Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 300 / 365

Marcos 2–5

Marcos 2–5

1Dias depois, Jesus entrou outra vez em Cafarnaum, e ouviu-se que estava em casa.

2Logo juntaram-se tantos, que nem mesmo perto da porta cabiam; e ele lhes falava a palavra.

3E vieram a ele uns que traziam um paralítico carregado por quatro.

4Como não podiam se aproximar dele por causa da multidão, descobriram o telhado onde ele estava, fizeram um buraco, e baixaram por ele o leito em que jazia o paralítico.

5Quando Jesus viu a fé deles, disse ao paralítico: Filho, os teus pecados te são perdoados.

6E estavam ali sentados alguns escribas, que pensavam em seus corações:

7Por que este homem fala essas blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?

8Imediatamente Jesus percebeu em seu espírito que assim pensavam em si mesmos. Então perguntou-lhes: Por que pensais assim em vossos corações?

9O que é mais fácil? Dizer ao paralítico: “Os teus pecados estão perdoados”, ou dizer, “Levanta-te, toma o teu leito, e anda”?

10Mas para que saibais que o Filho do homem tem poder na terra para perdoar pecados,(disse ao paralítico):

11A ti eu digo: levanta-te, toma o teu leito, e vai para a tua casa.

12E logo ele se levantou, tomou o leito, e saiu na presença de todos, de tal maneira, que todos ficaram admirados, e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca vimos algo assim.

13Jesus voltou a sair para o mar; toda a multidão veio até ele, e ele os ensinava.

14E enquanto passava, ele viu Levi, filho de Alfeu, sentado no posto de coleta de impostos, e disse-lhe: Segue-me.Então Levi se levantou e o seguiu.

15E aconteceu que enquanto estava sentado à mesa na casa dele, muitos publicanos e pecadores também estavam assentados à mesa com Jesus e os seus discípulos; porque eram muitos, e o haviam seguido.

16Quando os escribas e os fariseus o viram comer com os publicanos e pecadores, disseram a seus discípulos: Por que é que ele come e bebe com os publicanos e os pecadores?

17Jesus ouviu e lhes respondeu: Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os que estão doentes. Eu não vim para chamar os justos, mas sim, os pecadores, ao arrependimento.

18Os discípulos de João e os dos fariseus estavam jejuando; então vieram lhe perguntar: Por que os discípulos de João e os dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?

19Jesus lhes respondeu: Podem os convidados do casamento jejuar enquanto o noivo estiver com eles? Enquanto tiverem o noivo consigo, eles não podem jejuar.

20Mas dias virão, quando o noivo lhes for tirado; e então naqueles dias jejuarão.

21Ninguém costura remendo de pano novo em roupa velha; senão o remendo novo rompe o velho, e se faz pior rasgo.

22E ninguém põe vinho novo em odres velhos; senão o vinho novo rompe os odres, derrama-se o vinho, e os odres se danificam; mas o vinho novo deve ser posto em odres novos.

23E aconteceu que, enquanto Jesus passava pelas plantações no sábado, os seus discípulos, andando, começaram a arrancar espigas.

24Os fariseus lhe disseram: Olha! Por que estão fazendo o que não é lícito no sábado?

25E ele lhes disse: Nunca lestes o que fez Davi, quando teve necessidade e fome, ele e os que com ele estavam?

26Como ele entrou na Casa de Deus, quando Abiatar era sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição (dos quais não é lícito comer, a não ser aos sacerdotes), e também deu aos que com ele estavam?

27Disse-lhes mais: O sábado foi feito por causa do ser humano, não o ser humano por causa do sábado.

28Por isso o Filho do homem é Senhor até do sábado.

1Jesus entrou outra vez na sinagoga; e estava ali um homem que tinha uma mão definhada.

2E prestavam atenção nele, se o curaria no sábado, para o acusarem.

3E Jesus disse ao homem que tinha a mão definhada: Levanta-te, e vem para o meio.

4E disse-lhes:É lícito no sábado fazer o bem, ou o mal? Salvar uma pessoa, ou matá-la? E mantiveram-se calados.

