Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 301 / 365

Marcos 6–8

Marcos 6–8

1Jesus partiu-se dali, veio à sua terra, e seus discípulos o seguiram.

2E chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, quando o ouviram, espantavam-se, dizendo: De onde lhe vem estas coisas? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E tais maravilhas feitas por suas mãos?

3Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas, e de Simão? E não estão aqui as suas irmãs conosco? E ofenderam-se nele.

4E Jesus lhes dizia: Todo profeta tem honra, menos em sua terra, entre os parentes, e em sua própria casa.

5Ele não pôde ali fazer milagre algum, a não ser somente para uns poucos enfermos, sobre os quais pôs as mãos e os curou.

6E ficou admirado da incredulidade deles. Ele percorreu as aldeias do redor, ensinando.

7E chamou a si os doze, e começou a enviar de dois em dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos.

8E mandou-lhes que não tomassem nada para o caminho, a não ser somente um bordão; nem bolsa, nem pão, nem dinheiro no cinto;

9mas que calçassem sandálias, e não se vestissem de duas túnicas.

10E dizia-lhes: Onde quer que entrardes em alguma casa, ficai ali até que dali saiais.

11E todos os que não vos receberem, nem vos ouvirem, quando sairdes dali, sacudi o pó que estiver debaixo de vossos pés, em testemunho contra eles Em verdade vos digo, que mais tolerável será a os de Sodoma ou Gomorra no dia do juízo, do que a os d aquela cidade.

12Eles, então, se foram, e pregaram que as pessoas se arrependessem.

13Eles expulsaram muitos demônios, e a muitos enfermos ungiram com azeite, e os curaram.

14O rei Herodes ouviu falar disso (porque o nome de Jesus já era notório). E dizia: João Batista ressuscitou dos mortos, e por isso estas maravilhas operam nele.

15Outros diziam: É Elias; e outros diziam: É profeta, ou como algum dos profetas.

16Quando, porém, Herodes ouviu falar disso, falou: Ele é João, de quem cortei a cabeça. Ele ressuscitou dos mortos.

17Pois o próprio Herodes havia mandado prender João, e acorrentá-lo na prisão, por causa de Herodias, mulher do seu irmão Filipe, porque havia se casado com ela.

18Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher do teu irmão.

19Assim Herodias o odiava, e queria matá-lo, mas não podia,

20pois Herodes temia João, sabendo que era um homem justo e santo, e o estimava. E quando o ouvia, fazia muitas coisas, o ouvia de boa vontade.

21Mas veio um dia oportuno, em que Herodes, no dia do seu aniversário, dava uma ceia aos grandes de sua corte, aos comandantes militares, e aos principais da Galileia.

22Então a filha dessa Herodias entrou dançando, e agradou a Herodes e aos que estavam sentados com ele. O rei disse à garota: Pede-me quanto quiseres, que eu darei a ti.

23E jurou a ela: Tudo o que me pedirdes te darei, até a metade do meu reino.

24Então ela saiu, e perguntou à sua mãe: Que pedirei? E ela respondeu: A cabeça de João Batista.

25E entrando ela logo apressadamente ao rei, pediu, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João Batista.

26E o rei entristeceu-se muito; mas , por causa dos juramentos, e dos que estavam juntamente à mesa, não quis recusar a ela.

27Então logo o rei enviou o executor com a ordem de trazer ali sua cabeça. Ele, foi, e o decapitou na prisão.

28Em seguida, trouxe a sua cabeça num prato, e o deu à garota; e a garota a deu à sua mãe.

29Quando os discípulos dele ouviram isso, vieram, pegaram o seu cadáver, e o puseram num sepulcro.

30Os apóstolos juntaram-se de volta a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que haviam feito, como o que haviam ensinado.

31E ele lhes disse: Vinde vós à parte a um lugar deserto, e descansai um pouco; pois havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer.

32E foram-se num barco a um lugar deserto à parte.

33Mas as multidões os viram ir, e muitos o reconheceram. Então correram para lá a pé de todas as cidades, chegaram antes deles, e vieram para perto dele.

34Quando Jesus saiu do barco , viu uma grande multidão, e teve compaixão deles porque eram como ovelhas que não têm pastor. Assim, começou a lhes ensinar muitas coisas.

35E quando já era tarde, os seus discípulos vieram a ele, e disseram: O lugar é deserto, e a hora já é tarde.

36Despede-os, para eles irem aos campos e aldeias circunvizinhos, e comprarem pão para si; pois não têm o que comer.

37Mas ele respondeu: Dai-lhes vós mesmos de comer. E eles lhe responderam: Iremos, e compraremos duzentos denários de pão, para lhes darmos de comer?

38E ele lhes disse: Quantos pães tendes? Ide ver. Quando souberam, disseram: Cinco, e dois peixes.

39E mandou-lhes que fizessem sentar a todos em grupos sobre a grama verde.

40E sentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinquenta em cinquenta.

41Ele tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou, e partiu os pães, e os deu aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles. E os dois peixes repartiu com todos.

42Todos comeram e se saciaram.

