Day 307 / 365
Lucas 11–13
Lucas 11–13
1E aconteceu que ele estava orando em um certo lugar. Quando terminou, lhe disse um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou a seus discípulos.
2E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
3Dá-nos cada dia nosso pão diário.
4E perdoa-nos nossos pecados, pois também perdoamos a todo aquele que nos deve. E não nos ponhas em tentação, mas livra-nos do mal.
5Disse-lhes também: Qual de vós que, tendo um amigo, se for a ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães.
6Porque um amigo meu veio de viagem até mim, e nada tenho para lhe apresentar.
7E ele de dentro, respondendo, disser: Não me perturbe! A porta já está fechada, e meus filhos estão comigo na cama; não posso me levantar para te dar.
8Digo-vos, que ainda que ele não se levante para lhe dar por seu seu amigo, contudo, por sua teimosia ele se levantará, e lhe dará tudo quanto ele precisar.
9E eu vos digo: pedi, e será vos dado; buscai, e achareis; batei, e vos será aberto.
10Porque todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e quem bate, lhe será aberto.
11E que pai, dentre vós, a quem o filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se também lhe pedir peixe, no lugar do peixe lhe dará uma serpente?
12Ou se também pedir um ovo, lhe dará um escorpião?
13Pois se vós, sendo maus, sabeis dar bons presentes para vossos filhos, quanto mais dará vosso Pai celestial, o Espírito Santo, a aqueles que lhe pedirem?
14E Jesus estava expulsando um demônio, e este era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou, e as multidões se maravilharam.
15Porém alguns deles diziam: Ele expulsa aos demônios por Belzebu, príncipe dos demônios!
16E outros, tentando -o ,pediam-lhe um sinal do céu.
17Mas ele, conhecendo seus pensamentos, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo é transformado num vazio, e a casa contra casa cai.
18E se também Satanás está dividido contra si mesmo, como durará o seu reino? Porque dizeis: Por Belzebu ele expulsa aos demônios.
19E se eu expulso aos demônios por Belzebu, por quem os seus filhos expulsam? Portanto eles serão vossos juízes.
20Mas se eu expulso aos demônios pelo dedo de Deus, portanto o Reino de Deus chegou a vós.
21Quando o valente, armado, guarda seu palácio, seus bens estão em paz.
22Mas vindo outro mais valente que ele, e vencendo-o, toma -lhe toda sua armadura, em que confiava, e reparte seus despojos.
23Quem não é comigo, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.
24Quando o espírito imundo tem saído da pessoa, ele anda por lugares secos, buscando repouso; e não o achando, diz: Voltarei para minha casa, de onde saí.
25E vindo, acha-a varrida e adornada.
26Então vai, e toma consigo outros sete espíritos piores que ele, e entrando, habitam ali; e as últimas coisas de tal pessoa são piores que as primeiras.
27E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher da multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que mamaste!
28Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a guardam.
29E ajuntando as multidões, começou a dizer: Maligna é esta geração; busca sinal, mas sinal não lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas o profeta.
30Porque como Jonas foi sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do homem para esta geração.
31A rainha do Sul se levantará em juízo com as pessoas desta geração, e as condenará; pois até dos fins da terra veio para ouvir a sabedoria de Salomão; e eis que mais que Salomão está aqui.
32Os homens de Nínive se levantarão em juízo com esta geração, e a condenarão; pois com a pregação de Jonas se converteram; e eis que mais que Jonas está aqui.
33E ninguém, acendendo a lâmpada, a põe em lugar oculto, nem debaixo da caixa, mas na luminária, para que os que entrarem vejam a luz.
34A lâmpada do corpo é o olho. Sendo pois teu olho bom, também todo teu corpo será luminoso; porém se for mau, também todo teu corpo será tenebroso.
35Olha pois que a luz que em ti há não sejam trevas.
36Então se sendo teu corpo todo luminoso, não tendo parte alguma escura, ele todo será iluminado, como quando a lâmpada com seu brilho te ilumina.
37E estando ele ainda falando, um fariseu lhe rogou que viesse para jantar com ele; e entrando, sentou-se à mesa ;
38E vendo -o o fariseu, maravilhou-se de que não tinha se lavado antes de jantar.
