Day 221 / 365
Isaías 4–6
Isaías 4–6
1E sete mulheres tomarão um mesmo homem naquele dia, dizendo: Nós comeremos de nosso pão, e nos vestiremos de nossas roupas; queremos somente que teu nome seja posto sobre nós; livra-nos de nossa vergonha!
2Naquele dia o Renovo do SENHOR será belo e glorioso; e o fruto da terra de excelente valor, para os de Israel que escaparem do perigo .
3E será que aquele que continuar em Sião e aquele que for deixado em Jerusalém será chamado santo; todo aquele que em Jerusalém está escrito para a vida;
4Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião, e limpar o sangue de Jerusalém do meio dela, com o espírito de juízo, e com o espírito de queima.
5E o SENHOR criará sobre toda moradia do monte de Sião, e sobre seus ajuntamentos, uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um brilho de fogo inflamado de noite; porque sobre toda glória haverá proteção.
6E haverá uma tenda para sombra contra o calor do dia, e para refúgio e abrigo contra a tempestade e contra a chuva.
1Agora cantarei a meu amado o cântico de meu querido de sua vinha: meu amado tem uma vinha, em um morro fértil;
2E a cercou, e limpou das pedras, e a plantou de excelentes videiras, e edificou no meio dela uma torre; e também fundou nela uma prensa de uvas; e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas imprestáveis.
3E agora, ó moradores de Jerusalém, e vós homens de Judá? Julgai, eu vos peço, entre mim e minha vinha.
4O que mais podia ser feito à minha vinha, que eu não tenha já feito? Se eu esperava uvas boas, como, pois, veio dar uvas imprestáveis?
5Por isso agora eu vos farei saber o que farei à minha vinha: tirarei sua cerca, para que sirva de pastagem; derrubarei seu muro, para que seja pisada;
6E eu a tornarei uma terra abandonada; não será podada, nem cavada; mas crescerão nela cardos e espinhos; e darei ordens às nuvens, para que não chovam chuva sobre ela.
7Porque a vinha do SENHOR dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são suas plantas agradáveis; porém ele esperava juízo, e eis aqui opressão; ele esperava justiça, e eis aqui clamor.
8Ai dos que juntam uma casas, e acumulam propriedades de terra, até que não tenha sobrado mais lugar, para que somente vós fiqueis como moradores no meio da terra.
9O SENHOR dos exércitos disse aos meus ouvidos: Verdadeiramente muitas casas se tornarão desertas, até as grandes e valiosas ficarão sem moradores!
10E dez jeiras de vinha darão apenas um bato; e um ômer de semente dará apenas um efa.
11Ai dos que se levantam cedo pela manhã, para buscarem bebida alcoólica, e continuam até a noite, até que o vinho os esquente.
12E harpas, liras, tamborins, gaitas e vinho há em seus banquetes; porém não olham para a obra do SENHOR, nem veem a obra de suas próprias mãos.
13Por isso meu povo será levado cativo, porque não tem conhecimento; seus nobres terão fome, e sua multidão se secará de sede.
14Por isso o Xeol alargou seu avidez, e sua boca se abriu tanto que não se pode medir, e ali descerão a nobreza e também a multidão, em meio a barulhos e com os que festejam.
15Então as pessoas serão rebaixadas, e os homens serão humilhados; e os olhos dos arrogantes se humilharão.
16Mas o SENHOR dos exércitos será exaltado com juízo; e Deus, o Santo, será santificado com justiça.
17E os cordeiros pastarão como se fosse seus próprios pastos, e os estranhos comerão do alimento proveniente dos lugares abandonados dos ricos.
18Ai dos que puxam perversidade com cordas de futilidade, e pelo pecado como que com cordas de carruagens!
19E dizem: Que ele se apresse, acelere sua obra, para que a vejamos; e aproxime-se e venha o conselho do Santo de Israel, para que possamos saber.