43E dos pedaços de pão e dos peixes levantaram doze cestos cheios.

44Os que comeram os pães eram quase cinco mil homens.

45Logo depois, ordenou seus discípulos a subirem no barco, e ir adiante para o outro lado, em Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.

46E, depois de os despedir, foi ao monte para orar.

47Ao anoitecer, o barco estava no meio do mar, e Jesus sozinho em terra.

48E viu que se cansavam muito remando, porque o vento lhes era contrário. Então, perto da quarta vigília da noite, veio a eles andando sobre o mar, e queria passar por eles.

49Mas quando eles o viram andando sobre o mar, pensaram que era uma fantasma, e gritaram,

50pois todos o viam, e ficaram perturbados. Então logo falou com eles, dizendo: Tende coragem! Sou eu, não tenhais medo.

51E subiu a eles no barco, e o vento se aquietou. Eles ficaram muito espantados e maravilhados entre si,

52pois não haviam entendido o que tinha acontecido com os pães, porque o coração deles estava endurecido.

53Eles terminaram de atravessar o mar, chegaram à terra de Genesaré, e ali aportaram.

54Quando eles saíram do barco, logo as pessoas o reconheceram.

55Então gente de toda a região em redor veio correndo, e começaram a trazer em camas os doentes, aonde quer que ouviam que ele estava.

56E aonde quer que ele entrava, em povoados, cidades, ou aldeias, colocavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que ao menos tocassem a borda de sua roupa; e todos os que o tocavam ficavam sarados.

1Os fariseus, e alguns dos escribas, que tinham vindo de Jerusalém, reuniram-se com ele.

2E, quando viram que alguns dos discípulos dele comiam pão com mãos impuras, isto é, sem lavar, repreendiam-lhes.

3(Pois os fariseus, e todos os judeus, mantendo a tradição dos antigos, se não lavarem bastante as mãos, não comem.

4E, quando voltam da rua, se não se lavarem, não comem; e há muitas outras coisas que se encarregam de guardar, como lavar os copos, as vasilhas, os utensílios de metal, e os leitos).

5Depois os fariseus e os escribas lhe perguntaram: Por que os teus discípulos não andam conforme a tradição dos antigos, em vez de comerem pão com as mãos sem lavar?

6E ele lhes respondeu: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas! Como está escrito: Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.

7Eles, porém, me honram em vão, ensinando como doutrinas mandamentos humanos. Isaías 29:13

8Pois vós deixais o mandamento de Deus, e mantendes a tradição humana, como lavar as vasilhas e os copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas.

9E dizia-lhes: Vós dispensais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição;

10porque Moisés disse: Honra o teu pai e a tua mãe. E quem maldisser ao pai ou à mãe terá de morrer.

11Mas vós dizeis: Se o homem disser ao pai ou à mãe: Tudo o que te puder aproveitar de mim é corbã (isto é, oferta),

12então não lhe deixais mais nada fazer por seu pai ou por sua mãe.

13Assim invalidaias a palavra de Deus por vossa tradição, que ordenastes; e fazeis muitas coisas semelhantes a estas.

14E chamando para si toda a multidão, disse-lhes: Ouvi-me todos, e entendei:

15Nada há fora do ser humano que nele entre que o possa contaminar; mas o que dele sai, isso é o que contamina o ser humano.

16Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.

17Quando Jesus deixou a multidão e entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram sobre a parábola.

18E ele lhes disse: Também vós estais assim sem entendimento? Não entendeis que tudo o que de fora entra no ser humano não o pode contaminar?

19Pois não entra no seu coração, mas, sim, no ventre, e sai para a privada. (Assim, ele declarou como limpas todas as comidas).

20E dizia: O que sai do ser humano, isso contamina o ser humano.

21Pois é de dentro do coração humano que vêm os maus pensamentos, os adultérios, os pecados sexuais, os homicídios,

22os roubos, as ganâncias, as maldades, o engano, a depravação, o olho malicioso, a blasfêmia, a soberba, a insensatez.

23Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o ser humano.

24Jesus levantou-se dali e foi para a região de Tiro e de Sidom. Ele entrou numa casa, e não queria que ninguém soubesse disso, mas não pôde se esconder.

25Pois uma mulher, cuja filhinha tinha um espírito imundo, assim que ouviu falar dele, veio, e prostrou-se a seus pés.

26Esta mulher era grega, de nacionalidade sirofenícia; e rogava-lhe que expulsasse o demônio de sua filha.

27Mas Jesus lhe disse: Deixa primeiro que os filhos se fartem; porque não é bom tomar o pão dos filhos, e lançá-lo aos cachorrinhos.

28Porém ela lhe respondeu: Sim Senhor; mas também os cachorrinhos comem debaixo da mesa, das migalhas que os filhos deixam.

29Então ele lhe disse: Por esta palavra, vai, o demônio já saiu da tua filha.

30Quando ela chegou à sua casa, encontrou que o demônio já havia saído, e a filha estava deitada sobre a cama.