39E o Senhor lhe disse: Agora vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; porém vosso interior está cheio de roubo e maldade.
40Loucos, o que fez o exterior não fez também o interior?
41Porém daí de esmola o que tendes; e eis que tudo vos será limpo.
42Mais ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda hortaliça; e pelo juízo e amor de Deus passais longe. Estas coisas era necessário fazer, e não deixar as outras.
43Ai de vós, fariseus, que amais os primeiros assentos nas sinagogas, e as saudações nas praças.
44Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, que sois como as sepulturas disfarçadas, e as pessoas que andam sobre elas não sabem.
45E respondendo um dos estudiosos da Lei, disse-lhe: Mestre, quando dizes isto também afrontas a nós.
46Porém ele disse: Ai de vós também, estudiosos da Lei, que carregais as pessoas com cargas pesadas para levar, e vós mesmos nem ainda com um de vossos dedos tais cargas tocais.
47Ai de vós, que construís os sepulcros dos profetas, e vossos pais os mataram.
48Bem testemunhais pois, que também consentis nas obras de vossos pais; porque eles os mataram, e vós edificais seus sepulcros.
49Portanto também diz a sabedoria de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e deles a uns matarão, e a outros lançarão fora;
50Para que desta geração seja requerido o sangue de todos os profetas, que foi derramado desde a fundação do mundo;
51Desde o sangue de Abel, até o sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e a casa de Deus ; assim vos digo, será requerido desta geração.
52Ai de vós, estudiosos da Lei, que tomastes a chave do conhecimento; vós mesmos não entrastes, e impedistes aos que estavam entrando.
53E dizendo-lhes estas coisas, os escribas e os fariseus começaram a apertá-lo fortemente, e tentar lhe fazer falar de muitas coisas,
54armando-lhe ciladas, e procurando caçar alguma coisa de sua boca, para o poderem acusar.
1Juntando-se, entretanto, muitos milhares da multidão, tanto que se atropelavam uns aos outros, começou a dizer primeiramente a seus discípulos: Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é hipocrisia.
2E nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto que não haja de ser sabido.
3Portanto tudo o que dissestes nas trevas, será ouvido na luz; e o que falastes ao ouvido nos quartos, será pregado sobre os telhados.
4E digo-vos, amigos meus, não temais aos que matam o corpo, e depois não têm mais o que possam fazer.
5Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei a aquele, que depois de matar, também tem poder para lançar no inferno; sim, a este temei.
6Não se vendem cinco passarinhos por duas pequenas moedas? E nem um deles está esquecido diante de Deus.
7E até os cabelos de vossa cabeça estão todos contados; não temais, pois; mais valeis vós que muitos passarinhos.
8E vos digo que todo aquele que me confessar diante dos seres humanos, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus.
9Mas quem me negar diante dos seres humanos será negado diante dos anjos de Deus.
10E a todo aquele que disser alguma palavra contra o Filho do homem, lhe será perdoado, mas ao que blasfemar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado.
11E quando vos trouxerem às sinagogas, aos magistrados e autoridades, não estejais ansiosos, como, ou que, em vossa defesa deveis dizer, ou que deveis falar.
12Porque na mesma hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis falar.
13E um da multidão lhe disse: Mestre, dize a meu irmão que reparta a herança comigo.
14Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs por juiz, ou repartidor sobre vós?
15E disse-lhes: Olhai, e tomai cuidado com a ganância; porque a vida de alguém não consiste na abundância dos bens que possui.
16E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.
17E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
18E disse: Farei isto: derrubarei meus celeiros, e construirei maiores, e ali juntarei toda esta minha colheita, e estes meus bens.
19E direi à minha alma: Alma, muitos bens tens guardados, para muitos anos; descansa, come, bebe, alegra-te!
20Porém Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão tua alma; e o que tens preparado, de quem será?
21Assim é o que junta tesouros para si, mas não é rico em Deus.
22E disse a seus discípulos: Portanto vos digo, não estejais ansiosos por vossa vida, que comereis; nem pelo corpo, que vestireis.
23Mais é a vida que o alimento, e mais o corpo que o vestido.
