Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 309 / 365

Lucas 18–20

Lucas 18–20

1E Jesus lhes disse também uma parábola sobre o dever de sempre orar, e nunca se cansar.

2Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.

3Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.

4E por um certo tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,

5Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.

6E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.

7E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?

8Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?

9E disse também a uns, que tinham confiança de si mesmos que eram justos, e desprezavam aos outros, esta parábola:

10Dois homens subiram ao Templo para orar, um fariseu, e o outro publicano.

11O fariseu, estando de pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, eu te agradeço, porque não sou como os outros homens, ladrões, injustos e adúlteros; nem sou como este publicano.

12Jejuo duas vezes por semana, e dou dízimo de tudo quanto possuo.

13E o publicano, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador.

14Digo-vos que este desceu mais justificado à sua casa do que aquele outro; porque qualquer que a si mesmo se exalta, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilha, será exaltado.

15E traziam-lhe também crianças pequenas, para que as tocasse; e os discípulos, vendo, os repreendiam.

16Mas Jesus, chamando-lhes para si, disse: Deixai as crianças virem a mim, e não as impeçais; porque das tais é o Reino de Deus.

17Em verdade vos digo, que qualquer que não receber o Reino de Deus como criança, não entrará nele.

18E um certo líder lhe perguntou, dizendo: Bom mestre, o que tenho que fazer para herdar a vida eterna?

19E Jesus lhe disse: Por que me chamas de bom? Ninguém é bom, a não ser um: Deus.

20Tu sabes os mandamentos: não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe.

21E ele disse: Todas estas coisas tenho guardado desde minha juventude.

22Porém Jesus, ouvindo isto, disse-lhe: Ainda uma coisa te falta: vende tudo quanto tens, e reparte-o entre os pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me.

23Mas ele, ouvindo isto, ficou muito triste, porque era muito rico.

24E vendo Jesus que ele tinha ficado muito triste, disse: Como é difícil os que têm muitos bens entrarem no Reino de Deus!

25Porque é mais fácil um camelo entrar pelo olho de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.

26E os que ouviram isto ,disseram: Quem então pode se salvar?

27E ele disse: As coisas que são impossíveis para os seres humanos são possíveis para Deus.

28E Pedro disse: Eis que deixamos tudo, e temos te seguido.

29E ele lhes disse: Em verdade vos digo, que há ninguém que, tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos,

30Que não venha a receber de volta muito mais nestes tempos, e nos tempos vindouros receba a vida eterna.

31E tomando consigo aos doze, disse-lhes: Eis que estamos subindo a Jerusalém, e se cumprirá no Filho do homem tudo o que está escrito pelos profetas.

32Porque ele será entregue aos gentios, e escarnecido, injuriado e cuspido.

33E depois de açoitá-lo, o matarão; e ao terceiro dia ressuscitará.

34E eles nada entendiam destas coisas; e esta palavra lhes era oculta; e não entendiam o que estava sendo lhes dito.

35E aconteceu que ele, chegando perto de Jericó, estava um cego sentado junto ao caminho, mendigando.

36E este, ouvindo a multidão passar, perguntou: O que era aquilo?

37E disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando.

38Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!

39E os que estavam mais a frente o repreendiam, para que calasse; porém ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!

40Então Jesus, parando, mandou que o trouxessem para si; e chegando ele, perguntou-lhe,

41Dizendo: Que queres que eu te faça?E ele disse: Senhor, que eu veja.

42E Jesus lhe disse: Vê, tua fé te salvou.

43E logo ele viu, e o seguia, glorificando a Deus. E o todo o povo, vendo isto , dava louvores a Deus.

1E Jesus entrou e foi passando por Jericó.

2E eis que havia ali um homem, chamado pelo nome de Zaqueu, e este era chefe dos publicanos, e era rico.

3E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era pequeno de altura.

4E correndo com antecedência, subiu em uma árvore de frutos que parecem figos, para o ver; porque ele passaria por ali.

5E quando Jesus chegou a aquele lugar, olhando para cima, o viu, e disse-lhe: Zaqueu, apressa-te, e desce; porque hoje é necessário que eu fique em tua casa.

6E apressando-se, desceu, e o recebeu com alegria.

7E todos, vendo isto , murmuravam, dizendo: Ele entrou para se hospedar com um homem pecador.