5E olhando ao redor para eles com indignação, sentindo pena da dureza dos seus corações, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele estendeu; e sua mão foi restaurada , sã como a outra.

6Assim que os fariseus saíram, tiveram reunião com os herodianos contra ele, para combinarem sobre como o matariam.

7E Jesus retirou-se com os seus discípulos para o mar; e seguiu-o uma grande multidão da Galileia, da Judeia,

8de Jerusalém, da Idumeia, dalém do Jordão, e os das proximidades de Tiro e de Sidom; uma grande multidão, tendo ouvido quão grandes coisas fazia, vieram a ele.

9E disse aos seus discípulos que um barquinho ficasse continuamente perto dele, por causa das multidões; para que não o apertassem.

10Pois havia curado muitos, de maneira que todos quantos tinham algum mal lançavam-se sobre ele a fim de tocá-lo.

11E os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele, e exclamavam: Tu és o Filho de Deus.

12Mas Jesus os repreendia muito, para que não manifestassem quem ele era.

13Ele subiu ao monte, e chamou para si os que quis; então vieram a ele.

14E constituiu doze para que estivessem com ele, para enviá-los a pregar,

15para que tivessem poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios.

16Eram eles: Simão, a quem pôs por nome Pedro;

17Tiago filho de Zebedeu, e João, irmão de Tiago; e pôs-lhes por nome Boanerges, que significa “filhos do trovão”;

18e André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé; Tiago filho de Alfeu; Tadeu; Simão o zelote;

19e Judas Iscariotes, o que o traiu.

20Quando foram para uma casa, outra vez se ajuntou uma multidão, de maneira que nem sequer podiam comer pão.

21Os seus familiares , ao ouvirem isso, saíram para detê-lo, porque diziam: “Ele stá fora de si”.

22E os escribas que haviam descido de Jerusalém diziam: Ele tem Belzebu, e é pelo chefe dos demônios que expulsa demônios.

23Então Jesus os chamou, e lhes disse por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás?

24Se algum reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode durar;

25e se alguma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não pode durar firme.

26E se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode durar, mas tem fim.

27Ninguém pode roubar os bens do valente, quando se entra na casa dele, se antes não amarrar ao valente; depois disso roubará a sua casa.

28Em verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e todas as blasfêmias com que blasfemarem;

29mas quem blasfemar contra o Espírito Santo ficará sem perdão para sempre; em vez disso, é culpado do juízo eterno.

30Pois diziam: “Ele tem espírito imundo”.

31Então chegaram os seus irmãos e a sua mãe ; e estando de fora, mandaram chamá-lo.

32A multidão estava sentada ao redor dele. Então disseram-lhe: Eis que a tua mãe e os teus irmãos estão lá fora a te procurar.

33Ele lhes respondeu: Quem é a minha mãe ou os meus irmãos?

34E, olhando em redor aos que estavam sentados perto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos.

35Pois quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã, e mãe.

1Jesus começou outra vez a ensinar junto ao mar, e uma grande multidão se ajuntou a ele, de maneira que ele entrou num barco e ficou sentado no mar; e toda a multidão estava em terra junto ao mar.

2E ensinava-lhes muitas coisas por parábolas; e dizia-lhes em seu ensinamento:

3Ouvi: eis que o semeador saiu a semear;

4E aconteceu que, enquanto semeava, uma parte das sementes caiu junto ao caminho, e os pássaros do céu vieram, e a comeram.

5E outra caiu em pedregulhos, onde não havia muita terra; e logo nasceu, porque não tinha terra profunda.

6Mas, quando saiu o sol, queimou-se; e porque não tinha raiz, secou-se.

7E outra caiu entre espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto.

8Mas outra caiu em boa terra, e deu fruto, que subiu, e cresceu; e um deu trinta, outro sessenta, e outro cem.

9E disse-lhes : Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

10E quando Jesus esteve só, os que estavam junto dele, com os doze, perguntaram-lhe acerca da parábola .