24Considerai os corvos, que nem semeiam, nem ceifam; nem tem armazém, nem celeiro; e Deus os alimenta.
25E quem de vós pode, com sua ansiedade, acrescentar um côvado à sua altura?
26Pois, se não podeis nem mesmo com algo pequeno, por que estais ansiosos com o resto?
27Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos, que nem mesmo Salomão, em toda sua glória, chegou a se vestir como um deles.
28E se assim Deus veste a erva, que hoje está no campo, e amanhá é lançada no forno, quanto mais vestirá a vós, homens de pouca fé?
29Vós, pois, não pergunteis que comereis, ou que bebereis; e não andeis preocupados.
30Porque todas estas coisas, os gentios do mundo as buscam; mas vosso Pai sabe que necessitais destas coisas.
31Mas buscai o Reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
32Não temas, ó pequeno rebanho; porque vosso Pai se agradou de dar a vós o Reino.
33Vendei o que tendes, e daí esmola. Fazei para vós bolsas que não se envelheçam; tesouro nos céus que nunca se deprecia; onde ladrão não chega, nem a traça destrói.
34Porque aonde estiver vosso tesouro, ali estará também vosso coração.
35Estejam devidamente vestidos vossos quadris, e acesas as lâmpadas.
36E sede vós semelhantes às pessoas que esperam a seu senhor quando voltar do casamento; para que quando ele vier, e bater, logo possam lhe abrir.
37Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, os achar vigiando; em verdade vos digo que ele se vestirá, e os fará se sentarem à mesa ,e chegando-se, os servirá.
38E ainda que venha à segunda vigília; e que venha a terceira vigília, e assim os achar, bem-aventurados são tais servos.
39Isto, porém, sabei: que se o chefe da casa soubesse à que hora o ladrão viria, ele vigiaria, e não deixaria sua casa sofrer dano.
40Vós, pois, também estejais prontos; porque o Filho do homem virá à hora que não imaginais.
41E Pedro lhe disse: Senhor, dizes tu esta parábola para nós, ou também para todos?
42E o Senhor disse: Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem seu senhor puser sobre seus servos, para que lhes dê alimento no tempo certo?
43Bem-aventurado aquele servo ao qual, quando seu senhor vier, o achar fazendo assim.
44Em verdade vos digo, que o porá sobre todos os seus bens.
45Mas se aquele servo disser em seu coração: Meu senhor está demorando para vir; e começar a espancar aos servos e servas, e a comer, e a beber, e a se embebedar,
46Virá o senhor daquele servo, no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe; e será partido em dois, e porá sua porção com os incrédulos.
47E o servo que sabia a vontade de seu senhor, e não se preparou, nem fez conforme a sua vontade, será muito espancado.
48Mas o que não sabia, e fez coisas dignas de pancadas, será pouco espancado. E a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se confiou, muito mais lhe será exigido.
49Eu vim para lançar fogo na terra; e o que mais posso querer, se já está aceso?
50Porém há um batismo que tenho que ser batizado; e como me angustio até que se venha a cumprir!
51Vós pensais que vim para dar paz à terra? Não, eu vos digo; mas antes vim para trazer divisão.
52Porque daqui em diante cinco estarão divididos em uma casa; três contra dois, e dois contra três.
53O pai estará dividido contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra sua nora, e a nora contra sua sogra.
54E ele dizia também para as multidões: Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; E assim acontece.
55E quando venta do sul, dizeis: Haverá calor; E assim acontece.
56Hipócritas! Sabeis entender a aparência da terra e do céu; e como não entendeis este tempo?
57E por que também não julgais por vós mesmos o que é justo?
58Pois quando fores com teu adversário à autoridade, procura te livrares dele no caminho, para que ele não venha a te levar ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial de justiça, e o oficial de justiça te lance na prisão.
59Eu te digo que não sairás dali enquanto não pagares até a última moeda.
1E naquele mesmo tempo estavam ali presentes alguns, que lhe contavam dos galileus cujo sangue Pilatos tinha misturado com seus sacrifícios.
2E respondendo Jesus, disse-lhes: Vós pensais que estes galileus foram mais pecadores, por terem sofrido estas coisas?
3Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.
