Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 207 / 365

Provérbios 6–8

Provérbios 6–8

1Filho meu, se ficaste fiador por teu próximo, se deste tua garantia ao estranho;

2Se tu foste capturado pelas palavras de tua própria boca, e te prendeste pelas palavras de tua boca,

3Então faze isto agora, meu filho, e livra-te, pois caíste nas mãos de teu próximo; vai, humilha-te, e insiste exaustivamente ao teu próximo.

4Não dês sono aos teus olhos, nem cochilo às tuas pálpebras.

5Livra-te, como a corça do caçador, como o pássaro do caçador de aves.

6Vai até a formiga, preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio.

7Ela, mesmo não tendo chefe, nem fiscal, nem dominador,

8Prepara seu alimento no verão, na ceifa ajunta seu mantimento.

9Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono?

10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;

11Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade chegará a ti como um homem armado.

12O homem mal, o homem injusto, anda com uma boca perversa.

13Ele acena com os olhos, fala com seus pés, aponta com seus dedos.

14Perversidades há em seu coração; todo o tempo ele trama o mal; anda semeando brigas.

15Por isso sua perdição virá repentinamente; subitamente ele será quebrado, e não haverá cura.

16Estas seis coisas o SENHOR odeia; e sete sua alma abomina:

17Olhos arrogantes, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;

18O coração que trama planos malignos, pés que se apressam a correr para o mal;

19A falsa testemunha, que sopra mentiras; e o que semeia brigas entre irmãos.

20Filho meu, guarda o mandamento de teu pai; e não abandones a lei de tua mãe.

21Amarra-os continuamente em teu coração; e pendura-os ao teu pescoço.

22Quando caminhares, isto te guiará; quando deitares, isto te guardará; quando acordares, isto falará contigo.

23Porque o mandamento é uma lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões para correção são o caminho da vida;

24Para te protegerem da mulher má, das lisonjas da língua da estranha.

25Não cobices a formosura dela em teu coração; nem te prenda em seus olhos.

26Porque pela mulher prostituta chega-se a pedir um pedaço de pão; e a mulher de outro homem anda à caça de uma alma preciosa.

27Por acaso pode alguém botar fogo em seu peito, sem que suas roupas se queimem?

28Ou alguém pode andar sobre as brasas, sem seus pés se arderem?

29Assim será aquele que se deitar com a mulher de seu próximo; não será considerado inocente todo aquele que a tocar.

30Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome;

31Mas, se for achado, ele pagará sete vezes mais; ele terá que dar todos os bens de sua casa.

32Porém aquele que adultera com mulher alheia tem falta de entendimento; quem faz isso destrói sua própria alma.

33Ele encontrará castigo e desgraça; e sua desonra nunca será apagada.

34Porque ciúmes são a fúria do marido, e ele de maneira nenhuma terá misericórdia no dia da vingança.

35Ele não aceitará nenhum pagamento pela culpa; nem consentirá, ainda que aumentes os presentes.

1Filho meu, guarda minhas palavras; e deposita em ti meus mandamentos.

2Guarda meus mandamentos, e vive; e minha lei, como as pupilas de teus olhos.

3Ata-os aos teus dedos; escreve-os na tábua do teu coração.

4Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; E à prudência chama de parente.

5Para que te guardem da mulher alheia, da estranha, que lisonjeia com suas palavras.

6Porque da janela de minha casa, pelas minhas grades eu olhei;

7E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo;

8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;

9No crepúsculo, ao entardecer do dia, no escurecer da noite e nas trevas.

10E eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, com roupas de prostituta, e astuta de coração.

11Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.

12De tempos em tempos ela fica fora de casa ,nas ruas, espreitando em todos os cantos.

13Então ela o pegou, e o beijou; e com atrevimento em seu rosto, disse-lhe:

14Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei meus votos.

15Por isso saí para te encontrar; para buscar apressadamente a tua face, e te achei.

16Já preparei minha cama com cobertas; com tecidos de linho fino do Egito.

17Já perfumei meu leito com mirra, aloés e canela.

18Vem comigo ; iremos nos embebedar de paixões até a manhã, e nos alegraremos de amores.

19Porque meu marido não está em casa; ele viajou para longe.