11E respondeu-lhes: A vós é concedido saber o mistério do Reino de Deus; mas aos que são de fora, todas estas coisas se fazem por meio de parábolas;

12para que vendo, vejam, e não percebam; e ouvindo, ouçam, e não entendam; para não haver de se converterem, e lhes sejam perdoados os pecados . Isaías 6:9-10

13E disse-lhes: Não sabeis o significado desta parábola? Como, pois, entendereis todas as parábolas?

14O semeador semeia a palavra.

15E estes são os de junto ao caminho: nos quais a palavra é semeada; mas depois de a ouvirem, Satanás logo vem, e tira a palavra que foi semeada nos seus corações .

16E, semelhantemente, estes são os que se semeiam em pedregulhos: os que havendo ouvido a palavra, logo a recebem com alegria.

17Mas não têm raiz em si mesmos; em vez disso, são temporários. Depois, quando se levanta a tribulação ou a perseguição por causa da palavra, logo tropeçam na fé.

18E estes são os que se semeiam entre espinhos: os que ouvem a palavra;

19mas as preocupações deste mundo, a sedução das riquezas, e as cobiças por outras coisas, entram, sufocam a palavra, e ela fica sem gerar fruto.

20E estes são os que foram semeados em boa terra: os que ouvem a palavra, recebem-na, e dão fruto, um trinta, e outro sessenta, e outro cem.

21E ele lhes disse: Por acaso a lâmpada vem a ser posta debaixo de uma caixa ou sob da cama? Não deve ela ser posta na luminária?

22Pois não há nada encoberto que não haja de ser revelado; e nada se faz para ficar encoberto, mas sim, para ser vir à luz.

23Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.

24E disse-lhes: Prestai atenção ao que ouvis: com a medida que medirdes a vós mesmos se medirá, e será acrescentado a vós que ouvis .

25Pois ao que tem, lhe será dado; e ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.

26E dizia: Assim é o Reino de Deus, como se um homem lançasse semente na terra;

27e dormisse, e se levantasse, de noite e de dia, e a semente brotasse, e crescesse, sem que ele saiba como.

28Pois a terra de si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, depois o grão cheio na espiga.

29E quando o fruto se mostra pronto, logo mete a foice, pois a colheita chegou.

30E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o compararemos?

31Com um grão da mostarda que, quando semeado na terra, é a menor de todas as sementes na terra.

32Mas, depois de semeado, cresce, e se torna a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de maneira que os pássaros do céu podem fazer ninhos sob a sua sombra.

33E com muitas parábolas como essas Jesus lhes falava a palavra, conforme o que podiam ouvir.

34E não lhes falava sem parábola; mas aos seus discípulos explicava tudo em particular.

35Naquele dia, chegando o entardecer, disse-lhes: Passemos para o outro lado.

36Então despediram a multidão, e o levaram consigo assim como estava no barco; mas havia também outros barquinhos com ele.

37E levantou-se uma grande tempestade de vento; as ondas atingiam por cima do barco, de maneira que já se enchia.

38Jesus estava na popa dormindo sobre uma almofada. Então despertaram-no, e disseram-lhe: Mestre, não te importas que pereçamos?

39Então ele se levantou, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te! E o vento se aquietou, e fez-se grande bonança.

40E perguntou-lhes: Por que sois tão covardes? Como não tendes fé?

41E ficaram muito atemorizados, e diziam uns aos outros: Quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?

1E chegaram ao outro lado do mar, à terra dos Gadarenos.

2Assim que Jesus saiu do barco, veio das sepulturas ao seu encontro um homem com um espírito imundo,

3que morava nas sepulturas, e nem mesmo com correntes conseguiam prendê-lo;

4pois muitas vezes fora preso com grilhões e correntes; mas as correntes eram por ele feitas em pedaços, os grilhões eram esmigalhados, e ninguém o conseguia controlar.

5E sempre dia e noite andava gritando pelos montes e pelas sepulturas, e ferindo-se com pedras.

6Quando ele viu Jesus de longe, correu e prostrou-se diante dele.