4Ou aqueles dezoito, sobre os quais a torre em Siloé caiu, matando-os; pensais que eram mais culpados dos que todos as pessoas que moravam em Jerusalém?
5Não, eu vos digo; antes, se vós não vos arrependerdes, todos de modo semelhante perecereis.
6E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada em sua vinha, e veio até ela para buscar fruto, e não achou.
7E disse ao que cuidava da vinha: Eis que há três anos, que venho para buscar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; por que ainda ocupa inutilmente a terra?
8E respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu a escave ao redor, e a adube;
9E se der fruto, deixa-a ficar ; se não, tu a cortarás depois.
10E ensinava em uma das sinagogas num sábado.
11E eis que estava ali uma mulher, que havia dezoito anos que tinha um espírito de enfermidade; e andava encurvada, e de maneira nenhuma ela podia se endireitar.
12E Jesus vendo-a, chamou-a para si, e disse-lhe: Mulher, livre estás de tua enfermidade.
13E pôs as mãos sobre ela, e logo ela se endireitou, e glorificava a Deus.
14E o chefe da sinagoga, irritado por Jesus ter curado no sábado, respondendo, disse à multidão: Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes dias, pois, vinde para ser curados, e não no dia de sábado.
15Porém o Senhor lhe respondeu, e disse: Hipócrita, no sábado cada um de vós não desata seu boi ou jumento da manjedoura, e o leva para dar de beber?
16E não convinha soltar desta ligadura no dia de sábado a esta mulher ,que é filha de Abraão, a qual, eis que Satanás já a havia ligado há dezoito anos?
17E ele, dizendo estas coisas, todos seus adversários ficaram envergonhados; e todo o povo se alegrava de todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele.
18E dizia: A que o Reino de Deus é semelhante? E a que eu o compararei?
19Semelhante é ao grão da mostarda, que um homem, tomando-o, lançou-o em sua horta; e cresceu, e fez-se uma grande árvore, e as aves dos céus fizeram ninhos em seus ramos.
20E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus?
21Semelhante é ao fermento, que a mulher, tomando-o, o escondeu em três medidas de farinha, até tudo ficar levedado.
22E andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia ensinando, e caminhando para Jerusalém.
23E disse-lhe um: Senhor, são também poucos os que se salvam? E ele lhes disse:
24Trabalhai para entrar pela porta estreita; porque eu vos digo, que muitos procuraram entrar, e não puderam.
25Porque quando o chefe da casa se levantar, e fechar a porta, e se estiverdes de fora, e começardes a bater à porta, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos! E respondendo ele, vos disser: Não vos conheço, nem sei de onde vós sois.
26Então começareis a dizer: Em tua presença temos comido e bebido, e tens ensinado em nossas ruas.
27E ele dirá: Digo-vos que não vos conheço, nem sei de onde vós sois; afastai-vos de mim, vós todos praticantes de injustiça.
28Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes a Abraão, a Isaque, a Jacó, e a todos os profetas no Reino de Deus; mas vós sendo lançados fora.
29E virão pessoas do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e se sentarão à mesa no Reino de Deus.
30E eis que há alguns dos últimos que serão primeiros, e há alguns dos primeiros que serão últimos.
31Naquele mesmo dia, chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai, e vai-te daqui, porque Herodes quer te matar.
32E disse-lhes: Ide, e dizei a aquela raposa: eis que expulso demônios, e faço curas hoje e amanhã, e ao terceiro dia eu terei completado.
33Porém é necessário que hoje, e amanhã, e no dia seguinte eu caminhe; porque um profeta não pode morrer fora de Jerusalém.
34Jerusalém, Jerusalém, que matas aos profetas, e apedrejas aos que te são enviados: quantas vezes eu quis juntar teus filhos, como a galinha junta seus pintos debaixo de suas asas, e não quisestes?
35Eis que vossa casa é deixada deserta para vós. E em verdade vos digo, que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem no nome do Senhor.
"Ser amado sem ser conhecido é reconfortante, mas superficial. Ser conhecido e não amado é nosso maior medo. Mas ser plenamente conhecido e verdadeiramente amado é o que mais precisamos."
— Timothy Keller