Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 308 / 365

Lucas 14–17

Lucas 14–17

1E aconteceu que, entrando ele num sábado para comer pão na casa de um dos chefes dos fariseus, eles estavam o observando.

2E eis que um certo homem com o corpo inchado estava ali diante dele.

3E respondendo Jesus, falou aos estudiosos da Lei, e aos fariseus, dizendo: É lícito curar no sábado?

4Porém eles ficaram calados; e ele, tomando -o ,o curou, e o despediu.

5E ele, respondendo-lhes, disse: De qual que vós cairá o jumento, ou o boi em algum poço que, mesmo no sábado, não o tire logo?

6E nada podiam lhe responder a estas coisas.

7E vendo como os convidados escolhiam os primeiros assentos, disse-lhes uma parábola:

8Quando fores convidados para o casamento de alguém, não te sentes no primeiro assento, para que não aconteça de se outro convidado mais digno que tu estiver,

9E venha o que convidou a ti e a ele, e te diga: Dá lugar a este; E então, com vergonha, tenhas que tomar o último lugar.

10Mas quando fores convidado, vai, e senta-te no último lugar; para que quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe para este assento melhor. Então terás honra diante dos que estiverem sentados contigo à mesa .

11Porque qualquer que exaltar a si mesmo, e aquele que humilhar a si mesmo, será exaltado.

12E dizia também ao que tinha lhe convidado: Quando fizeres um jantar, ou uma ceia, não chames a teus amigos, nem a teus irmãos, nem a teus parentes, nem a teus vizinhos ricos, para que eles também em algum tempo não te convidem de volta, e tu sejas recompensado.

13Mas quando fizeres convite, chama aos pobres, aleijados, mancos e cegos.

14E serás bem-aventurado, porque não eles não têm como te recompensar; pois tu serás recompensado na ressurreição dos justos.

15E um dos que juntamente estavam sentados à mesa , ouvindo isto, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no Reino de Deus.

16Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.

17E na hora do jantar, mandou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, que tudo já está preparado.

18E cada um deles todos começou a dar desculpas. O primeiro lhe disse: Comprei um campo, e tenho que ir vê-lo; peço-te desculpas.

19E outro disse: Comprei cinco pares de bois, e vou testá-los; peço-te desculpas.

20E outro disse: Casei-me com uma mulher, e portanto não posso vir.

21E aquele servo, ao voltar, anunciou estas coisas a seu senhor. Então o chefe da casa, irritado, disse a seu servo: Sai depressa pelas ruas e praças da cidade, e traze aqui aos pobres, e aleijados, e mancos e cegos.

22E o servo disse: Senhor, está feito como mandaste, e ainda há lugar.

23E o senhor disse ao servo: Sai pelos caminhos, e trilhas, e força-os a entrar, para que minha casa se encha.

24Porque eu vos digo, que nenhum daqueles homens que foram convidados experimentará da minha ceia.

25E muitas multidões iam com ele; e virando-se, disse-lhes:

26Se alguém vier a mim, e não odiar a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

27E qualquer que não levar sua cruz, e vier após mim, não pode ser meu discípulo.

28Porque qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro para fazer as contas dos gastos, para ver se tem o suficiente para a completar?

29Para que não aconteça que, depois de ter posto seu fundamento, e não podendo a completar, comecem a escarnecer dele todos os que o virem,

30Dizendo: Este homem começou a construir, e não pôde terminar.

31Ou qual rei, indo a guerra para lutar contra outro rei, não se senta primeiro para consultar, se pode ir ao encontro com dez mil soldados , vindo contra ele vinte mil?

32Se não puder , estando o outro ainda longe, manda -lhe representantes diplomáticos, e roga pela paz.

33Assim, portanto, qualquer de vós que não renuncia a tudo, não pode ser meu discípulo.

34Bom é o sal; porém se o sal perder o sabor, com o que ele será temperado?

35Nem para a terra, nem para adubo serve; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

1E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvirem.

2E os fariseus e escribas murmuravam, dizendo: Este recebe aos pecadores, e come com eles.

3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:

4Quem de vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai em busca da perdida, até que a encontre?

5E encontrando-a, não a ponha sobre seus ombros, com alegria?

6E vindo para casa, não convoque aos amigos, e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei minha ovelha perdida?

7Digo-vos, que assim haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.

8Ou que mulher, tendo dez moedas de prata, se perder a uma moeda, não acende a lâmpada, e varre a casa, e busca cuidadosamente até a achar?

9E achando -a , não chame as amigas e as vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a moeda perdida!

10Assim vos digo, que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

11E disse: Um certo homem tinha dois filhos.

12E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertencem. E ele lhe repartiu os bens.

13E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.

14E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.