7E gritou em alta voz: Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Imploro-te por Deus que não me atormentes.

8(Pois Jesus havia lhe dito: “Sai deste homem, espírito imundo”.)

9Então perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E respondeu: Legião é o meu nome, porque somos muitos.

10E rogava-lhe muito que não os expulsasse daquela terra.

11Havia ali perto dos montes uma grande manada de porcos pastando.

12E todos aqueles demônios rogaram-lhe, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.

13Imediatamente Jesus lhes permitiu. Então aqueles espíritos imundos saíram para entrar nos porcos; e a manada lançou-se abaixo no mar; (eram quase dois mil) e afogaram-se no mar.

14Os que apascentavam os porcos fugiram, e avisaram na cidade e nos campos; e as pessoas foram ver o que havia acontecido.

15Então aproximaram-se de Jesus, e viram o endemoninhado sentado, vestido, e em sã consciência o que tivera a legião; e ficaram apavorados.

16E os que haviam visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e sobre os porcos.

17Então começaram a rogar-lhe que saísse do território deles.

18Quando Jesus entrava no barco, o que fora endemoninhado rogou-lhe que estivesse com ele.

19Jesus se recusou, porém lhe disse: Vai para a tua casa, aos teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor fez contigo, e como teve misericórdia de ti.

20Então ele foi embora, e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus havia feito com ele; e todos se admiravam.

21Depois de Jesus passar outra vez num barco para o outro lado, uma grande multidão se ajuntou a ele; e ele ficou junto ao mar.

22E eis que veio um dos líderes de sinagoga, por nome Jairo; e quando o viu, prostrou-se aos seus pés.

23E implorava-lhe muito, dizendo: Minha filhinha está a ponto de morrer. Rogo-te que venhas pôr as mãos sobre ela, para que seja curada, e viva.

24Jesus foi com ele. Uma grande multidão o seguia, e o apertavam.

25E havia uma certa mulher, que tinha um fluxo de sangue havia doze anos,

26que tinha sofrido muito por meio de muitos médicos, e gastado tudo quanto possuía, e nada havia lhe dado bom resultado; ao invés disso, piorava.

27Quando ela ouviu falar de Jesus, veio entre a multidão por detrás, e tocou a roupa dele.

28Pois dizia: Se tão somente tocar as suas roupas, serei curada.

29E imediatamente a fonte do seu sangue parou se secou; e sentiu no corpo que já havia sido curada daquele flagelo.

30Jesus logo notou em si o poder que dele havia saído. Então virou-se na multidão, e perguntou: Quem tocou as minhas roupas?

31E seus discípulos lhe disseram: Eis que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou?

32E ele olhava em redor, para ver quem havia lhe feito isso.

33Então a mulher temendo, e tremendo, sabendo o que havia sido feito em si, veio, prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade.

34E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz, e estejas curada deste teu flagelo.

35Estando ele ainda falando, alguns vieram da casa do líder de sinagoga, e disseram: A tua filha já morreu; por que ainda estás incomodando o Mestre?

36Mas Jesus, assim que ouviu essa palavra que havia sido falada, disse ao líder de sinagoga: Não temas; crê somente.

37E não permitiu que ninguém o seguisse, a não ser Pedro, Tiago, e João irmão de Tiago.

38Ele chegou à casa do líder de sinagoga, e viu o alvoroço, os que choravam muito e pranteavam.

39E ao entrar, disse-lhes: Por que fazeis alvoroço e chorais? A menina não morreu, mas está dormindo.

40E riram dele. Porém ele, depois de pôr todos fora, tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que estavam com ele. Em seguida, entrou onde a menina estava deitada.

41Ele pegou a mão da menina, e lhe disse: “Talita cumi”, (que significa: “Menina, eu te digo, levanta-te”).

42E logo a menina se levantou e andou, pois já tinha doze anos de idade. E ficaram grandemente espantados.

43E mandou-lhes muito que ninguém o soubesse; e mandou que dessem a ela de comer.

"Somos imortais até que nossa obra na terra esteja concluída."

George Whitefield

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