pois a Jesus de Caifás para o tribunal. E era pela manhã; e não entraram no tribunal, para que não se contaminassem, mas que pudessem comer a Páscoa.
29Saiu pois Pilatos até eles fora, e disse: Que acusação trazeis contra este homem?
30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.
31Disse-lhes pois Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo vossa lei. Disseram-lhe pois os Judeus: Não nos é lícito matar a alguém.
32Para que se cumprisse a palavra de Jesus, que tinha dito, dando a entender de que morte havia de morrer.
33Então Pilatos voltou a entrar no tribunal, e chamou a Jesus, e disse-lhe: És tu o Rei dos Judeus?
34Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou outros te disseram de mim?
35Pilatos respondeu: Por acaso eu sou Judeu? Tua gente e os chefes dos sacerdotes te entregaram a mim; que fizeste?
36Respondeu Jesus: Meu Reino não é deste mundo; se meu Reino fosse deste mundo, meus trabalhadores lutariam, para que eu não fosse entregue aos Judeus; mas agora meu Reino não é daqui.
37Disse-lhe pois Pilatos: Logo tu és Rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou Rei. Para isto eu nasci, e para isto vim ao mundo: para dar testemunho à verdade. Todo aquele que é da verdade ouve minha voz.
38Disse-lhe Pilatos: O que é a verdade? E havendo dito isto, voltou a sair aos Judeus, e disse-lhes: Nenhum crime acho nele.
39Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte ao Rei dos Judeus?
40Voltaram pois todos a clamar, dizendo: Não a este, mas a Barrabás!E Barrabás era um ladrão.
1Então Pilatos tomou a Jesus, e o açoitou.
2E trançando os soldados uma coroa de espinhos, puseram-na sobre sua cabeça, e o vestiram de uma roupa vermelha.
3E diziam: Tenhas alegria, Rei dos Judeus! E davam-lhe bofetadas.
4Saiu pois Pilatos outra vez fora, e disse-lhes: Eis que eu o trago para fora até vós, para que saibais que nenhum crime acho nele.
5Jesus foi pois trazido para fora, levando a coroa de espinhos, e a roupa vermelha-roxa. E Pilatos disse-lhes: Eis aqui o homem.
6Quando então os chefes dos sacerdotes e os trabalhadores o viram, eles clamaram, dizendo: Crucifica -o ! Crucifica -o ! Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai -o ; porque eu nenhum crime acho nele.
7Responderam-lhe os Judeus: Nós temos Lei, e segundo nossa Lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.
8Quando pois Pilatos ouviu esta palavra, ficou mais atemorizado.
9E entrou outra vez no tribunal, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta.
10Disse-lhe pois Pilatos: Não falas comigo? Não sabes que tenho poder para te crucificar, e tenho poder para te soltar?
11Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se não te fosse dado de cima; portanto o que me entregou a ti tem maior pecado.
12Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os Judeus clamavam, dizendo: Se soltas a este, não és amigo de César; qualquer que se faz Rei, contradiz a César.
13Então Pilatos, ouvindo este dito, levou fora a Jesus, e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Litóstrotos, ou pavimento ,e em hebraico Gabatá.
14E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta, e disse aos Judeus: Eis aqui vosso Rei!
15Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Crucificarei a vosso Rei?Responderam os chefes dos sacerdotes: Não temos outro rei, a não ser César.
16Então o entregou a eles, para que fosse crucificado. E tomaram a Jesus, e levaram -no .
17E levando ele sua cruz, saiu para o lugar chamado a Caveira, que em hebraico se chama Gólgota.
18Onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e a Jesus no meio.
19E Pilatos também escreveu um título, e o pôs encima da cruz, e estava nele escrito: JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS.
20Leram pois muitos dos Judeus este título; porque o lugar onde Jesus estava crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, em grego, e em latim.
21Diziam pois os chefes dos sacerdotes dos judeus a Pilatos: Não escrevas: Rei dos Judeus, mas que disse: Sou Rei dos Judeus.
22Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi.
23Havendo pois os soldados crucificado a Jesus, tomaram suas roupas, e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte, e a túnica. E era a túnica sem costura, toda tecida desde cima até baixo .
24Disseram pois uns aos outros: Não a partamos, mas lancemos sortes sobre ela, de quem será; para que se cumprisse a Escritura, que diz: Entre si partiram minhas roupas, e sobre minha veste lançaram sortes. Os soldados, pois, fizeram isto.
25E estavam junto à cruz de Jesus, sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Cleofas, e Maria Madalena.
26E vendo Jesus a sua mãe, e ao discípulo a quem amava, que ali estava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí teu filho.
27Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa .
28Depois disto, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam feitas, para que a Escritura se cumprisse, ele disse: Tenho sede.