31Então Jesus voltou a sair da região de Tiro e de Sidom, e veio para o mar da Galilea, por meio da região de Decápolis.

32E trouxeram-lhe um surdo que dificilmente falava, e rogaram-lhe que pusesse a mão sobre ele.

33E tomando-o em separado da multidão, pôs os seus dedos nos ouvidos dele, cuspiu, e tocou-lhe a língua.

34Depois, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá, (isto é, abre-te).

35Imediatamente os ouvidos dele se abriram, e o que prendia sua língua se soltou, e passou a falar bem.

36Jesus lhes mandou que a ninguém dissessem; porém, quanto mais lhes mandava, mais divulgavam.

37E ficavam muito admirados, dizendo: Ele faz tudo bem! Aos surdos faz ouvir, e aos mudos falar.

1Naqueles dias, quando havia uma multidão muito grande, e não tinham o que comer, Jesus chamou os seus discípulos a si, e disse-lhes:

2Tenho compaixão da multidão, porque já há três dias que estão comigo, e não têm o que comer.

3E se eu os deixar ir sem comer para suas casas desmaiarão no caminho; porque alguns deles vieram de longe.

4Os seus discípulos lhe responderam: De onde poderá alguém saciar estes de pão aqui no deserto?

5Jesus lhes perguntou: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete.

6Então mandou à multidão que se sentassem no chão. Em seguida, tomou os sete pães, e tendo dado graças, partiu-os, e os deu a seus discípulos, para que os pusessem diante deles. E eles os puseram diante da multidão.

7E tinham uns poucos peixinhos, e havendo dado graças, disse que também os pusessem diante deles.

8Eles comeram, e se saciaram; e levantaram, do que sobrou dos pedaços, sete cestos.

9Os que comeram eram quase quatro mil. Depois os despediu.

10E logo entrou no barco com os seus discípulos, e veio para a região de Dalmanuta.

11Os fariseus vieram, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe sinal do céu, para o testar.

12E ele, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que esta geração pede um sinal? Em verdade vos digo, que não se dará sinal a esta geração.

13Então os deixou, voltou a entrar no barco , e foi para a outro lado do mar .

14E os seus discípulos haviam se esquecido de tomar pão, e nada tinham, a não ser um pão com eles no barco.

15E Jesus lhes deu a seguinte ordem: Prestai atenção: tende cuidado com o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes.

16E indagavam-se com os outros , dizendo: É porque não temos pão.

17Jesus soube e lhes disse: Por que indagais que não tendes pão? Não percebeis ainda, nem entendeis? Ainda tendes o vosso coração endurecido?

18Tendes olhos, e não vedes? Tendes ouvidos, e não ouvis?

19E não vos lembrais de, quando parti os cinco pães entre os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes?Responderam-lhe: Doze.

20E quando parti os sete entre os quatro mil, quantas cestas cheias de pedaços levantastes? Eles disseram: Sete.

21Ele lhes perguntou: Como não entendeis?

22Então veio a Betsaida. E trouxeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que o tocasse.

23Ele tomou o cego pela mão e o tirou para fora da aldeia. Depois cuspiu nos olhos dele e, pondo as mãos encima dele, perguntou-lhe se via alguma coisa.

24Ele levantou os olhos e disse: Vejo as pessoas; pois vejo como árvores que andam.

25Então Jesus pôs de novo as mãos sobre os seus olhos, e o fez olhar para cima . Assim ele ficou restabelecido, e passou a ver todos claramente.

26Então o mandou para sua casa, dizendo: Não entres na aldeia, nem contes a ninguém da aldeia.

27Jesus saiu com os seus discípulos para as aldeias de Cesareia de Filipe; e no caminho perguntou a seus discípulos: Quem as pessoas dizem que eu sou?

28Eles responderam: João Batista, e outros, Elias; e outros, algum dos profetas.

29E ele lhes perguntou: E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro lhe respondeu: Tu és o Cristo.

30E lhes ordenou que a ninguém dissessem aquilo dele.

31E começou a lhes ensinar que era necessário que o Filho do homem sofresse muito, e fosse rejeitado pelos anciãos e pelos chefes dos sacerdotes e escribas, e que fosse morto, e depois de três dias ressuscitasse.

32Ele dizia essa palavra abertamente. Então Pedro o tomou à parte, e começou a repreendê-lo.

33Mas Jesus virou-se e, olhando para os seus discípulos, repreendeu Pedro, dizendo: Sai de diante de mim, satanás! Pois tu não compreendes as coisas de Deus, mas sim as humanas.

34Então chamou a si a multidão com os seus discípulos, e disse-lhes: Quem quiser vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me;

35pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá; mas quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, esse a salvará.

36Pois que proveito teria alguém, se ganhasse o mundo todo, e perdesse a sua alma?

37Ou que daria alguém em resgate de sua alma?

38Porque todo aquele que se envergonhar de mim e de minhas palavras nesta geração adúltera e pecadora, também o Filho do homem, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos, envergonhar-se-á dele.

"A Bíblia não nos foi dada para nossa informação, mas para nossa transformação."

Dwight L. Moody

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