Day 203 / 365
Salmos 142–144
Salmos 142–144
1Com minha voz clamo ao SENHOR; com minha voz suplico ao SENHOR.
2Diante dele derramo meu pedido; diante dele contei minha angústia.
3Estando meu espírito angustiado em mim, tu conheceste meu percurso; no caminho em que eu andava esconderam um laço de armadilha para mim.
4Eu olho à direita, e eis que não há quem me conheça; não há nenhum refúgio para mim; nem ninguém se importava com minha alma.
5Eu clamo a ti, SENHOR, dizendo: Tu és meu refúgio, e minha porção na terra dos viventes.
6Presta atenção aos meus gritos, porque estou muito oprimido; resgata-me daqueles que me perseguem, pois são mais fortes que eu.
7Tira minha alma da prisão, para que eu louve o teu nome; os justos me rodearão, porque tu me tratarás bem.
1Ó SENHOR, ouve minha oração; inclina teus ouvidos às minhas súplicas; responde-me segundo tua fidelidade e tua justiça.
2E não entres em juízo com teu servo; porque nenhum ser vivo será justo diante de ti.
3Pois o inimigo persegue minha alma, atropela na terra a minha vida; e me obriga a viver na escuridão, como os que há muito tempo morreram.
4Por isso meu espírito se enche de angústia em mim, e meu coração está desesperado dentro de mim.
5Lembro-me dos dias antigos, eu considero todos os teus feitos; medito nas obras de tuas mãos.
6Levanto minhas mãos a ti; minha alma tem sede de ti como a terra seca.
7Responde-me depressa, SENHOR; porque meu espírito está muito fraco; não escondas tua face de mim, pois eu seria semelhante aos que descem à cova.
8De madrugada faze com que eu ouça tua bondade, porque em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto minha alma.
9Livra-me de meus inimigos, SENHOR; pois em ti eu me escondo.
10Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és meu Deus; teu bom Espírito me guie por terra plana.
11Vivifica-me por teu nome, SENHOR; por tua justiça tira minha alma da angústia.
12E por tua bondade extermina os meus inimigos; e destrói a todos os que afligem a minha alma; pois eu sou teu servo.
1Bendito seja o SENHOR, rocha minha, que ensina minhas mãos para a batalha, e meus dedos para a guerra.
2Ele é minha bondade e meu castelo; meu alto refúgio, e meu libertador; ele é meu escudo, em quem confio; e aquele que faz meu povo se submeter a mim.
3Ó SENHOR, o que é o homem para que lhe dês atenção? E o filho do homem, para que com ele te importes?
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
5Ó SENHOR, abaixa teus céus, e desce; toca os montes, e fumeguem.
6Lança relâmpagos, e os dispersa; envia tuas flechas, e os derrota.
7Estende tuas mãos desde o alto; livra-me, e resgata-me das muitas águas, das mãos dos filhos de estrangeiros;
8Cuja boca fala coisas inúteis, e sua mão direita é a mão direita da mentira.
9Ó Deus, a ti cantarei uma canção nova; com harpa e instrumento de dez cordas tocarei música a ti.
10Tu és o que dás vitória aos reis, e livras a Davi, teu servo, da espada maligna.
11Livra-me e resgata-me das mãos dos filhos de estrangeiros; cuja boca fala mentiras, e sua mão direita é mão direita de falsidade.
12Para que nossos filhos sejam como plantas, que crescem em sua juventude; e nossas filhas sejam como esquinas entalhadas ao modo do palácio.
13Nossos celeiros sejam cheios de todos os tipos de mantimentos; nosso gado seja aos milhares, e dezenas de milhares em nossos campos.
14Nossos bois sejam vigorosos; não haja nem assalto, nem fugas, nem gritos em nossas ruas.
15Bem-aventurado é o povo que assim lhe acontece ; bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR!
"A alegria não simplesmente nos acontece. Precisamos escolhê-la e continuar escolhendo-a todos os dias."
— Henri Nouwen