Day 183 / 365
Salmos 72–74
Salmos 72–74
1Deus, dá teus juízos ao rei, e tua justiça ao filho do rei.
2Ele julgará a teu povo com justiça, e a teus aflitos com juízo.
3Os montes trarão paz ao povo, e os morros trarão justiça.
4Ele julgará os pobres do povo, livrará os filhos do necessitado, e quebrará o opressor.
5Temerão a ti enquanto durarem o sol e a luz, geração após geração.
6Ele descerá como chuva sobre a erva cortada, como as chuvas que regam a terra.
7Em seus dias o justo florescerá, e haverá abundância de paz, até que não haja mais a lua.
8E ele terá domínio de mar a mar; e desde o rio até os limites da terra.
9Os moradores dos desertos se inclinarão perante sua presença, e seus inimigos lamberão o pó da terra.
10Os reis de Társis e das ilhas trarão presentes; os reis de Sabá e Seba apresentarão bens.
11E todos os reis se inclinarão a ele; todas as nações o servirão;
12Porque ele livrará ao necessitado que clamar, e também ao aflito que não tem quem o ajude.
13Ele será piedoso para o pobre e necessitado, e salvará as almas dos necessitados.
14Ele livrará suas almas da falsidade e da violência, e o sangue deles lhe será precioso.
15E ele viverá; e lhe darão ouro de Sabá, e continuamente orarão por ele; o dia todo o bendirão.
16Haverá bastante trigo na terra sobre os cumes dos montes; seu fruto brotará como o Líbano; e desde a cidade florescerão como a erva da terra.
17Seu nome permanecerá para sempre; enquanto o sol durar, seu nome continuará; e se bendirão nele; todas as nações o chamarão de bem-aventurado.
18Bendito seja o SENHOR Deus, o Deus de Israel! Somente ele faz tais maravilhas!
19E bendito seja seu glorioso nome eternamente; e que sua glória encha toda a terra! Amem, e amém!
20Aqui terminam as orações de Davi, filho de Jessé.
1Sim, certamente Deus é bom para Israel, para os limpos de coração.
2Eu porém, quase que meus pés se desviaram; quase nada faltou para meus passos escorregarem.
3Porque eu tinha inveja dos arrogantes, quando via a prosperidade dos perversos.
4Porque não há problemas para eles até sua morte, e o vigor deles continua firme.
5Não são tão oprimidos como o homem comum, nem são afligidos como os outros homens;
6Por isso eles são rodeados de arrogância como um colar; estão cobertos de violência como se fosse um vestido.
7Seus olhos incham de gordura; são excessivos os desejos do coração deles.
8Eles são escarnecedores e oprimem falando mal e falando arrogantemente.
9Elevam suas bocas ao céu, e suas línguas andam na terra.
10Por isso seu povo volta para cá, e as águas lhes são espremidas por completo.
11E dizem: Como Deus saberia? Será que o Altíssimo tem conhecimento disto ?
12Eis que estes são perversos, sempre estão confortáveis e aumentam seus bens.
13Cheguei a pensar : Certamente purifiquei meu coração e lavei minhas mãos na inocência inutilmente,
14Porque sou afligido o dia todo, e castigado toda manhã.
15Se eu tivesse dito isto , eu falaria dessa maneira; eis que teria decepcionado a geração de teus filhos.
16Quando tentei entender, isto me pareceu trabalhoso.
17Até que entrei nos santuários de Deus, e entendi o fim de tais pessoas.
18Certamente tu os fazes escorregarem, e os lança em assolações.
19Como eles foram assolados tão repentinamente! Eles se acabaram, e se consumiram de medo.
20Como o sonho depois de acordar, ó Senhor, quando tu acordares desprezarás a aparência deles;
21Porque meu coração tem se amargurado, e meus rins têm sentido dolorosas picadas.
22Então me comportei como tolo, e nada sabia; tornei-me como um animal para contigo.
23Porém agora estarei continuamente contigo; tu tens segurado minha mão direita.
24Tu me guiarás com teu conselho, e depois me receberás em glória.
25A quem tenho no céu além de ti ? E quando estou contigo, nada há na terra que eu deseje.
26Minha carne e meu coração desfalecem; porém Deus será a rocha do meu coração e minha porção para sempre.
27Porque eis que os que ficaram longe de ti perecerão; tu destróis todo infiel a ti.
28Mas quanto a mim, bom me é me aproximar de Deus; ponho minha confiança no Senhor DEUS, para que eu conte todas as tuas obras.
1Deus, por que nos rejeitaste para sempre? Por que tua ira fumega contra as ovelhas do teu pasto?
2Lembra-te do teu povo, que tu compraste desde a antiguidade; a tribo de tua herança, que resgataste; o monte Sião, em que habitaste.
3Percorre as ruínas duradouras, tudo que o inimigo destruiu no santuário.
4Os teus inimigos rugiram no meio de tuas assembleias; puseram por sinais de vitória os símbolos deles.
5Eles eram como o que levantam machados contra os troncos das árvores.
6E agora, com machados e martelos, quebraram todas as obras entalhadas.
7Puseram fogo no teu santuário; profanaram levando ao chão o lugar onde o teu nome habita.
8Disseram em seus corações: Nós os destruiremos por completo; serão queimadas todas as assembleias de Deus na terra.
9Já não vemos os nossos sinais; já não há mais profeta; e ninguém entre nós sabe até quando será assim.
10Deus, até quando o adversário insultará? O inimigo blasfemará o teu nome para sempre?
11Por que está afastada a tua mão direita? Tira-a do teu peito!
12Deus é o meu Rei desde a antiguidade; ele opera salvação no meio da terra.
13Tu dividiste o mar com a tua força; quebraste as cabeças dos monstros nas águas.
14Despedaçaste as cabeças do leviatã; e o deste como alimento ao povo do deserto.
15Tu dividiste a fonte e o ribeiro; tu secaste os rios perenes.
16A ti pertence o dia, a noite também é tua; tu preparaste a luz e o sol.
17Tu estabeleceste todos os limites da terra; tu formaste o verão e o inverno.
18Lembra-te disto: que o inimigo insultou ao SENHOR; e um povo tolo blasfemou o teu nome.
19Não entregues a vida da tua pombinha para os animais selvagens; não te esqueças para sempre da vida dos teus pobres.
20Olha para o teu pacto, porque os lugares escuros da terra estão cheios de habitações violentas.
21Não permitas que o oprimido volte humilhado; que o aflito e o necessitado louvem o teu nome.
22Levanta-te, Deus; luta em favor de tua causa; lembra-te do insulto que o tolo faz a ti o dia todo.
23Não te esqueças da voz dos teus adversários; o barulho dos que se levantam contra ti sobe cada vez mais.
"Ore como se tudo dependesse de Deus; trabalhe como se tudo dependesse de você."
— Augustine of Hippo