29Estava pois ali um vaso cheio de vinagre, e encheram uma esponja de vinagre, e envolvendo-a com hissopo, levaram-na a sua boca.
30Quando pois Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado; e abaixando a cabeça, deu o Espírito.
31Os Judeus pois, para que os corpos não ficassem no sábado na cruz, pois era a preparação (porque era o grande dia do Sábado), suplicaram a Pilatos que as pernas deles fossem quebradas, e fossem tirados.
32Vieram pois os soldados, e na verdade quebraram as pernas do primeiro, e do outro, que fora crucificado com ele.
33Mas vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não quebraram as suas pernas.
34Mas um dos soldados lhe furou com uma lança o lado, e logo saiu sangue e água.
35E o que viu isto, o testemunhou; e seu testemunho é verdadeiro, e sabe que é verdade o que diz, para que vós também creiais.
36Porque estas coisas aconteceram para que se cumprisse a Escritura que diz : Osso dele não será quebrado.
37E além disso, outra Escritura diz: Verão aquele a quem perfuraram.
38E depois José de Arimateia, (que era discípulo de Jesus, porém oculto por medo dos Judeus) suplicou a Pilatos que pudesse tirar o corpo de Jesus; e Pilatos permitiu. Veio pois e tirou o corpo de Jesus.
39E veio também Nicodemos, (aquele que antes de noite tinha vindo a Jesus) trazendo um composto de mirra e aloés, de quase cem arráteis.
40Tomaram pois o corpo de Jesus, e o envolveram em lençóis com as especiarias, como é costume dos judeus sepultarem.
41E havia um jardim naquele lugar onde fora crucificado; e no jardim havia um sepulcro novo, em que ainda nunca alguém havia sido posto.
42Ali pois (por causa da preparação da páscoa dos Judeus, e porque aquele sepulcro estava perto) puseram a Jesus.
1E no primeiro dia da semana Maria Madalena veio de madrugada, sendo ainda escuro, ao sepulcro; e viu a pedra já tirada do sepulcro.
2Correu pois, e veio a Simão Pedro, e ao outro discípulo a quem Jesus amava, e disse-lhes: Tomaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram.
3Pedro saiu pois e o outro discípulo também ,e vieram ao sepulcro.
4E corriam estes dois juntos: e o outro discípulo correu adiante mais depressa que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
5E abaixando-se, viu estar os lençóis; entretanto não entrou.
6Chegou pois Simão Pedro seguindo-o, e entrou no sepulcro, e viu estar os lençóis ali .
7E o lenço que fora posto sobre sua cabeça, não o viu estar com os lençóis, mas estava dobrado em um lugar à parte.
8Então pois entrou também o outro discípulo, que primeiro chegara ao sepulcro, e viu, e creu.
9Porque ainda não sabiam a Escritura, que era necessário que ressuscitasse dos mortos.
10Voltaram pois os Discípulos para a casa deles.
11E Maria estava fora chorando junto ao sepulcro. Estando ela pois chorando, abaixou-se para ver o sepulcro.
12E viu a dois anjos vestidos de branco, sentados um à cabeceira, e o outro aos pés, onde estava posto o corpo de Jesus.
13E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Disse-lhes ela: Porque levaram a meu Senhor, e não sei onde o puseram.
14E havendo dito isto, virou-se para trás, e viu Jesus em pé, e não sabia que era Jesus.
15Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? A quem buscas? Ela, pensando que era o jardineiro, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei.
16Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, virando-se, disse-lhe: Rabôni! (que quer dizer Mestre).
17Disse-lhe Jesus: Não me toques; porque ainda não subi para o meu Pai; porém vai a meus irmãos, e dize- lhes: Subo para meu Pai, e para vosso Pai; para meu Deus, e para vosso Deus.
18Veio Maria Madalena, e anunciou aos discípulos, que vira ao Senhor, e que estas coisas lhe dissera.
19Vinda pois já a tarde, o primeiro dia da semana, e fechadas as portas onde os Discípulos, por medo dos judeus, tinham se reunido, veio Jesus, e pôs-se no meio deles ,e disse-lhes: Tenhais paz!
20E dizendo isto, mostrou-lhes suas mãos, e seu lado. Então os discípulos se alegraram, vendo ao Senhor.
21Disse-lhes pois Jesus outra vez: Tenhais Paz! Como o Pai me enviou, assim eu vos envio.
22E havendo dito isto, soprou sobre eles ,e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
23A quem quer que perdoardes os pecados, lhes são perdoados; e a quem quer que vós retiverdes os pecados ,lhes são retidos.
24E a Tomé, um dos doze, chamado o Dídimo, não estava com eles, quando Jesus veio.