20Ai dos que chamam o mal de bem, e o bem de mal; que trocam as trevas pela luz, e a luz pelas trevas; e trocam o amargo pelo doce, e o doce pelo amargo!
21Ai dos que se acham sábios aos seus próprios olhos, e prudentes para si mesmos!
22Ai dos que se acham corajosos para beberem vinho, e homens fortes para misturarem bebida alcoólica!
23Ai d os que inocentam o perverso por causa de suborno, e se desviam da justiça dos justos!
24Por isso, como a língua de fogo consome a estopa, e a chama queima a palha, assim sua raiz será como podridão, e sua flor se desfará como o pó; pois rejeitaram a Lei do SENHOR dos exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel.
25Por isso se acendeu a ira do SENHOR contra seu povo, e estendeu sua mão contra ele, e o feriu; e as montanhas tremeram, e seus cadáveres foram como lixo no meio das ruas; com tudo isto ele não retrocedeu sua ira; ao contrário, sua mão ainda está estendida.
26E ele levantará uma bandeira para as nações distantes, e lhes assoviará desde os confins da terra; e eis que virão com rapidez apressadamente.
27Não haverá entre eles cansado ou quem tropece; ninguém cochilará, nem dormirá; nem se desatará o cinto de seus lombos, nem será arrebentada a tira de seus calçados.
28Suas flechas estarão afiadas, e todos os seus arcos prontos para atirar; os cascos de seus cavalos serão comparáveis a rochas, e as rodas de suas carruagens como redemoinhos de vento.
29O rugido deles será como o de um leão feroz, e bramarão como filhotes de leão; e rugirão, e tomarão a presa, e a levarão, e não haverá quem a resgate.
30E bramarão contra ela naquele dia como o bramido do mar; então olharão para a terra, e eis que há trevas e aflição; e a luz se escurecerá em suas nuvens.
1No ano em que o rei Uzias morreu, eu vi o Senhor sentado sobre um alto e elevado trono; e as bordas de seu manto enchiam o templo.
2Serafins estavam por cima dele, cada um tinha seis asas; com duas cobriam seus rostos, com duas cobriam seus pés, e com duas voavam.
3E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo! Santo! Santo é o SENHOR dos exércitos! Toda a terra está cheia de sua glória!
4E as molduras das portas se moviam com a voz do que clamava; e a casa se encheu de fumaça.
5Então eu disse: Ai de mim, que vou perecer! Pois sou homem de lábios impuros, e moro no meio de um povo de lábios impuros, e meus olhos viram ao Rei, o SENHOR dos exércitos!
6Porém um dos serafins voou até mim, trazendo em sua mão uma brasa viva, a qual ele tinha tirado do altar com uma tenaz.
7E com ela tocou em minha boca, e disse: Eis que isto tocou em teus lábios; assim já foi afastada de ti tua culpa, e purificado estás de teu pecado.
8Depois disso ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei? E quem irá por nós? Então eu disse: Eis-me aqui! Envia-me!
9Então ele me disse: Vai, e diz a este povo: certamente ouvireis, mas não entendereis; certamente vereis, mas não percebereis.
10Faze o coração deste povo se encher de gordura, e os ouvidos deles ficarem pesados, para que não vejam com seus olhos, nem ouçam com seus ouvidos, nem entendam com seus corações, e assim não se convertam, nem eu os cure.
11E eu disse: Até quando, Senhor?E ele respondeu: Até que as cidades sejam devastadas, e não fique morador algum, nem homem algum nas casas, e a terra seja devastada por completo.
12Porque o SENHOR removerá as pessoas dela ,e no meio da terra será grande o abandono.
13Mas ainda a décima parte ficará nela, e voltará a ser consumida; e como uma grande árvore ou como o carvalho, em que depois de serem derrubados, ainda fica a base do tronco, assim a santa semente será a base dela.
"Pregue o Evangelho em todo tempo. Quando necessário, use palavras."
— Francis of Assisi