Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 158 / 365

Jó 36–38

36–38

1Prosseguiu Eliú ainda, dizendo:

2Espera-me um pouco, e eu te mostrarei que ainda há palavras a favor de Deus.

3Desde longe trarei meu conhecimento, e a meu Criador atribuirei a justiça.

4Porque verdadeiramente minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem completo conhecimento.

5Eis que Deus é grande, porém despreza ninguém; grande ele é em poder de entendimento.

6Ele não permite o perverso viver, e faz justiça aos aflitos.

7Ele não tira seus olhos do justo; ao contrário, ele os faz sentar com os reis no trono, e assim são exaltados.

8E se estiverem presos em grilhões, e detidos com cordas de aflição,

9Então ele lhes faz saber as obras que fizeram, e suas transgressões, das quais se orgulharam.

10E revela a seus ouvidos, para que sejam disciplinados; e lhes diz, para que se convertam da maldade.

11Se ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em prosperidade, e seus anos em prazeres.

12Porém se não ouvirem, perecerão pela espada, e morrerão sem conhecimento.

13E os hipócritas de coração acumulam a ira divina ; e quando ele os amarrar, mesmo assim não clamam.

14A alma deles morrerá em sua juventude, e sua vida entre os pervertidos.

15Ele livra o aflito de sua aflição, e na opressão ele revela a seus ouvidos.

16Assim também ele pode te desviar da boca da angústia para um lugar amplo, onde não haveria aperto; para o conforto de tua mesa, cheia dos melhores alimentos.

17Mas tu estás cheio do julgamento do perverso; o julgamento e a justiça te tomam.

18Por causa da furor, guarda-te para que não sejas seduzido pela riqueza, nem que um grande suborno te faça desviar.

19Pode, por acaso, a tua riqueza te sustentar para que não tenhas aflição, mesmo com todos os esforços de teu poder?

20Não anseies pela noite, em que os povos são tomados de seu lugar.

21Guarda-te, e não te voltes para a maldade; pois por isto que tens sido testado com miséria.

22Eis que Deus é exaltado em seu poder; que instrutor há como ele?

23Quem lhe indica o seu caminho? Quem poderá lhe dizer: Cometeste maldade?

24Lembra-te de engrandeceres sua obra, a qual os seres humanos contemplam.

25Todas as pessoas a veem; o ser humano a enxerga de longe.

26Eis que Deus é grande, e nós não o compreendemos; não se pode descobrir o número de seus anos.

27Ele traz para cima as gotas das águas, que derramam a chuva de seu vapor;

28A qual as nuvens destilam, gotejando abundantemente sobre o ser humano.

29Poderá alguém entender a extensão das nuvens, e os estrondos de seu pavilhão?

30Eis que estende sobre ele sua luz, e cobre as profundezas do mar.

31Pois por estas coisas ele julga aos povos, e dá alimento em abundância.

32Ele cobre as mãos com o relâmpago, e dá ordens para que atinja o alvo.

33O trovão anuncia sua presença; o gado também prenuncia a tempestade que se aproxima.

1Disto também o meu coração treme, e salta de seu lugar.

2Ouvi atentamente o estrondo de sua voz, e o som que sai de sua boca,

3Ao qual envia por debaixo de todos os céus; e sua luz até os confins da terra.

4Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém seus relâmpagos quando sua voz é ouvida.

5Deus troveja maravilhosamente com sua voz; ele faz coisas tão grandes que nós não compreendemos.

6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.

7Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra.

8E os animais selvagens entram nos esconderijos, e ficam em suas tocas.

9Da recâmara vem o redemoinho, e dos ventos que espalham vem o frio.

10Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.

11Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, e por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.

12Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra;

13Seja que ou por vara de castigo, ou para sua terra, ou por bondade as faça vir.

14Escuta isto, Jó; fica parado, e considera as maravilhas de Deus.

15Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem?

16Conheces tu os equilíbrios das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito no conhecimento?

17Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do vento sul,

18acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como um espelho fundido?

19Ensina-nos o que devemos dizer a ele; pois discurso nenhum podemos propor, por causa das nossas trevas.

20Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?

21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.

22Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível.

23Não podemos alcançar ao Todo-Poderoso; ele é grande em poder; porém ele a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.

24Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que se acham sábios de coração.

1Então o SENHOR respondeu a Jó desde um redemoinho, e disse:

2Quem é esse que obscurece o conselho com palavras sem conhecimento?

3Agora cinge teus lombos como homem; e eu te perguntarei, e tu me explicarás.

4Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Declara- me ,se tens inteligência.

5Quem determinou suas medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu cordel sobre ela?

6Sobre o que estão fundadas suas bases? Ou quem pôs sua pedra angular,

7Quando as estrelas do amanhecer cantavam alegremente juntas, e todos os filhos de Deus jubilavam?

8Ou quem encerrou o mar com portas, quando transbordou, saindo da madre,

9Quando eu pus nuvens por sua vestidura, e a escuridão por sua faixa;

10Quando eu passei sobre ele meu decreto, e lhe pus portas e ferrolhos,

11E disse: Até aqui virás, e não passarás adiante, e aqui será o limite para a soberba de tuas ondas?

12Desde os teus dias tens dado ordem à madrugada? Ou mostraste tu ao amanhecer o seu lugar,

13Para que tomasse os confins da terra, e os perversos fossem sacudidos dela?

14E a terra se transforma como barro sob o selo; todas as coisas sobre ela se apresentam como vestidos?

15E dos perversos é desviada sua luz, e o braço erguido é quebrado.

16Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?

17Foram reveladas a ti as portas da morte, ou viste as portas da sombra de morte?

18Entendeste tu as larguras da terra? Declara, se sabes tudo isto.

19Onde está o caminho por onde mora a luz? E quanto às trevas, onde fica o seu lugar?

20Para que as tragas a seus limites, e conheças os caminhos de sua casa.

21Certamente tu o sabes, pois já eras nascido, e teus dias são inúmeros!

22Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,

23Que eu retenho até o tempo da angústia, até o dia da batalha e da guerra?

24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?

25Quem repartiu um canal às correntezas de águas, e caminho aos relâmpagos dos trovões,

26Para chover sobre a terra onde havia ninguém, sobre o deserto, onde não há gente,

27Para fartar a terra deserta e desolada, e para fazer crescer aos renovos da erva.

28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?

29De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?

30As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.

31Podes tu atar as cadeias das Plêiades, ou desatar as cordas do Órion?

32Podes tu trazer as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos?

33Sabes tu as ordenanças dos céus? Ou podes tu dispor do domínio deles sobre a terra?

34Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?

35Podes tu mandar relâmpagos, para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?

36Quem pôs a sabedoria no íntimo? Ou quem deu entendimento à mente?

37Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar?

38Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros?

39Caçarás tu a presa para o leão? Ou saciarás a fome dos leões jovens,

40Quando estão agachados nas covas, ou estão à espreita no matagal?

41Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?

"Caráter é o que você é no escuro."

Dwight L. Moody

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