20Ele tomou uma bolsa de dinheiro em sua mão; e só volta para casa no dia determinado.

21Ela o convenceu com suas muitas palavras sedutoras; com a lisonja de seus lábios ela o persuadiu.

22Ele foi logo após ela, como o boi vai ao matadouro; e como o louco ao castigo das prisões.

23Até que uma flecha atravesse seu fígado; como a ave que se apressa para a armadilha, e não sabe que está armada contra sua vida.

24Agora pois, filhos, escutai-me; e prestai atenção às palavras de minha boca.

25Que teu coração não se desvie para os caminhos dela, e não andes perdido pelas veredas dela.

26Porque ela derrubou muitos feridos; e são muitíssimos os que por ela foram mortos.

27A sua casa é caminho para o Xeol, que desce para as câmaras da morte.

1Por acaso a sabedoria não clama, e a inteligência não solta sua voz?

2Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas, ela se põe.

3Ao lado das portas, à entrada da cidade; na entrada dos portões, ela grita:

4Varões, eu vos clamo; dirijo minha voz aos filhos dos homens.

5Vós que sois ingênuos, entendei a prudência; e vós que sois loucos, entendei de coração.

6Ouvi, porque falarei coisas nobres; e abro meus lábios para a justiça.

7Porque minha boca declarará a verdade; e meus lábios abominam a maldade.

8Todas as coisas que digo com minha boca são justas; não há nelas coisa alguma que seja distorcida ou perversa.

9Todas elas são corretas para aquele que as entende; e justas para os que encontram conhecimento.

10Aceitai minha correção, e não prata; e o conhecimento mais que o ouro fino escolhido.

11Porque a sabedoria é melhor do que rubis; e todas as coisas desejáveis nem sequer podem ser comparadas a ela.

12Eu, a Sabedoria, moro com a Prudência; e tenho o conhecimento do conselho.

13O temor ao SENHOR é odiar o mal: a soberba e a arrogância, o mal caminho e a boca perversa, eu os odeio.

14A mim pertence o conselho e a verdadeira sabedoria; eu tenho prudência e poder.

15Por meio de mim os reis governam, e os príncipes decretam justiça.

16Por meio de mim os governantes dominam; e autoridades, todos os juízes justos.

17Eu amo os que me amam; e os que me buscam intensamente me acharão.

18Bens e honra estão comigo; assim como a riqueza duradoura e a justiça.

19Meu fruto é melhor que o ouro, melhor que o ouro refinado; e meus produtos melhores que a prata escolhida.

20Eu faço andar pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo;

21Para eu dar herança aos que me amam, e encher seus tesouros.

22O SENHOR me adquiriu no princípio de seu caminho; desde antes de suas obras antigas.

23Desde a eternidade eu fui ungida; desde o princípio; desde antes do surgimento da terra.

24Quando ainda não havia abismos, eu fui gerada; quando ainda não havia fontes providas de muitas águas.

25Antes que os montes fossem firmados; antes dos morros, eu fui gerada.

26Quando ele ainda não tinha feito a terra, nem os campos; nem o princípio da poeira do mundo.

27Quando preparava os céus, ali eu estava; quando ele desenhava ao redor da face do abismo.

28Quando firmava as nuvens de cima, quando fortificava as fontes do abismo.

29Quando colocava ao mar o seu limite, para que as águas não ultrapassassem seu mandado; quando estabelecia os fundamentos da terra.

30Então eu estava com ele como um pupilo; e eu era seu agrado a cada dia, alegrando perante ele em todo tempo.

31Alegrando na habitação de sua terra; e concedendo meus agrados aos filhos dos homens.

32Portanto agora, filhos, ouvi-me; porque bem-aventurados serão os que guardarem meus caminhos.

33Ouvi a correção, e sede sábios; e não a rejeiteis.

34Bem-aventurado é o homem que me ouve; que vigia em minhas portas diariamente, que guarda as ombreiras de minhas entradas.

35Porque aquele que me encontrar, encontrará a vida; e obterá o favor do SENHOR.

36Mas aquele que pecar contra mim fará violência à sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte.

"A coragem é contagiosa. Quando um homem corajoso toma posição, as costas dos outros muitas vezes se endireitam."

Billy Graham

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