8E Zaqueu, levantando-se, disse ao Senhor: Senhor, eis que dou a metade de meus bens aos pobres; e se eu consegui algo enganando a alguém, eu o devolvo quatro vezes mais.

9E Jesus lhe disse: Hoje houve salvação nesta casa, porque ele também é filho de Abraão.

10Porque o Filho do homem veio para buscar, e para salvar o que tinha se perdido.

11E ouvindo eles estas coisas, Jesus prosseguiu, e disse uma parábola, porque estava perto de Jerusalém, e pensavam que logo o Reino seria manifesto.

12Disse, pois: Um certo homem nobre partiu para uma terra distante.

13E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Investi até que eu venha;

14E seus cidadãos o odiavam; e mandaram representantes depois dele, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós.

15E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.

16E veio o primeiro, dizendo: Senhor, tua mina rendeu outras dez minas.

17E ele lhe disse: Ótimo, bom servo! Por teres sido fiel no pouco, terás autoridade sobre dez cidades.

18E veio o segundo, dizendo: Senhor, tua mina rendeu cinco minas.

19E disse também a este: E tu governarás cinco cidades.

20E veio outro, dizendo: Eis aqui tua mina, que guardei em um lenço.

21Porque tive medo de ti, que és um homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e colhes o que não semeaste.

22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;

23Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?

24E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.

25E eles lhe disseram: Senhor, ele já tem dez minas.

26O senhor respondeu: Porque eu vos digo, que todo aquele que tiver, lhe será dado; mas ao que não tiver, até o que tem, lhe será tirado.

27Porém a aqueles meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei - os aqui, e matai -os diante de mim.

28E dito isto, ele foi caminhando adiante, subindo para Jerusalém.

29E aconteceu que, chegando perto de Betfagé, e de Betânia, ao monte chamado das Oliveiras, mandou a dois de seus discípulos,

30Dizendo: Ide à aldeia que está em frente; onde, ao entrardes, achareis um potro atado, em que ninguém jamais se sentou; soltai-o, e trazei -o .

31E se alguém vos perguntar: Por que o soltais? Direis assim a ele: Porque o Senhor precisa dele.

32E indo os que tinham sido mandados, acharam como lhes disse:

33E soltando o potro, seus donos lhe disseram: Por que soltais o potro?

34E eles disseram: O Senhor precisa dele.

35E o trouxeram a Jesus; e lançando suas roupas sobre o potro, puseram Jesus montado nele.

36E indo ele andando, estendiam suas roupas pelo caminho.

37E quando já chegava perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão de discípulos, com alegria começou a louvar a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto,

38Dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.

39E alguns dos fariseus da multidão lhe disseram: Mestre, repreende a teus discípulos.

40E respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos, que se estes se calarem, as pedras clamariam.

41E quando já estava chegando, viu a cidade, e chorou por causa dela,

42Dizendo: Ah, se tu também conhecesses, pelo menos neste teu dia, aquilo que lhe traria paz! Mas agora isto está escondido de teus olhos.

43Porque dias virão sobre ti, em que teus inimigos lhe cercarão com barricadas, e ao redor te sitiarão, e lhe pressionarão por todos os lados.

44E derrubarão a ti, e a teus filhos; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada.

45E entrando no Templo, começou a expulsar a todos os que vendiam e compravam ali,

46Dizendo-lhes: Está escrito: Minha casa é casa de oração; Mas vós a tendes feito um esconderijo de ladrões.

47E ensinava diariamente no Templo; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e os chefes do povo, procuravam matá-lo.

48E não achavam como fazer, porque todo o povo o ouvia com muita atenção.

1E aconteceu, num daqueles dias que, enquanto ele estava ensinando ao povo no Templo, e anunciando o Evangelho, vieram até ele os chefes dos sacerdotes, e os escribas com os anciãos.

2E falaram-lhe, dizendo: Dize-nos, com que autoridade fazes estas coisas? Ou quem é o que te deu esta autoridade?

3E respondendo ele, disse-lhes: Também eu vos perguntarei algo, e dizei-me:

4O batismo de João era do céu, ou dos homens?

5E eles discutiam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Por que, então, vós não o crestes?

6E se dissermos: Dos homens, todo o povo nos apedrejará; pois estão convencidos de que João era profeta.

7E responderam que não sabiam de onde era .