25Disseram-lhe pois os outros discípulos: Vimos ao Senhor. Porém ele lhes disse: Se em suas mãos não vir o sinal dos cravos, e não pôr meu dedo no lugar dos cravos, e não pôr minha mão em seu lado, em maneira nenhuma crerei.
26E oito dias depois, estavam os discípulos outra vez dentro, e com eles Tomé; e veio Jesus, fechadas já as portas, e pôs-se no meio, e disse: Tenhais paz!
27Depois disse a Tomé: Põe teu dedo aqui, e vê minhas mãos; e chega tua mão, e toca-a em meu lado; e não sejas incrédulo, mas sim crente.
28E respondeu Tomé e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!
29Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados aqueles que não virem, e crerem.
30Jesus fez também ainda muitos outros sinais ainda em presença de seus discípulos, que neste livro não estão escritos;
31Porém estes estão escritos, para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus; e para que crendo, tenhais vida em seu nome.
1Depois disto Jesus se manifestou outra vez aos discípulos, junto ao mar de Tibérias; e manifestou -se assim:
2Estavam juntos Simão Pedro, e Tomé (chamado o Dídimo), e Natanael (o de Caná de Galileia), e os filhos de Zebedeu, e outros dois de seus discípulos.
3Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Dizem-lhe eles: Também nós vamos contigo. Foram, e subiram logo no barco; e aquela noite nada pescaram.
4E fazendo-se já manhã, Jesus se pôs na praia; porém os discípulos não sabiam que era Jesus.
5Então Jesus lhes disse: Filhinhos, tendes algo para comer? Responderam-lhe: Não.
6E ele lhes disse: Lançai a rede do lado direito do barco, e achareis. Lançaram-na pois, e já não a podiam tirar pela multidão dos peixes.
7Disse pois aquele discípulo, a quem Jesus amava, a Pedro: É o Senhor! Ouvindo pois Simão Pedro que era o Senhor, vestiu-se com a roupa, (porque estava nu), e lançou-se ao mar.
8E os outros discípulos vieram com o barquinho (porque não estavam longe da terra, mas sim a cerca de duzentos côvados) trazendo a rede de peixes.
9Quando pois desceram à terra, viram já as brasas postas, e um peixe posto nelas, e mais pão.
10Disse-lhes Jesus: Trazei dos peixes que pescastes agora.
11Simão Pedro subiu, e puxou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e sendo tantos, a rede não se rompeu.
12Disse-lhes Jesus: Vinde, jantai. E nenhum dos discípulos ousava lhe perguntar: Tu quem és? sabendo que era o Senhor.
13Então Jesus veio, e tomou o pão, e deu-o a eles; e da mesma maneira o peixe.
14E esta era já a terceira vez que Jesus se manifestou a seus discípulos, depois de haver ressuscitado dos mortos.
15Havendo eles pois já jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão filho de Jonas, tu me amas mais do que estes outros ? Disse-lhes ele: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Alimenta meus cordeiros.
16Voltou a lhe a dizer a segunda vez: Simão, filho de Jonas, tu me amas? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta minhas ovelhas.
17Disse-lhe a terceira vez: Simão, filho de Jonas, tu me amas? Entristeceu-se Pedro de que já pela terceira vez lhe dissesse: Tu me amas? E disse-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Disse-lhe Jesus: Alimenta minhas ovelhas.
18Em verdade, em verdade te digo, que quando eras mais jovem, tu mesmo te vestias, e andava por onde querias; mas quando fores já velho, estenderás tuas mãos, e outro te vestirá, e te levará para onde tu não queres.
19E disse isto, fazendo entender que Pedro glorificaria a Deus com sua morte. E tendo dito isto, Jesus lhe disse: Segue-me.
20E virando-se Pedro, viu que o seguia aquele discípulo a quem Jesus amava, o que também na ceia se recostara a seu peito, e dissera: Senhor, quem é o que te trairá?
21Vendo Pedro a este, disse a Jesus: Senhor, e este, que lhe acontecerá ?
22Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa? Segue-me tu.
23Saiu, pois, esta conversa entre os irmãos, que aquele discípulo não morreria. Contudo Jesus não lhe disse que não morreria, mas sim: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa?
24Este é o discípulo que testemunha destas coisas, e estas coisas escreveu; e sabemos que seu testemunho é verdadeiro.
25Ainda há, porém, muitas outras coisas que Jesus fez, que se sobre cada uma delas se escrevessem, penso que nem mesmo o mundo poderia caber os livros escritos. Amém.
"Deus não nos dá uma vida já vitoriosa: dá-nos a vida à medida que vencemos."
— Oswald Chambers