15E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e este o mandou a seus campos para alimentar porcos.

16E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém as dava para ele.

17E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu aqui morro de fome!

18Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.

19E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.

20E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.

21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.

22Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos seus pés.

23E trazei o bezerro engordado, e o matai; e comamos, e nos alegremos.

24Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a se alegrar.

25E seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, chegou perto da casa, ouviu a música, e as danças.

26E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?

27E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.

28Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe que entrasse .

29Mas o filho respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.

30Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.

31E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.

32Mas era necessário se alegrar e animar; porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha se perdido, e foi encontrado.

1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.

2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.

3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.

4Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.

5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?

6E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.

7Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.

8E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.

9E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.

10Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.

11Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras riquezas ?

12E se nas coisas dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?

13Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

14E os fariseus também ouviram todas estas coisas, eles que eram avarentos. E zombaram dele.

15E disse-lhes: Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos seres humanos; mas Deus conhece vossos corações. Porque o que é excelente para os seres humanos é odiável diante de Deus.

16A Lei e os profetas foram até João; desde então, o Reino de Deus é anunciado, todo homem tenta entrar nele pela força.

17E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um traço de alguma letra da Lei.

18Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e qualquer que se casa com a deixada pelo marido, também adultera.

19Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.

20Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.

21E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.

22E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.

23E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.

24E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.

25Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito recebeu males. E agora este é consolado, e tu és atormentado.

26E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.

27E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.

28Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.

29Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.

30E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.

31Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.

1E disse aos discípulos: É impossível que não venham tentações para o pecado, mas ai daquele por quem essas tentações vierem!

2Melhor lhe seria que lhe atasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse lançado no mar, do que conduzir ao pecado um destes pequenos.

3Olhai por vós. E se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe.

4E se pecar contra ti sete vezes ao dia, e se sete vezes ao dia voltar a ti, dizendo: Estou arrependido. Perdoa-lhe.

5E os apóstolos disseram ao Senhor: Acrescenta-nos fé.

6E o Senhor disse: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta árvore de amoras: Arranca-te daqui pelas tuas raízes, e planta-te no mar, ela vos obedeceria.

7E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando gado que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta à mesa .

8E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, que tu comas e bebas.

9Por acaso o senhor agradece a tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Acho que não.

10Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.

11E aconteceu que, indo ele para Jerusalém, passou por meio da Samaria e da Galileia.

12E entrando em uma certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe.

13E levantaram a voz, dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!

14E ele, vendo-os, disse-lhes: Ide, e mostrai-vos aos sacerdotes.E aconteceu que, enquanto eles iam, ficaram limpos.

15E vendo um deles que estava são, voltou, glorificando a Deus a alta voz.

16E caiu com o rosto a seus pés, agradecendo-lhe; e este era samaritano.

17E respondendo Jesus, disse: Não foram os dez limpos? E onde estão os nove?

18Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?

19E disse-lhe: Levanta-te, e vai; tua fé te salvou.

20E perguntado pelos fariseus sobre quando o Reino de Deus viria, respondeu-lhes, e disse: O Reino de Deus não vem com aparência visível.

21Nem dirão: Eis aqui, ou Eis ali, porque eis que o Reino de Deus está entre vós.

22E disse aos discípulos: Dias virão, quando desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis.

23E vos dirão: Eis que ele está aqui, ou Eis que ele está ali, não vades, nem sigais.

24Porque como o relâmpago, que relampeja desde o começo do céu, e brilha até ao fim do céu, assim será também o Filho do homem em seu dia.

25Mas é necessário primeiro sofrer muito, e ser rejeitado por esta geração.

26E como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.

27Comiam, bebiam, se casavam, e se davam em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e veio o dilúvio, e destruiu a todos.

28Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló, comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam, e construíam.

29Mas o dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu, e destruiu a todos.

30Assim será também no dia em que o Filho do homem se manifestar.

31Naquele dia, o que estiver no telhado, e suas ferramentas em casa, não desça para pegá-las; e o que estiver no campo, não volte para trás.

32Lembrai-vos da mulher de Ló.

33Qualquer que procurar salvar sua vida a perderá; e qualquer que a perder, irá salvá-la.

34Digo-vos que naquela noite, dois estarão em uma cama; um será tomado, e o outro será deixado.

35Duas estarão juntas moendo; uma será tomada, e a outra será deixada.

36Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro será deixado.

37E respondendo, disseram-lhe: Onde, Senhor?E ele lhes disse: Onde estiver o corpo, ali os abutres se juntarão.

"O evangelho é isto: somos, em nós mesmos, mais pecadores e defeituosos do que jamais ousamos crer; e, ao mesmo tempo, mais amados e aceitos em Jesus Cristo do que jamais ousamos esperar."

Timothy Keller

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