8E Jesus lhes disse: Nem eu vos direi com que autoridade eu faço estas coisas.

9E começou a dizer ao povo esta parábola: Um certo homem plantou uma vinha, e a arrendou a uns lavradores, e viajou para outro país por muito tempo.

10E certo tempo depois mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem do fruto da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram -no sem coisa alguma.

11E voltou a mandar outro servo; mas eles, espancando e humilhando também a ele ,o mandaram sem nada.

12E voltou a mandar ao terceiro; mas eles, ferindo também a este, o expulsaram.

13E o senhor da vinha disse: Que farei? Mandarei a meu filho amado; talvez quando o verem, o respeitarão.

14Mas os lavradores, vendo-o, discutiram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; vamos matá-lo, para que a herança venha a ser nossa.

15E expulsando-o da vinha, o mataram. O que, então, lhes fará o senhor da vinha?

16Virá, e destruirá a estes lavradores, e dará a vinha a outros.E eles, ouvindo isto, disseram: Que isto nunca aconteça!

17Mas Jesus ,olhando para eles, disse: Por que, então, isto está escrito: A pedra que os construtores rejeitaram, essa foi posta como a principal da esquina?

18Todo aquele que cair sobre aquela pedra, se quebrará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair, se fará pó.

19E os chefes dos sacerdotes e os escribas queriam detê-lo naquela mesma hora, mas temiam ao povo; porque entenderam que foi contra eles que ele tinha dito a parábola.

20E, observando-o, mandaram espiões, que fingissem ser justos, para o pegarem por meio de algo que ele dissesse, e o entregarem ao poder e autoridade do governador.

21E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, nós sabemos que falas e ensinas corretamente, e que não te importas com as aparências, mas na verdade tu ensinas o caminho de Deus.

22É lícito para nós dar tributo a César, ou não?

23E ele, entendendo a astúcia deles, disse-lhes: Por que me tentais?

24Mostrai-me uma moeda; ela tem a imagem e a inscrição de quem?E eles, respondendo, disseram: De César.

25Então lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

26E não puderam lhe pegar em algo que ele tenha dito diante do povo; e maravilhados de sua resposta, calaram-se.

27E chegando-se alguns dos saduceus, que negam haver a ressurreição, perguntaram-lhe,

28Dizendo: Mestre, Moisés nos escreveu, que se o irmão de alguém morrer, tendo mulher, e morrer sem filhos, o irmão deve tomar a mulher, e gerar descendência a seu irmão.

29Houve, pois, sete irmãos, e o primeiro tomou mulher, e morreu sem filhos.

30E o segundo a tomou; e também este morreu sem filhos.

31E o terceiro a tomou, e assim também os sete, e não deixaram filhos, e morreram.

32E por fim, depois de todos, morreu também a mulher.

33Na ressurreição, pois, ela será mulher de qual deles? Pois os sete a tiveram por mulher.

34E respondendo Jesus, disse-lhes: Os filhos destes tempos se casam, e se dão em casamento.

35Mas os que forem considerados dignos de alcançarem aqueles tempos futuros, e da ressurreição dos mortos, nem se casarão, nem se darão em casamento.

36Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos; e são filhos de Deus, pois são filhos da ressurreição.

37E até Moisés mostrou, junto à sarça, que os mortos ressuscitam, quando ele chama ao Senhor de Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó.

38Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos; pois todos vivem por causa dele.

39E alguns dos escribas, respondendo, disseram: Mestre, bem disseste.

40E não ousavam lhe perguntar mais nada.

41E ele lhes disse: Como dizem que o Cristo é filho de Davi?

42Pois o próprio Davi diz no livro dos Salmos: Disse o Senhor a meu Senhor: Senta-te à minha direita,

43Até que eu ponha teus inimigos por escabelo de teus pés.

44Se Davi o chama de Senhor, como, então, é seu filho?

45Enquanto todo o povo estava ouvindo, ele disse a seus discípulos:

46Tomai cuidado com os escribas, que querem andar roupas compridas, e amam as saudações nas praças, e as primeiras cadeiras nas sinagogas, e os primeiros assentos nos jantares.

47Que devoram as casas das viúvas, e fingem fazer longas orações. Estes receberão mais grave condenação.

"A graça não se opõe ao esforço; opõe-se ao mérito."

Dallas Willard

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