Bible in a Year
“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV“Truly, truly, I say to you, whoever believes in me will also do the works that I do; and greater works than these will he do, because I am going to the Father. Whatever you ask in my name, this I will do, that the Father may be glorified in the Son. If you ask me anything in my name, I will do it.”John 14:12-14 ESV

Day 149 / 365

Jó 9–11

9–11

1Mas Jó respondeu, dizendo:

2Na verdade sei que é assim; mas como pode o ser humano ser justo diante de Deus?

3Ainda se quisesse disputar com ele, não conseguiria lhe responder uma coisa sequer em mil.

4Ele é sábio de coração, e poderoso em forças. Quem se endureceu contra ele, e teve paz?

5Ele transporta as montanhas sem que o saibam; e as transtorna em seu furor.

6Ele remove a terra de seu lugar, e faz suas colunas tremerem.

7Ele dá ordem ao sol, e ele não brilha; e sela as estrelas.

8Ele é o que sozinho estende os céus, e anda sobre as alturas do mar.

9Ele é o que fez a Usra, o Órion, as Plêiades, e as constelações do sul.

10Ele é o que faz coisas grandes e incompreensíveis, e inúmeras maravilhas.

11Eis que ele passa diante de mim, sem que eu não o veja; ele passará diante de mim, sem que eu saiba.

12Eis que, quando ele toma, quem pode lhe impedir? Quem poderá lhe dizer: O que estás fazendo?

13Deus não reverterá sua ira, e debaixo dele se encurvam os assistentes de Raabe.

14Como poderia eu lhe responder, e escolher minhas palavras contra ele?

15A ele, ainda que eu fosse justo, não lhe responderia; a meu juiz pediria misericórdia.

16Ainda que eu lhe chamasse, e ele respondesse, mesmo assim não creria que ele tivesse dado ouvidos à minha voz.

17Pois ele tem me quebrantado com tempestade, e multiplicado minhas feridas sem causa.

18Ele não me permite respirar; em vez disso, me farta de amarguras.

19Quanto às forças, eis que ele é forte; e quanto ao juízo, ele diria : Quem me convocará?

20Ainda que eu seja justo, minha boca me condenaria; se eu fosse inocente, então ela me declararia perverso.

21Mesmo se eu for inocente, não estimo minha alma; desprezo minha vida.

22É tudo a mesma coisa; por isso digo: ele consome ao inocente e ao perverso.

23Quando o açoite mata de repente, ele ri do desespero dos inocentes.

24A terra está entregue nas mãos dos perversos. Ele cobre o rosto de seus juízes. Se não é ele, então quem é?

25Meus dias foram mais rápidos que um homem que corre; fugiram, e não viram o bem.

26Passaram como barcos de papiro, como a águia que se lança à comida.

27Se disser: Esquecerei minha queixa, mudarei o aspecto do meu rosto, e sorrirei,

28Ainda teria pavor de todas as minhas dores; pois sei que não me terás por inocente.

29Se eu já estou condenado, então para que eu sofreria em vão?

30Ainda que me lave com água de neve, e limpe minhas mãos com sabão,

31Então me submergirias no fosso, e minhas próprias vestes me abominariam.

32Pois ele não é homem como eu, para que eu lhe responda, e venhamos juntamente a juízo.

33Não há entre nós árbitro que ponha sua mão sobre nós ambos,

34Tire de sobre mim sua vara, e seu terror não me espante.

35Então eu falaria, e não teria medo dele. Pois não está sendo assim comigo.

1Minha alma está cansada de minha vida. Darei liberdade à minha queixa sobre mim; falarei com amargura de minha alma.

2Direi a Deus: Não me condenes; faz-me saber por que brigas comigo.

3Parece -te bem que me oprimas, que rejeites o trabalho de tuas mãos, e favoreças o conselho dos perversos?

4Tens tu olhos de carne? Vês tu como o ser humano vê?

5São teus dias como os dias do ser humano, ou teus anos como os anos do homem,

6Para que investigues minha perversidade, e pesquises meu pecado?

7Tu sabes que eu não sou mau; todavia ninguém há que me livre de tua mão.

8Tuas mãos me fizeram e me formaram por completo; porém agora tu me destróis.

9Por favor, lembra-te que me preparaste como o barro; e me farás voltar ao pó da terra.

10Por acaso não me derramaste como o leite, e como o queijo me coalhaste?

11De pele e carne tu me vestiste; e de ossos e nervos tu me teceste.

12Vida e misericórdia me concedeste, e teu cuidado guardou meu espírito.

13Porém estas coisas escondeste em teu coração; eu sei que isto esteve contigo:

14Se eu pecar, tu me observarás, e não absolverás minha culpa.

15Se eu for perverso, ai de mim! Mesmo se eu for justo, não levantarei minha cabeça; estou farto de desonra, e de ver minha aflição.

16Se minha cabeça se exaltar, tu me caças como um leão feroz, e voltas a fazer em coisas extraordinárias contra mim.

17Renovas tuas testemunhas contra mim, e multiplicas tua ira sobre mim; combates vêm sucessivamente contra mim.

18Por que me tiraste da madre? Bom seria se eu não tivesse respirado, e nenhum olho me visse!

19Teria sido como se nunca tivesse existido, e desde o ventre materno seria levado à sepultura.

20Por acaso não são poucos os meus dias? Cessa pois e deixa-me, para que eu tenha um pouco de alívio,

21Antes que eu me vá para não voltar, à terra da escuridão e da sombra de morte;

22Terra escura ao extremo, tenebrosa, sombra de morte, sem ordem alguma, onde a luz é como a escuridão.

1Então Zofar, o naamita, respondeu, dizendo:

2Por acaso a multidão de palavras não seria respondida? E o homem falador teria razão?

3Por acaso tuas palavras tolas faria as pessoas se calarem? E zombarias tu, e ninguém te envergonharia?

4Pois disseste: Minha doutrina é pura, e eu sou limpo diante de teus olhos.

5Mas na verdade, queria eu que Deus falasse, e abrisse seus lábios contra ti,

6E te fizesse saber os segredos da sabedoria, porque o verdadeiro conhecimento tem dois lados; por isso sabe tu que Deus tem te castigado menos que mereces por tua perversidade.

7Podes tu compreender os mistérios de Deus? Chegarás tu à perfeição do Todo-Poderoso?

8Sua sabedoria é mais alta que os céus; que tu poderás fazer? E mais profunda que o Xeol; que tu poderás conhecer?

9Sua medida é mais comprida que a terra, e mais larga que o mar.

10Se ele passar, e prender, ou se ajuntar para o julgamento ,quem poderá o impedir?

11Pois ele conhece as pessoas vãs, e vê a maldade; por acaso ele não a consideraria?

12O homem tolo se tornará entendido quando do asno selvagem nascer um humano.

13Se tu preparares o teu coração, e estenderes a ele tuas mãos;

14Se alguma maldade houver em tua mão, lança-a de ti, e não deixes a injustiça habitar em tuas tendas;

15Então levantarás teu rosto sem mácula; estarás firme, e não temerás;

16E esquecerás teu sofrimento, ou lembrarás dele como de águas que já passaram;

17E tua vida será mais clara que o meio-dia; ainda que haja trevas, tu serás como o amanhecer.

18E serás confiante, porque haverá esperança; olharás em redor, e repousarás seguro.

19E te deitarás, e ninguém te causará medo; e muitos suplicarão a ti.

20Porém os olhos dos maus se enfraquecerão, e o refúgio deles perecerá; a esperança deles será a morte.

"Pregue o Evangelho em todo tempo. Quando necessário, use palavras."

Francis of Assisi

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